domingo, 31 de maio de 2020

Há 50 anos começava a trilha do TRI!




A Copa do Mundo de 1970 
ocorreu de 31 de maio até 21 de junho.



E o grande hit que embalou nossa torcida foi a música de Miguel Gustavo " PRA FRENTE BRASIL".




Éramos 90 milhões e a marchinha foi lançada em 1970 para embalar a conquista do tricampeonato mundial de futebol. 

A música foi a vencedora de um concurso organizado pelos patrocinadores dos jogos e, até hoje, é lembrada quando se fala da vitoriosa campanha brasileira. A letra foi escrita por Miguel Gustavo, que também era jornalista.

Miguel Gustavo ganhou notoriedade compondo sambas e marchas. Entre os jingles que escreveu, se destacam

o das Casas da Banha 




e o do Leite Glória. 





Vera Lúcia - SACODE A TRISTEZA - Miguel Gustavo - Sinter 640-A ...
Miguel Gustavo morreu dois anos depois de escrever Pra Frente Brasil, aos 49 anos. A melodia foi composta pelo trombonista Raul de Souza, que gravou os instrumentos com a Orquestra da Rádio Globo.


 


domingo, 24 de maio de 2020

SÓ PRA LEMBRAR...


A Rua 24 de maio

é um dos principais eixos de ligação da região do Maracanã ao Grande Méier é uma referência a data da Batalha de Tuiuti, realizada durante a Guerra do Paraguai; a maior e mais sangrenta batalha campal de toda a Guerra e do continente sul-americano, por ter envolvido mais de 55 mil homens. Foi travada no dia 24 de maio de 1866, em uma região pantanosa, arenosa e de difícil locomoção chamada Tuyutí, no sudoeste do Paraguai.

Margeia a Estrada de Ferro Central do Brasil - SuperVia - , cortando os bairros de São Francisco Xavier, Rocha, Riachuelo, Sampaio e Engenho Novo.


Rua 24 de Maio é palco de arrastões frequentes e área registra ...




terça-feira, 19 de maio de 2020

A natureza do Rio e a pandemia... AS LIÇÕES!




No futuro, 
pra recordarmos 
o quanto a natureza revive e respira
quando o ser humano se recolhe.



PRAIA DE BOTAFOGO COM ÁGUAS CRISTALINAS




BAÍA DE GUANABARA  LIMPA COM FAUNA MARINHA PRESENTE





AREIAS BRANCAS E LIMPAS NUM DOMINGO DE SOL EM IPANEMA





CAPIVARA TOMANDO BANHO DE MAR NA PRAIA DE COPACABANA,
AO AMANHECER





PÁSSAROS EM PAQUETÁ





UM SOBREVOO QUE MOSTRA COMO O RIO É LINDO, DESERTO




ÁGUAS CRISTALINAS DA PRAIA DO FLAMENGO
A imagem pode conter: oceano, céu, montanha, atividades ao ar livre, natureza e água



sexta-feira, 8 de maio de 2020

Relembrando Luis Carlos Vinhas




Faria 80 anos,
 nesse mês de maio,

Famosos Que Partiram: Luiz Carlos Vinhas

Há dez anos aqui no blog, pra matar as saudades, comemorei os setentinha desse maravilhoso pianista, um dos precursores da Bossa Nova.

Vítima de complicações após a realização de uma cirurgia plástica em agosto de 2001,  o pianista começou sua carreira artística na noite carioca quando tinha apenas 17 anos. Foi integrante do trio instrumental Bossa Três, e da composição original do conjunto Copa Cinco.

Vale recordar e ouvir essa pérola com Luiz Carlos Vinhas acompanhando Leny Andrade




O LP gravado na boate FLAG onde tocou por muitos anos.





e rever o post de 2010... AQUI




segunda-feira, 4 de maio de 2020

CURIOSIDADES CARIOCAS




No lugar do extinto Castelo de Ipanema 
surgiu em 1963, o Edifício Barbacena Guarará, 
localizado na Avenida Vieira Souto, nº 50, em Ipanema.

Com oito unidades de 500 m2 e uma cobertura linear de 1.000 m2, é uma das construções com os apartamentos mais luxuosos do Rio. Erguido pela construtora Gomes de Almeida Fernandes, o prédio foi batizado com os nomes de duas cidades de Minas Gerais: Barbacena e Guarará.


Edifícios residenciais top da cidade do Rio de Janeiro | Page 215 ...

