quinta-feira, 19 de abril de 2018

Roberto Carlos e Manuel Bandeira...

... o que esses dois brasileiros têm em comum?

Nasceram dia 19 de abril .

E falaram maravilhosamente,
claro, cada um a seu tempo, e do seu jeito,
do amor e das coisas da vida.


Suas trajetórias só se encontraram uma vez, no especial de fim de ano da TV, em 1979, quando o poema NU, de Manuel Bandeira, faz parte de um quadro do programa, cruzando poesias e músicas. 

2018 marcam os 77 anos de idade do Rei e 50 anos da morte de Manuel Bandeira.

O blog deixa aqui registrado o programa de 1979, um dos melhores e mais bem elaborados de todos os tempos.


Vale a pena ver de novo!




segunda-feira, 16 de abril de 2018

16 de abril...No Dia da Voz, duas vozes cariocas

Hoje, dia 16 de abril
 é o 
DIA DA VOZ.


Vale lembrar vozes cariocas que se tornaram ícones.

Uma carioca, do bairro do Flamengo: Iris Lettieri.
Mais conhecida como "a voz do aeroporto", pois desde 1976 é a locutora oficial do Aeroporto Internacional Tom Jobim, ela começou sua carreira no rádio, no final dos anos 50, na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, tendo posteriormente trabalhado também como locutora de telejornais em várias emissoras de TV. Destaque para seu trabalho na TV Excelsior, onde foi a primeira apresentadora de telejornal do país, no histórico Jornal de Vanguarda.

Seu timbre é inconfundível e peculiar e já foi assunto de várias reportagens. Em 1992, sua voz se tornou pivô de um incidente internacional: foi usada sem sua permissão. Pois é.... o conjunto musical americano Faith No More a incluiu na gravação da faixa Crack Hitler, do CD Angel Dust. E por isso, processado, claro!

                      Ontem                                                            Hoje

 Foto (Foto: Arquivo)


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Com 74 anos de carreira, Orlando Drummond, carioca de Vila Isabel, é um dos dubladores mais respeitados do Brasil. Hoje, com 98 anos de idade, ele é o dublador mais antigo do mundo.

Drummond realizou trabalhos inesquecíveis durante sua carreira, como as dublagens de Popeye no desenho animado "Popeye", Alf no programa de TV "ALF - O ETeimoso", Vingador em "Caverna do Dragão", Sargento Garcia no filme "Zorro" e muitos outros. Em especial, Orlando Drummond ganhou prêmio por realizar o maior número de dublagens com o personagem Scooby Doo no desenho animado Scooby Doo.

Seu rosto se tornou conhecido publicamente devido aos trabalhos como ator em programas de humor na TV interpretando personagens como: o Seu Peru na "Escolinha do Professor Raimundo" e diversos personagens no programa "Zorra Total" da Globo.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Crônicas Cariocas de Todos os Tempos

Em 1951, a escritora Rachel de Queiroz, com quarenta anos recém completados, na tradicional ULTIMA PÁGINA  da revista carioca O CRUZEIRO,  publica a bela crônica A Luz dos meus olhos.

Mais uma crônica carioca de todos os tempos.




quinta-feira, 5 de abril de 2018

Miss Elegante Bangu



Em 1951, a D. Candinha Silveira esposa de Joaquim Guilherme da Silveira ,um dos donos da empresa Tecidos Bangu, fundada em 1891, criou o concurso Miss Elegante Bangu, um evento beneficente em prol da instituição Obra da Pequena Cruzada. 

E o concurso conquistou a simpatia da alta sociedade carioca e seu carisma  se espalhou por todo o Brasil. Era chique participar dos desfiles Bangu, cujo prêmio maior para a primeira colocada  era uma viagem a Europa. Moças finas e educadas, oriundas de famílias bem conceituadas, desfilavam em trajes esportivos e em roupas de gala confeccionadas com tecidos da marca Bangu.

O Miss Elegante Bangu se estendeu por toda a década de 1950 e acabou nos anos 1960. 



O concurso de 1958 foi um dos mais concorridos da história do concurso.
A fase carioca  do  evento, abaixo.





domingo, 1 de abril de 2018

Feliz Páscoa!



