terça-feira, 30 de abril de 2013

Curiosidades políticas no Rio de Janeiro

Polêmica e bate-boca entre políticos existem desde sempre. Alguns entraram para o folclore da história política brasileira.

O Rio de Janeiro presenciou alguns e um deles dá conta que na Câmara dos Deputados, do tempo que ainda era por aqui, quando seu presidente Ranieri Mazzini deu a palavra a Carlos Lacerda, representante do então Distrito Federal, o deputado Bocaiuva Cunha foi rápido e gritou ao microfone, sob os risos do plenário:

- Lá vem o purgante !

Lacerda, num piscar de olhos, respondeu:

- Os senhores acabaram de ouvir o efeito !


Muito mais risos, até dos adversários...

domingo, 28 de abril de 2013

Rio, Cidade Mulher



No ano de 1936, há quase 80 anos atrás, Noel Rosa compôs "Cidade-Mulher", para um filme dirigido por Humberto Mauro  - produção Brasil-Vita -  com enredo escrito por Henrique Pongetti.

A música-título do filme  foi interpretada por Orlando Silva.



Vídeo- reprodução


CIDADE MULHER


Cidade de amor e aventura
Que tem mais doçura
Que uma ilusão

Cidade mais bela que o sorriso,
Maior que o paraíso
Melhor que a tentação

Cidade que ninguém resiste
Na beleza triste
De um samba-canção

Cidade de flores sem abrolhos
Que encantando nossos olhos
Prende o nosso coração

Cidade notável,
Inimitável,
Maior e mais bela que outra qualquer.
Cidade sensível,
Irresistível,
Cidade do amor, cidade mulher.

Cidade de sonho e grandeza
Que guarda riqueza
Na terra e no mar

Cidade do céu sempre azulado,
Teu Sol é namorado
Da noite de luar

Cidade padrão de beleza,
Foi a natureza
Quem te protegeu

Cidade de amores sem pecado,
Foi juntinho ao Corcovado
Que Jesus Cristo nasceu

Cidade notável,
Inimitável,
Maior e mais bela que outra qualquer.
Cidade sensível,
Irresistível,
Cidade do amor, cidade mulher


O mineiro Humberto Mauro, um dos diretores mais importantes da história do cinema nacionalfoi atraído, no começo dos anos 30, para o Rio de Janeiro, por Adhemar Gonzaga, produtor da Cinédia. Nessa década, em 1936, dirigiu, dentre outros filmes,  Cidade Mulher, que tinha  Bibi Ferreira, Jaime Costa e grande elenco e contou com a única trilha sonora escrita por Noel Rosa para o cinema. Suas imagens, infelizmente, se perderam num incêndio da Brasil Vita Filmes.

Foram 6 músicas compostas com o parceiro Vadico. As outras cinco músicas para o filme foram: "Dama do Cabaré", "Tarzan, O Filho do Alfaiate", "Morena Sereia", "Numa Noite À Beira-Mar" e "Na Bahia".


  Humberto nos anos 30




quinta-feira, 25 de abril de 2013

Ônibus Mauá - Leblon, no Rio de Janeiro

A linha de ônibus entre a praça Mauá e o bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, foi inaugurada em abril de 1928, há 85 anos atrás, pela Viação Excelsior. 


A Viação Excelsior pertencia à Light, detentora da maior parte das linhas de bondes do então Distrito Federal. 



Acima, três carros dessa linha, na garagem àquele tempo.A linha Mauá- Leblon existe até os dias de hoje, como Rodoviária - Leblon.

A mesma linha, em 1964, o 123, com a denominação Rodoviária-Leblon, que depois mudou de cor e até, também, se transformou em linha de frescão a partir dos anos 70, como se vê nas fotos abaixo.

  

fotos - ( reprodução internet)





terça-feira, 23 de abril de 2013

Viva Pixinguinha...

...no dia de seu aniversário!

Que aliás, por ser seu aniversário é Dia Nacional do Choro!