Cada apartamento possui um amplo living dividido em 4 ambientes distintos; 4 quartos, sendo somente 1 suíte; 3 banheiros sociais; um lavabo; 3 dependências para empregados e 3 vagas na garagem. A planta arredondada permite que todos os cômodos tenham vista frontal para o mar de Ipanema, e uma vista lateral para o Morro Dois Irmãos, dependendo da coluna em que a unidade estiver.

Edifícios residenciais top da cidade do Rio de Janeiro | Page 215 ...

Cada um dos dois blocos conta com um elevador social e outro de serviço. Há alguns anos uma das unidades foi vendida por cerca de R$20 milhões. Seus moradores tem o privilégio de assistir diariamente ao por do sol mais fascinante da cidade.


Uma curiosidade macabra do prédio


Dois de setembro de 2004 é uma data que a diarista Maria José da Costa e Silva jamais vai esquecer.

Naquela terça-feira, por volta das 9h, quando chegou à casa de seu patrão, o estilista Amaury Veras, ela encontrou inclinado sobre o corpo inerte de Amaury, que tinha um corte profundo acima do supercílio esquerdo e um sulco arroxeado em torno do pescoço, o ex-companheiro dele, o empresário argentino Frankie Mackey tentava reanimá-lo fazendo respiração boca a boca. Maria desceu até a portaria e pediu ao zelador, Severino Sabino, que chamasse a polícia.

Na sua vez de depor, Frankie deu a entender que Amaury havia se matado porque atravessava uma crise financeira e enfrentava problemas de saúde.

Figuras conhecidíssimas na alta roda carioca, os dois imprimiram seu nome na moda do Rio ao inaugurar a marca Frankie Amaury, de roupas de couro, cujas peças se tornaram um must entre as celebridades dos anos 1980. 

Juntos havia mais de 30 anos, eles chegaram a levar uma vida de casados. Desde sempre, porém, o relacionamento dos dois era turbulento, cheio de idas e vindas. O estilo de vida tipo montanha-russa de Frankie ganhava potência graças ao uso abusivo de álcool e cocaína.
Na ocasião da morte trágica de Amaury, os dois ainda brigavam, mas havia muito tempo que a relação era só de amizade. Por causa da falência financeira (maior) de Frankie, Amaury tinha aceitado acolhê-lo em casa.

Na primavera de 2004, as brigas tinham chegado ao fim. Ou melhor, ao fim de Amaury. Frankie, o sobrevivente, fazia tudo para convencer as autoridades que o amigo havia se enforcado. Argumentava que o ferimento na testa era decorrência do tombamento do corpo de Amaury no momento em que ele, Frankie, o liberou da echarpe de seda que o mantinha pendurado pelo pescoço acima da porta da sacada do quarto.

Ao tentar provar o que dizia, Frankie enveredava por relatos improváveis, controversos. Suas versões para os fatos mudavam em questão de horas e, assim, em pouco tempo a hipótese de suicídio deu lugar à suspeita de homicídio.

No fim de 2005, ele deixou o Brasil dizendo que ia passar o Natal com a família em Rosario, a 280 km de Buenos Aires, e não voltou mais.

A defesa usou os problemas psíquicos de Frankie para tentar extinguir o processo, mas não funcionou.

Em decisão de 2009, o juiz acatou a denúncia do Ministério Público do Rio, segundo a qual Francisco Agustin “Frankie” Mackey “consciente e voluntariamente (…) desferiu forte golpe com instrumento contundente na região frontal, sobre o supercílio esquerdo da vítima, Amaury Veras, causando-lhe uma ferida na forma de fenda, medindo 37 mm por 11 mm (…). Igualmente com o ânimo de matar, asfixiou-o mediante enforcamento, colocando um laço em torno de sua garganta, pendurando-o na porta de seu quarto pelo pescoço (…)”. Em outras palavras, ele era acusado de homicídio triplamente qualificado – por motivo torpe, emprego de meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima.

Depois de agravos negados em todas as instâncias, o júri finalmente foi marcado para o dia 27 de março de 2014. Como duas testemunhas faltaram, o MP pediu que as substituíssem pelos peritos que trabalharam no caso. Assim, o julgamento foi adiado para o dia 5 de fevereiro de 2015.
No dia 1º de janeiro, aos 63 anos, Frankie Mackey morreu, na Argentina, em decorrência de problemas cardíacos. Seu advogado, Luciano Saldanha Coelho, apresentou o atestado de óbito na véspera do julgamento.