Ovo de Páscoa não é invenção brasileira, 
mas aqui no Rio, recorde onde apareceu pela primeira vez...





quarta-feira, 28 de março de 2018

Nessa Semana Santa...



... A Paixão de Cristo e o carioca Machado de Assis




Tema recorrente nos seus escritos, vale revisitar...AQUI

domingo, 25 de março de 2018

O Rio de Janeiro de 1918...há 100 anos


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A Praia Vermelha
A Praia do Flamengo

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A Região de Manguinhos, o Instituto Oswaldo Cruz




quinta-feira, 22 de março de 2018

Crônica Carioca de Todos os Tempos...sobre Antônio Maria



A crônica abaixo foi publicada
 em dezembro de 1974, 
na revista Manchete.

É de Paulo Mendes Campos que escreve sobre o amigo Antônio Maria, pernambucano nascido em março, que adotou o Rio de Janeiro como sua casa e pra ela fez a bela Valsa de Uma Cidade.





"Ninguém me ama… Ninguém me quer… Ninguém telefona… 
Não era nada disso. Era uma vez um menino gordo. Era uma vez um homem que transpirava. Transpirava inacreditável quantidade de líquido e de tudo o mais que existia dentro dele: lirismo, senso cômico, irrisão, ternura, raivas, saudade, gula, inteligência, sofreguidão. Antonio Maria era um moço que se esvaía, gastando o dia todo os elementos de sua personalidade, virtudes e defeitos. Versos famosos de Bocage (Meu ser evaporei na lida insana do tropel das paixões que me arrastavam) serviriam muito bem para seu epitáfio. 
Que ele mesmo se apresen­te: “Com vocês, por mais incrível que pareça, An­tonio Maria, brasileiro, can­sado, 43 anos, cardisplicente (isto é: homem que desdenha o próprio coração). Profissão: esperança.” 
Hoje teria 53 anos. Morreu como viveu, na rua, na noite, há 10 anos, na madrugada de 15 de outubro. 
Que ele mesmo conte: “Em março nascia Antonio, e, após o momento dramático em que lhe foi cortado o cordão umbi­lical, precisou adquirir oxigê­nio por seu próprio esforço (a respiração), e seu alimento pelo ato da lactação. Coitado! Como sabeis, a lactação não é simplesmente o prazeroso processo de sugar leite, e sim um período transitório entre a total dependência e a separa­ção entre o filho e a mãe. E que fazia Antônio? Agarrava-se amorosamente à sua con­fortável mater, vivendo, em desespero, os últimos dias do contato geral com o ser ma­terno”. 
Esta sede aflita jamais o dei­xou, mesmo depois que os médicos lhe prescreveram as medidas da parcimônia. Era um desmedido. 
Era um gordo, mas um gordo que tinha a inesperada agilidade dos elefantes, a mental e a física. Sempre disse com muito orgulho que só sa­bia fazer bem uma coisa: diri­gir automóvel. De fato dirigia magnificamente bem seu vasto Cadillac, com muita ca­dência e segurança. 
Uma vez, no antigo Vogue, em plena madrugada boêmia, foi um custo dissuadi-lo a desistir de disputar uma corrida do Rio a Petrópolis com Fer­nando Chateaubriand. Nin­guém segurava Antonio Maria, a não ser o senso humorístico, e foi para este setor que tive de apelar. 
O automóvel lhe dava uma mobilidade surpreendente, uma espécie de ubiquidade que todos aceitavam; nin­guém se espantava de vê-lo no Sacha’s e, poucas horas de­pois, de sabê-lo ainda pe­gando um fim de noite numa boate de São Paulo. 
Algumas vezes levou-me, em horas mais estapafúrdias, a um restaurante do início da subida de Petrópolis, onde eu poderia (ou deveria) comer um filé assim assim ou um frango assim ou assado. Não era então apenas a disponibi­lidade do motorista que se manifestava: era o guloso que se agarrava ao pretexto de le­var alguém para jantar a fim de não resistir, de dar uma provada e encomendar pela segunda vez um prato caprichado. 