Que perigo!
 de Pixinguinha.
Execução da Velha Guarda.



Pixinguinha Sinfônico

Paciente
 de Pixinguinha. 

com Orquestra Sinfônica do Recife

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Segunda-feira, dia do Samba do Trabalhador




O Samba do Trabalhador começou em maio de 2005 no tradicional Clube Renascença, no Andaraí.  

O criador do projeto é o compositor e cantor Moacyr Luz, aproveitando o dia em que os músicos normalmente não trabalham. E tudo acabou virando uma festa para um público cada vez mais crescente e interessado no verdadeiro samba da cidade. Consagrado no boca a boca, o evento, que acontece há oito anos todas as segundas-feiras, é considerado, atualmente, a melhor roda de samba carioca.

Moacyr Luz comanda o Samba do Trabalhador

Reunindo sambistas de todos os cantos do Rio de Janeiro, e convidados, no dia mais improvável da semana, segunda-feira, na Rua Barão de São Francisco, 54 Andaraí o Samba do Trabalhador começou com  cerca de 50 pessoas no primeiro dia e hoje reúne pelo menos 1000 pessoas. A roda de samba começa às 16h30 e termina por volta de 21h.   

Moacyr Luz diz que
  “Esses encontros têm uma importância histórica pois são uma continuidade dos grandes movimentos do samba, como na época do Cacique de Ramos quando surgiram Jorge Aragão, Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal e Arlindo Cruz”.

O Samba do Trabalhador já rendeu dois DVDs. O primeiro, em 2005, trouxe depoimentos do saudoso   Luiz Carlos da Vila, extras com Diogo Nogueira e Tia Surica . E o segundo, recém-lançado, tem as composições de Moacyr, com a  prata da casa, que sempre o acompanha.


    



Só pra dar um gostinho... clique abaixo.

 


sexta-feira, 19 de abril de 2013

O alferes Tiradentes no Rio de Janeiro

No ano de 1787, cansado da vida militar, Tiradentes pediu licença no regimento, e veio para o Rio de Janeiro.

Por aqui apresentou ao vice-rei Dom Luiz de Vasconcelos alguns projetos de engenharia e hidráulica, para a canalização e captação dos rios Catete e Maracanã, para abastecimento da cidade e edificação de moinhos; e construção de armazéns para o gado a ser exportado. 

Seus projetos porém ficaram aguardando a aprovação das autoridades de Portugal, e nunca foram executados. 

Enquanto permanecia no Rio de Janeiro, reuniu-se com o estudante José Álvares Maciel, que acabava de chegar da Inglaterra, com o Padre Rolim e com o Coronel Joaquim Silvério dos Reis, e juntos elaboraram os primeiros planos da revolta contra Portugal. 

Terminada sua licença militar, Tiradentes, em agosto de 1788, voltou a Minas comandando a escolta da mulher do Visconde de Barbacena, novo Governador de Minas.

Em março de 1789, Tiradentes voltou ao Rio com a desculpa de ver como iam os seus requerimentos de obras públicas, porém sua verdadeira missão era conseguir o apoio da guarnição do Rio de Janeiro e durante sua viagem ia divulgando suas idéias, sem maiores cautelas, pelas hospedarias e vilas do Caminho Novo e durante sua viagem a conspiração foi denunciada em uma carta dirigida ao Governador, Visconde de Barbacena, e assinada pelo traidor Joaquim Silvério dos Reis.

Todos os inconfidentes foram presos, porém Tiradentes encontrava-se na casa de seu amigo Domingos Fernandes da Cruz, aqui na cidade do Rio de Janeiro, onde no dia 10 de maio de 1789, foi preso e ficou incomunicável cerca, de três anos. Nesse período só foi visitado por seu confessor, o Padre Raimundo Penaforte.
 

No dia 21 de abril de 1792, às 9h00, aconteceu o triste cortejo, pelo Centro da cidade do Rio de Janeiro, para o enforcamento de Tiradentes.

