De 1969 a 1971,
a Zona Sul acompanhou uma obra
que mudaria a cara
de um cartão-postal da cidade.
Assim no mês de maio
começava a surgir
a nova Avenida Atlântica, duplicada.
O projeto, sugerido pelo arquiteto Lúcio Costa, foi do engenheiro Raimundo de Paulo Soares executado durante o governo Negrão de Lima .
Foram construídas novas pistas para os carros, faixa de areia ficou maior e, também instalado o interceptor oceânico da Zona Sul.
A obra também trouxe um visual novo à avenida, onde o calçadão ganhou sua forma definitiva, pelo traço de Roberto Burle Marx, que desenhou os mosaicos de pedras portuguesas, em pedro, branco e vermelho, para representar as etnias que formaram o Brasil. A ideia era que os desenhos pudessem ser vistos do alto. No calçadão à beira-mar, Burle Marx manteve as ondas projetadas no início do século XXl (copiadas da Praça do Rocio, em Lisboa), mas aumentou as curvas, criando o efeito que ficou conhecido no mundo todo.
Avenida Atlântica, em 1958
Imagem das obras
A avenida pronta
Posteriormente outras intervenções ainda foram feitas na avenida Atlântica e praia de
Copacabana.
Em 1975, foram erguidos novos postos de salvamento.
Em 1988,
a areia
ganhou coqueiros.
Em 1992 a orla ganhou quiosques.
Quatro anos depois, 1996, o estacionamento foi proibido e a
prefeitura construiu a ciclovia.
Em 1999, a prefeitura do Rio de Janeiro, decidiu fazer uma licitação pública para o redesenho dos quiosques da orla carioca. Os primeiros inaugurados foram os de Copacabana.