Costumava chegar tarde na casa de Stella e Dori­val Caymmi e ir entrando sem mais aquela até a copa, abrir a geladeira, tomar um ou dois litros de água e devorar um prato glacial de feijão. Retor­nava à sala e suspirava com santa gratidão: “Que coisa di­vina!” 
Uma madrugada entrou na casa dos Autuori: Leônidas, o conhecido maestro; Sílvia dava aulas matinais de culiná­ria na televisão. Dessa vez, o gordo não entrou diretamente para a copa, mas conversou na sala algum tempo; assim, quando foi lá dentro não chamou atenção. Demorou uns poucos minutos. Daí a pouco era Leônidas Autuori que voltava lá de dentro e, de braços caídos, anunciava para a mulher: “Imbecil foi na geladeira e comeu o programa de amanhã!” Imbecil era ca­rinho, mas a ausência de artigo dispensava nomear o au­tor do crime.
Uma noite, um avião espe­cial pousou no Recife com destino a Paris. Foi uma festa no aeroporto de Guara­rapes: Dona Diva, com filhas e outros parentes, lá estava para receber o querido filho Antonio Maria. Quando este retornou ao avião, vinha às gargalhadas, derramando lá­grimas, carregando um enorme balaio repleto de garrafinhas de refrigerantes, frangos, sanduíches de várias qualidades e frutas nordesti­nas. Antonio Maria parou à entrada do corredor e exibiu o balaio: “Olhem só, pessoal! Minha mãezinha está pen­sando que Paris é como no sertão de Pernambuco!” 
Os companheiros de via­gem divertiram-se com os ze­los de Dona Diva, mas alguém gritou-lhe: “Sei lá, Maria, co­ração de mãe não se engana.”
Uns três dias depois, eu o visitei ao meio-dia no seu quarto do Hotel Vernet, em pleno Champs Elysées. Disse-me: “Minha mãe é que conhece Paris. Se não fosse ela, eu ia passar sede e fome aqui de madrugada; nem dó­lar comove disciplina de hotel francês.” 
Olhei para o balaio: não continha uma só garra­finha cheia, uma fruta, um frango, um sanduíche. Mãe de Antonio Maria não podia se enganar.
Já no fim, colocado em dieta rigorosa, convidava os amigos para a feijoada e ficava de fora, bancando apenas um experimentado locutor de fu­tebol: “Vai naquela costeleta, Lobinho! Acredita no molho à sua frente, Paulo Cabral! Não fique parado aí na área, Reinaldo!” 
Um dos grandes garfos do Brasil (páreo para o pintor Raimundo Nogueira, para o cantor Túlio de Lemos, para o humorista Sérgio Porto) havia pendurado na parede seu ins­trumento de trabalho. O cu­rioso é que seu amigo mais fraterno e inseparável — o saudoso locutor Reinaldo Dias Leme — era incapaz de comer até o fim uma coxa de passa­rinho. 
Foi homem de muitos ami­gos e de alguns poucos amar­gos inimigos. Merecia uns e outros, certo. Um jovem por­tuguês que andou por aqui, muito trêfego e simpático, o Carlos Maria, costumava di­zer: “O Antonio é um santo”. Não era, mas possuía um dom que neutralizava seus defeitos ou impulsos maldosos: era o primeiro a confessá-los e gozá-los. 
Vinicius de Morais, o Poetinha, era do peito, e Dorival Caymmi, Jorge Amado, Paulo Soledade, Ismael Netto, Aracy de Almeida, Dolores Duran, Fer­nando Ferreira. Com Fernando Lobo, amigo de ado­lescência, a constante troca de picuinhas às vezes azedava; acabavam sempre fazendo as pazes e voltando à adolescên­cia.
Com Ary Barroso as picui­nhas também existiam, em­bora nunca se azedassem. Um dia, Ary perguntou a Maria se este sabia cantar “Aquarela do Brasil”. Perfeitamente. E can­tou. Retornou Ary: “Agora me pergunta se eu sei cantar ‘Nin­guém me Ama’?” — “Você sabe cantar ‘Ninguém Me Ama’?” — “Não sei, Antonio Maria, não sei!” 