À frente,  uma companhia de soldados, depois os frades, dizendo orações. E em seguida vinha Tiradentes, com o laço da forca no pescoço e a ponta da corda segura pelo carrasco. E quase abraçado ao condenado, Frei Penaforte rezando com ele. 

Descalço, com o cabelo todo raspado e sem barba, vestido com uma camisola branca, Tiradentes seguia de cabeça erguida, porte erecto, e passo firme até a forca, construída no Largo da Lampadosa (atual Praça Tiradentes), onde às 11h20 foi enforcado. 


praça Tiradentes,ontem

 praça Tiradentes, hoje


A forca teria sido erguida na pequena esquina do cruzamento das atuais Avenida Passos e Rua Senhor dos Passos, e Tiradentes ao ser trazido a pé teria parado diante da Igreja da Lampadosa e feito uma prece.

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3e/Bra_rj_igr_n_sra_lampadosa.jpg/220px-Bra_rj_igr_n_sra_lampadosa.jpg
 A antiga Igreja da Lampadosa
 foi demolida em 1930 e um novo prédio foi erguido ( prédio acima),
 projeto dos arquitetos Paulo Candiota e Eduarto de Sá,
inaugurado em 1934.

Frei Raimundo Penaforte, o confessor, escreveu o seguinte sobre Tiradentes:

 "Foi um daqueles indivíduos da espécie humana, que põem em espanto a própria natureza. Entusiasta, empreendedor com o fogo de um D. Quixote, habilidoso com um desinteresse filosófico, afoito e destemido, sem prudência às vezes, em outras temeroso ao cair de uma folha; mas o seu coração era sensível ao bem. A Coroa quisera, com o espetáculo do enforcamento, afirmar o seu domínio sobre a colônia brasileira. Tiradentes tentara, com o sacrifício, salvar os companheiros e abrir ao povo o caminho da emancipação política."

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Imagens cariocas há 100 anos_2


 Baía de Guanabara, na altura do porto



quarta-feira, 17 de abril de 2013

Imagens cariocas há 100 anos _1


 Copacabana, na altura do Posto 6



segunda-feira, 15 de abril de 2013

Pafúncio e Marocas

George McManus lançou os personagens em 1913, há 100 anos.

A historieta  Bringing Up Father, que no Brasil foi chamado de Pafúncio, o deixou milionário.
McManus parou de desenhar em 1940, mas as tirinhas continuaram a ser desenhadas por outros desenhistas até o ano 2000.
No início dos anos 60, a Rio Gráfica e Editora -  editora que publicava revistas de história em quadrinhos no Brasil -  lançou a revista Pafúmio, com periodicidade bimestral. Por aqui os personagens de McManus também se tornaram muito populares e foram batizados como o casal  Pafúncio (Jiggs) e Marocas (Maggie). Ele sempre de fraque e cartola; ela, seu coque e olhar forte, e, de vez em quando, com o rolo de pastel ameaçando o Pafúncio.

 Capa do número 1 da revista

Tempos depois da revista, Pafúncio e Marocas passaram a ser uma tirinha em quadrinhos - de sucesso -  do jornal O Globo.

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http://1.bp.blogspot.com/-wyzq6PZODao/T8Zl1oWufeI/AAAAAAAAFtc/DRHu-kroiYk/s1600/Pafuncio%2Be%2BMarocas.png



sábado, 13 de abril de 2013

A 100 dias da JMJ Rio2013


O bairro boêmio da Lapa foi tomado por fiéis na madrugada deste sábado. Cerca de quatro mil jovens  católicos participaram de uma vigília na região, que marcou o início da contagem regressiva de 100 dias para o começo da Jornada Mundial da Juventude.


Foto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia

Os jovens sairam em procissão em direção à Igreja de Sant’Ana, Santuário de Adoração Perpétua, onde aconteceu a Adoração ao Santíssimo Sacramento. A procissão pela região da Lapa, centro da boemia carioca, foi uma oportunidade de despertar nos jovens o amor por Cristo. Muitos jovens que estavam em bares e casas de show também quiseram participar da procissão e da Adoração.