A vida não era levada a sério por essa geração de boêmios brilhantes. Deliberadamente, preferiam todos conservar a mesma gratuidade dos tempos de estudante e da luta de foice pela sobrevivência. O sucesso e o dinheiro não empavonavam os meninos. Só as crises sentimentais e as má­goas de perder amigo tisna­vam de alguma passageira dramaticidade os alegres ra­pazes da música e da litera­tura. 
Maria veio do Recife, o Recife de Haroldo Ma­tias, Cebola, Colasso, dos maracatus que voltavam cansa­dos com seus estandartes pro ar. Teve avô rico, teve pai de situação financeira estável. Depois, numa das reviravoltas do açúcar, a família ficou pobre: 
“Quando comungá­vamos, tínhamos direito a vá­rias xícaras de café, meio pão e manteiga.  Depois, vínhamos andando ao longo da Rua Formosa para tomar conta do domingo, que nos oferecia os seguintes prazeres: das 9 às 11, jogo de botão, em disputa de um campeonato que nunca terminou. Ao meio-dia, vio­lento almoço de feijoada, com porco assado. Às 2, pegar o bonde avenida Malaquias e assistir a mais um encontro entre Náutico e Sport, acon­tecimento da maior importân­cia na plana existência do Recife. Depois voltávamos can­sados, íamos ao Politeama — se sobrasse um dinheirinho — e dormíamos de consciência tranquila o longo sono dos que ainda não foram ao Vo­gue, ao vento do Capibaribe, fresco, sem umidade, macio, sem cheiro de Botafogo e Leblon.” 
Depois do curso ginasial e do curso do Cabaré Imperial, o primeiro emprego na rádio. Em 1940, no Rio, acabou arran­jando emprego na Rádio Ipanema como locutor esportivo bossa-nova: Antonio Maria Araújo de Morais inventava coisas que não estavam na gramática do futebol —bola no fotógrafo, por exemplo que era tão carlitiano, mas não agradou aos convencio­nais; perdeu o emprego e começou a peregrinação de um apartamento para outro, ao aboio de proprietários e vi­zinhos escandalizados. 
Resultado: Recife nova­mente, rádio, jornal, publici­dade, quebra-galhos. Veio o casamento, uma temporada no Ceará, outra na Bahia, dois filhos e o Rio outra vez em 1948, na Rádio Tupi e no O Jornal. 
Também esse boêmio, que jamais dormia sem o sol ter nascido e esquentado, era uma locomotiva, capaz de pu­xar toda uma composição de atividades fatigantes, progra­mas radiofônicos, imprensa, jingles, shows, televisão, pro­dução e gravação de músicas. 
Chegava suado à casa de amigo e tomava uma chuveirada; bebia um ou dois litros de água e ficava na sala, sem camisa, suando; tomava outro banho, servia-se de uís­que, contava casos engraça­dos e sumia na direção de outro trabalho, para repetir na casa de outra pessoa a mesma coisa, e assim por diante. À noite descansava no Sacha’s, fazendo graças íntimas, onde era obrigado a usar gravata, mas não abria mão do con­forto dos pés, usando sapatos feitos de pano e corda. 
Em 1952, com grande con­trato na Rádio Mayrink Veiga, produzia programas de su­cesso, como Alegria da Rua, Regra de Três, e Musical An­tártica. 
Aos domingos, o vascaíno Antonio Maria, fã de Ademir Menezes, suava nas irradia­ções do Maracanã. As músicas vieram um pouco tarde, mas em torrente: “Menino grande”, “Ninguém me ama”, “Quando tu passas por mim” (com Vini­cius), “Não fiz nada” (com Zé da Zilda), “Valsa de uma ci­dade” (com Ismael Netto), “Ma­drugada três e cinco” (com o mesmo e mais o amigo Rei­naldo Dias Leme), “Suas mãos” (com Pernambuco), “Manhã de carnaval” e “Samba do Orfeu” (com Luiz Bonfá) etc. 
Morreu de repente, em Co­pacabana, às três e cinco. Foi um gordo vivo, esfuziante, transbordante. Encheu de vida o Rio de Janeiro, e frequen­temente São Paulo, no espaço de uma noite que durou pouco mais de 15 anos."