  
Continuando a sequência de eventos em comemoração aos 100 dias para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), nesse domingo, será a vez dos esportes.
Todos poderão curtir o dia no “Espaço JMJ”, montado em frente ao Copacabana Palace.
As ações contarão com caminhada, torneio de futebol e vôlei, além de oficinas de long board, surf, capoeira, patins e freestyle. 
A programação começa às 8h com uma concentração na Praça Serzedelo Correia, em Copacabana, para uma caminhada pela orla. Também às 8h serão iniciadas as partidas para os torneios de vôlei e futebol.
Às 9h, começam as oficinas, onde profissionais darão dicas sobre os esportes do dia. Paralelamente, acontece um amistoso de futebol que promete animar a orla. O jogo será entre os times de padres e seminaristas contra a Escola de Beach Soccer Geração.
Durante à tarde, às 15h, Dom Orani João Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro, celebrará uma missa de Ação de Graças na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, no Méier, localizada na Rua Carolina Santos, 143.

#tamujunto


terça-feira, 9 de abril de 2013

A carioca MUSIDISC






Por ali costumavam passar - e não passam mais - orquestras inteiras, nos anos 60, para a gravação de LPs de sucesso, como os do grupo Românticos de Cuba e da série Violinos mágicos. Mas ainda ali permanece, no quinto andar de um prédio na Rua Joaquim Silva, na Lapa, a alguns passos da Escadaria Selarón uma mesa de som Amek, analógica e rara.

Esse espaço, posto à venda é o estúdio da finada gravadora carioca Musidisc, fundada há quase 50 anos  pelo cantor Nilo Sérgio, morto em 1981.

A Musidisc funcionou entre 1952 e 1971 e rendeu um acervo de quase 500 discos que inclui os carros-chefes,  Românticos de Cuba e os Violinos Mágicos, outra orquestra só de disco;  pérolas do sambalanço , como discos do organista Ed Lincoln e dos cantores por ele lançados, Orlandivo, Silvio César e Pedrinho Rodrigues; do samba  do grupo Voz do Morro, do qual fizeram parte Paulinho da Viola, Elton Medeiros e Nelson Sargento; da bossa , Primo Trio, Breno Sauer Quarteto ou da música instrumental , Altamiro Carrilho, Booker Pittman e etc.

Cantor da Rádio Nacional, com bons contatos no exterior, Nilo Sérgio fundou a Musidisc para representar no Brasil gravadoras americanas que lançavam discos de música orquestral. Inovou lançando o artista virtual, onde grandes músicos nacionais  como Zé Menezes, Chiquinho do Acordeon e Abel Ferreira, dentre outros, davam vida ao projeto. Os LPs do saxofonista Bob Fleming, por exemplo, foram gravados por Moacyr Silva e Zito Righi; e também  novidades como o que chamou de minidisc, disco do tamanho de um compacto com cinco músicas de cada lado.

A Orquestra Românticos de Cuba lançou 34 discos durante sua trajetória.  A idéia de se lançar no mercado conjuntos e orquestras com pseudônimos, Nilo Sergio trouxe dos Estados Unidos ao retornar para o Brasil, no início dos anos 50. Era um grupo de artistas que se reunia em estúdio para as gravações, e nunca se apresentaram em público. O regente era o fabuloso Severino Araújo, da Orquestra Tabajara entre outros grandiosos maestros do cast, que nos estúdios Musidisc incorporavam a "Orquestra Românticos de Cuba", eles e seus magníficos músicos. Maestros que trabalharam com a Orquestra:
Waltel Blanco, Radamés Gnattali, Severino Araújo, Karl Faust, Henrique Nüremberg, Carioca e Ivan Paulo.

Vale ouvir o primeiro LP da série "Românticos de Cuba Internacionais", a famosa coleção "A Sereia". Foi lançada nos anos 60.