sábado, 17 de março de 2018

Revisitando...Villa-Lobos!




MARÇO É O MÊS DO ANIVERSÁRIO DE NASCIMENTO DE VILLA-LOBOS.

Mas, ninguém lembra mais. E não faz mais disso,  notícia.
Infelizmente!

Foi a partir de Villa-Lobos que surgiu, no Brasil,  o Canto Orfeônico. 

Um fato marcante:em 1940, ele regendo 40.000 estudantes no Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro.
Em 1942, há 70 anos, criou o Conservatório Nacional de Canto Orfeônico, que objetivava formar candidatos ao Magistério Orfeônico nas Escolas Primárias e Secundárias, além de estudar e elaborar diretrizes para o Ensino do Canto Orfeônico no Brasil, promover trabalhos de Musicologia Brasileira, realizar gravações de discos, etc.


Villa-Lobos regendo um Orfeão em 1942
(foto/reprodução internet)

No Projeto Aquarius dedicado a Villa Lobos, em outubro de 2005, na Praia de Copacabana, asMeninas Cantoras de Petrópolis e Orquestra Sinfônica Brasileira, apresentaram duas peças de Villa Lobos: Canto do Pajé Estela é Lua Nova com arranjos de Jotinha de Moraes.



 Nos anos 60 aprendi Canto Coral, no Conservatório Brasileiro de Música, ali na Avenida Graça Aranha, no Centro, com o professor Vieira Brandão,  discípulo de Villa-Lobos, e vivi a magia desse universo. Maravilhoso!

Esquecido durante muito tempo,  o canto em coral ressurgiu, um pouco, o pela influência de um seriado americano, GLEE, que incentivou grupos de escolas e amigos, aparecendo aqui e ali.

Mas precisamos (re)fazer isso, e bem, calcados nas nossas raízes!

Certa vez Villa-Lobos disse...
"O Brasil já tem uma forma geográfica de um coração. Todo Brasileiro tem esse coração. A Música vai de uma Alma à outra. Os pássaros conversam pela Música; eles têm coração. Tudo o que se sente na vida se sente no coração. O coração é o metrônomo da vida. E há muita gente na Humanidade que se esquece disso. Justamente o que mais precisa a Humanidade é de um metrônomo. Se houvesse alguém no mundo que pudesse colocar um metrônomo no 'cimo da Terra', talvez estivéssemos mais próximo da Paz. Por que se desentendem, vivem descompassados Raças e Povos? Porque não se lembram do metrônomo que guardam no peito: o coração. Foi fadado por Deus justamente no Brasil possuir uma forma geométrica de coração e haver um ritmo palpitante em toda a sua Raça..." 


Precisamos ouvir mais Villa-Lobos!


quarta-feira, 14 de março de 2018

Remexendo no baú...15 anos sem Cyll Farney



CYLL FARNEY
, o galã da Atlântida que arrastava multidões ao cinema no Brasil, morreu em 14 de março de 2003, há 15 anos, aos 78 anos.

Com Eliana, Anselmo Duarte, Fada Santoro, Oscarito e Grande Otelo, marcou época nas chanchadas a partir dos anos 40.

REMEXENDO NO BAÚ... vale revisitar...

Clique aqui e (re)veja! 

segunda-feira, 12 de março de 2018

GIVENCHY no Rio



O estilista Hubert de Givenchy provocou frisson na sociedade carioca dos anos 50. Era maio de 1956, e Givenchy, ainda com menos de 30 anos, já era aclamado como o mais jovem dos famosos costureiros de Paris. Em sua passagem pelo Rio, ele apresentou as suas criações em desfiles no Golden Room do Copacabana Palace e foi visitar, pessoalmente, a tradicional Fábrica Bangu.

Na ocasião, disse

"Eu só conheço uma mulher capaz 
de bater a parisiense em graça e beleza: 
a carioca."


recorte de jornal de 22 de maio de 1956
Clique para ampliar e ler




Givenchy também gostou do algodão Bangu.

Acompanhado de Guilherme da Silveira Filho, o Silveirinha, diretor da fábrica Bangu, e de suas manequins, Givenchy se mostrou muito interessado  na produção de algodão e estava surpreso com "a qualidade dos panos de Bangu, comparável ao que há de melhor na França". O estilista também se referiu com entusiasmo à beleza dos fustões e ao colorido dos cetins e popelinas.

Givenchy fez uma segunda visita ao Brasil, em dezembro de 1995, convidado para a abertura do I Congresso Brasileiro de Moda, no Rio, organizado pelo Instituto Zuzu Angel e pela Faculdade Veiga de Almeida.



A França...é aqui!

Revisitando ... A FRANÇA É AQUI!

As palavras de origem francesa , ou as próprias, que assimilamos no nosso dia-a-dia.
O texto abaixo é um exemplo. Nem sentimos os galicismos inseridas na língua.

Foi uma brincadeira interessante de fazer. Peguei um grupo de 40 palavras e criei a história a partir delas.

crachá,avenida,envelope,omelete,menu,restaurante,filé,um chocolate ao leite,detalhes,
departamento,guichê,chance,equipe,viatura,garagem,metrô,chofer ,boulevard,jornal,
reportagem,abajur,madame,chic,gafe,charme,organdi,sutiã,pose,diplomata,novela,
reveillon,buquê,carnê,vitrines,tricô,crochê,paetê,bureau,triagem,detalhes,jardim.

Confiram!



"Eu tinha de ir. E com pressa. 
Acabei saindo de crachá e tudo, pela avenida segurando o envelope. Era preciso comer rápido. Só dava pra um omelete de lanche. Almoço nem pensar, ver menu, enfrentar fila em restaurante - apesar que a idéia de um bom filé atraía - mas não adianta que não dava tempo. 
São muitos detalhes para ver agora. No máximo um chocolate ao leite, pra descer algo doce pela garganta. 
A essa hora lá no departamento todos esperam, por isso a pressa de chegar ao guichê. Claro que podiam ter escolhido outro. Não precisava ter sido eu. Não tive chance de argumentar! 
A equipe depende do que vai acontecer, então, o negócio é pegar a viatura na garagem, assim que puder - metrô não vai dar - e dizer pro chofer para seguir pelo boulevard.

Ufa! Pelo menos alguns minutos para relaxar e mastigar. Vou aproveitar e dar uma olhada no jornal e ver aquela reportagem que faltou ler. Mas a luz por aqui não está boa. Esse abajur está fraco. É melhor deixar para depois...mas o que é aquilo ali na frente? Nossa! Jeito de madame, tão chic e cometendo tanta gafe. Cruzes!!! Pois é, charme não é pra qualquer um ...deixa pra lá! Não tenho mais tempo. 
Ah! Meu organdi! Tinha de prender logo agora na cadeira? Chiiii!!!! vai aparecer a alça do sutiã. Droga! Preciso manter a pose. O negócio é ser diplomata e encarar essa novela pra resolver e voltar rápido. Aí vai ser só comemoração. Tantos fogos que vai parecer réveillon, vou até - garanto - ganhar um buquê de flores. 
Hummmm....me lembrei. Bem que poderia ter trazido o carnê e passar lá na loja, que é ao lado e pagar. Aproveitava e via umas vitrines. Quem sabe até comprava aquela blusa de tricô que vi naquela vez, ou a de crochê com aquele bordado delicado de paetê.
Esqueci...deixa pra lá! 
Que bom estou chegando. Agora é saltar, procurar o bureau, fazer a triagem e resolver se, esquecer os detalhes
Ah!...o celular. Deixa eu atender. Alô! Já cheguei. É só atravessar o jardim.
Deixa eu ir. Vai dar tudo certo!"


Praça Paris, Centro do Rio

sábado, 10 de março de 2018

O telefone de todos os tempos...


Hoje, dia 10 de março
se comemora o...
Dia do Telefone.






Vale revisitar um passeio sobre o tema.

"Esse ilustre conhecido, a cada dia mais se torna figurinha imprescindível no nosso dia-a-dia.
Já foi o tempo em que poucos privilegiados o tinham em casa. Já foi o tempo em que para falarmos com alguém precisávamos de uma terceira pessoa fazendo essa ponte, a telefonista. Já foi o tempo em que tornou-se um bem que se investia.
Mas essa história começou lá atrás..."

Clique AQUI e (re)leia!


Aproveite, relembre e ouça...

. CLÁSSICOS COM O TEMA TELEFONE



quinta-feira, 8 de março de 2018

Mulheres Cariocas



Há cem anos, em 1918, um grupo de mulheres das classes média e alta do Rio Janeiro, tiveram papel de destaque. 

Foram as Damas da Cruz Verde do Rio de Janeiro.

Nesse DIA INTERNACIONAL DA MULHER vale (re)visitar e conhecer mais dessa história de mulheres cariocas.

Clique AQUI

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Da esquerda para a direita, algumas "damas":
Laurinda Santos Lobo, Stella Guerra Duval e Jerônima Mesquita.


domingo, 4 de março de 2018

Tônia Carrero.. a estrela carioca!