Vale ainda recordar algumas capas de grandes sucessos.

  http://orfaosdoloronix.files.wordpress.com/2012/08/les-4-cadillacs-les-4-cadillacs-1963.jpg 

   

       

  


domingo, 7 de abril de 2013

Edifício A NOITE, na Praça Mauá

"Uma parte preciosa
da identidade brasileira paira,
silenciosamente, nos 22 andares
do edifício A Noite,
na Praça Mauá. "

Construído em 1929 na região portuária do Rio,o prédio, O Edifício Joseph Gire, mais conhecido como edifício A Noite,  abrigou até outubro de 2012 as instalações da mitológica Rádio Nacional.

O local havia sido ocupado anteriormente pelo Liceu Literário Português, que se mudou para a rua Senador Dantas, em frente ao Largo da Carioca, no centro da cidade.


 Praça Mauá, 1920
Antes da construção do edifício A NOITE

 O nome do prédio se deve ao jornal A Noite , que ali instalou sua sede e foi editado -  tiragem diária e vespertina -  de 18 de junho de 1911 a 27 de dezembro de 1957 quando foi extinto. A Noite teve origem em desentendimentos ocorridos na direção do jornal Gazeta de Notícias, que precipitaram a saída de Irineu Marinho para fundar esse jornal, que por sua vez foi o embrião do jornal O Globo.

Os responsáveis pelo projeto arquitetônico foram o arquiteto francês Joseph Gire  - o responsável pelo projeto do Hotel Copacabana Palace) e o arquiteto brasileiro Elisário Bahiana. Foi construído entre 1927 e 1929 utilizando a nova tecnologia do concreto armado, dando grande impulso à engenharia praticada no Brasil de então. Os cálculos estruturais foram realizados pelo engenheiro Emílio Henrique Baumgart, mais tarde responsável pelo Ministério da Educação e Cultura. 

Com 22 andares e uma altura de 102 metros, foi o o primeiro arranha-céu da América Latina, o mais alto até ser ultrapassado pelo Edifício Martinelli, inaugurado em 1934. Tanto as fachadas como as áreas internas comuns revelam influências do estilo art decó, ainda que o interior tenha sido descaracterizado por reformas modernas. O edifício servia também de mirante que oferecia uma vista privilegiada da cidade e da Baía da Guanabara.

O edifício aproximava-se dos modelos de arranha-céus norte-americanos como os que compunham a paisagem da cidade de Chicago, muito longe dos modelos europeus até então favorecidos no Brasil. Um fato importante é que a partir da construção do edifício A Noite começou o processo de verticalização da cidade do Rio.

 O edifício em construção


O edifício recém-inaugurado

Em 1931, o Zepelin passa à sua frente

Hoje o prédio ganhou seu tombamento, ocorrido por intermédio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) -  lavrado em dois livros: o Histórico e o de Belas Artes -  e abre possibilidades para que a memória cultural do país não se perca. Também aguarda  as reformas de adequação às normas de segurança.

Nesse projeto há a organização do Museu do Rádio Nacional, vinculado à história da importante emissora que funcionou no prédio, que possui um grande acervo de programas e musicais que lá aconteceram.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Lançamentos cariocas...2



Livro sobre a trajetória da grande Leny Andrade, da Coleção APLAUSO, música.


E mais, o novo CD onde canta o Rei Roberto Carlos em espanhol, ”Canciones del Rey”, produzido por Roberto Menescal.



Quem puder, vale assistir ao show de lançamento...

Teatro Rival Petrobras
Dias 05 e 06/04 – Sexta-feira e Sábado  às 20h00.
Rua Álvaro Alvim, 33/37, na  Cinelândia

terça-feira, 2 de abril de 2013

Lançamentos cariocas...


Som da melhor qualidade pra ouvir !


Novo CD com o encontro dos cariocas Francis Hime e Guinga






Novo DVD do carioca Jorge Vercillo