Os palcos cariocas a acolheram, pela primeira vez, na peça UM DEUS DORMIU LÁ EM CASA,  direção de Silveira Sampaio.

Montada para o Teatro Copacabana, a peça estreou em 13 de dezembro de 1949 e treze dias após ter ido à cena, ganhou vários prêmios da crítica, inclusive o de revelação de atriz. Tônia Carrero tinha nascido.



O Teatro Copacabana foi uma instalação do Copacabana Palace Hotel.

Otavio Guinle tinha forte relação com o teatro e o teatrólogo Paschoal Carlos Magno, a pedido dele revitalizou as instalações do cassino do hotel, que possuía um palco e estava reduzido a depósito de bagagens e "outros trastes". Em 1948 a revitalização estava pronta, após um ano, e o espaço passou a se chamar Teatro Copacabana, com entrada independente pela avenida Nossa Senhora de Copacabana, nos fundos do hotel. Modernamente equipado e o maio da Zona Sul, tinha como marca a sofisticação, seu público era recebido por funcionários de luvas brancas. Suas quinhentas poltronas eram forradas de couro verde e todas as salas refrigeradas.

O teatro funcionou até 1959, quando uma lâmpada explodiu. Durante cinco horas o fogo consumiu suas dependências.



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quinta-feira, 1 de março de 2018

1° de março...Rio pra dar água na boca!


Nesse 1° de março, aniversário da cidade,
saudades de um tempo que não vi, nem vivi.

Um Rio de Janeiro
entre 1900 e meados dos anos 1930.




Gávea, Morro Dois Irmãos, São Conrado, 1900


Uma das fotos mostra a Barra em 1936: às margens do Canal da Joatinga, nascia a Barrinha. À direita, a Estrada do Joá e onde hoje estão a saída do Túnel do Joá e a Ponte da Joatinga, ligando-se à Avenida Ministro Ivan Lins. A Ilha da Coroa surgiu no canal após aterro. Na parte inferior, no centro da foto, um pequeno trecho da Praia da Barra Museu Aeroespacial

Barra, 1936, Canal da Joatinga.


Pontal do Recreio em 1936. Na década de 1920, o inglês Joseph Finch loteou terrenos à beira-mar para construção de casas, criando o então chamado Jardim Recreio dos Bandeirantes. À esquerda, a Praia do Recreio, e à direita, a do Pontal. Museu Aeroespacial

Pontal do Recreio, 1936


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Copacabana, anos 1930


UAU!




segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Há 50 anos... em 1968


Remexendo no baú...
Vale revisitar 
hábitos, modas e modismos 
de 1968...


Clique AQUI e (re)lembre!

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sábado, 24 de fevereiro de 2018

Os Caminhos da Noite Carioca


O jornalista Antonio Maria
em sua coluna MESA DE PISTA, 
descreveu em fevereiro de 1958, 
um tour pelas boates do Rio, 
pelas noites cariocas, à época tão somente
musicais e românticas.

Há 60 anos...




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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Em 1958... uma estreia carioca



Lançamento na tela carioca do cine Ópera, 
na Praia de Botafogo, 
há 60 anos,

uma comédia musical de muito sucesso: 
MATEMÁTICA, 0, AMOR 10.




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A trilha sonora desse filme, da melhor qualidade,  com algumas canções feitas especialmente para ele, foi gravada pela Columbia, em um LP.



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Trilha Sonora


01. Menina Moça (Luis Antônio) – Tito Madi
02. Na Baixa do Sapateiro (Ary Вarroso – Lana Bittencourt
03. Sax Cantabile (Armando Dominguez) – Sylvio Mazzuca e Sua Orquestra
04. Avental da Pastora (Luis Antônio / Amado Regis) – Coro Columbia
05. Rosa Morena (Dorival Сaуmmi) – Trigêmeos Vocalistas
06. Vassourinhas (Mathias da Roсha / Joana Вatista Ramos) – Lyrio Panicali e Sua Orquestra
07. On The Button (Nº 5) (J. J. Donnellу / V. L. Mott) – Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais
08. O Milagre da Volta (Fernando Сésar / Armando Сavalсanti) – Lana Bittencourt
09. Apito no Samba (Luiz Bandeira / Luis Antônio) – Lyrio Panicali e Sua Orquestra
10. Rock de Morte (Nadir Peres / Lyrio Panicali) – Sergio Murilo
11. The Thunderer (Nº 9) (J. P. Souza / J. J. Donnellу / V. L. Mott) – Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais
12. Chora Pierrô (Luis Antônio) – Alcides Gerardi
13. Recado (Djalma Ferreira / Luis Antônio) – Luiz Cláudio
14. Marcha dos Fuzileiros Navais (Na Vanguarda) (Luis Cândido da Silveira) – Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais

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Só dois anos mais tarde, em 1960, Tito Madi gravaria,
em seu LP solo, a canção que foi sucesso no filme.




domingo, 18 de fevereiro de 2018

Rio... hora de virar a página, recomeçar





***
. Frases em negrito, versos da MARCHA DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS, de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes.

. Minha aquarela COLOMBINA, de 2003, pintada para a exposição FOLIA CARIOCA, no Forte de Copacabana, Rio de Janeiro

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Quarta-feira de cinzas...Jacob do Bandolim...100 anos!



O cachê mais ansiado que, rigoroso, às vezes cobrava: um abundante sorvete, de preferência – claro! de coco queimado, milho ou queijo – comprado em doses industriais numa padaria em Jacarepaguá, seu bairro. Doces? De coco, claro! além de ambrosia e papo-de-anjo.

Música ruim, industrializada – passa fora! , dizia.

Esse era Jacob do Bandolim, carioca de Laranjeiras, criado em pensão da Lapa boêmia, que interessou-se pela música muito cedo, começou tocando "de ouvido"  e se tornou um musico estudioso, um incansável pesquisador, um instrumentista próximo a perfeição.


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Sua casa em Jacarepaguá, na Rua Comandante Rubens Silva, 62, na Freguesia, a partir do final dos anos 40, passa a ser ponto de encontro de grandes nomes da política, artes e jornalistas célebres para grandes saraus - Saraus de Jacob - que revelaram as noites mais cariocas que esta cidade já conheceu. Por lá passavam Dorival Caymmi, Elizeth Cardoso, Ataulfo Alves, Paulinho da Viola, Hermínio Bello de Carvalho, Canhoto da Paraíba, Maestro Gaya, Darci Villa-Verde, Turíbio Santos, dentre outros.

Em 19 de março de 1967, foi concedida a Jacob, pelo Clube de Jazz e Bossa, a Comenda da Ordem da Bossa. Jacob ao chegar ao Teatro Casa Grande, na Zona Sul do Rio de Janeiro, para receber a medalha, se espantou ao ver um público de jovens

"... para mim foi uma grande felicidade 
ter sido aplaudido pelos cabeludos"

A obra de Jacob do Bandolim transcendeu em muito os limites da Rádio Ipanema, onde começou em 1937, com o conjunto Jacob e Sua Gente.

Jacob sempre perseguiu a perfeição da execução e a excelência na preservação da nossa música, sem, contudo ser um conservador.


" Hoje, são raras as rodas de choro 
onde não se ouvem as cordas de um bandolim, 
são raros os bandolinistas que não tem em Jacob 
sua referência musical 
e, principalmente, é raro 
o país que teve o privilégio de ter tido...
 um Jacob do Bandolim."


Pra curtir a iguaria preferida que virou canção...




quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

carnaval de 78... há 40 anos

( publicado em 6/2/2013,
atualizado em 8/2/2108)


O carnaval de 78 foi um carnaval chuvoso.

Mas começou bem antes, num sábado ensolarado, com o desfile da banda de Ipanema, como sempre quinze dias antes do carnaval e apresença de Beth Carvalho e João Nogueira, que acabara de fundar o Clube do Samba.


Nos carnavais do final da década de 70 as ruas do Centro do Rio passavam por um período de esvaziamento e surgia a opção das ruas dos bairros. Mas os bailes eram marcantes.
Principamente os pré-carnavalescos como o Baile do Vermelho e Preto,
do Clube de Regatas do Flamengo.

Na foto à esquerda...
a presença do cantor inglês
Rod
Stewart.

Ele assumiu , mais tarde,as consequências dessa sua passagem pelo Rio. Sem grandes problemas, disse que plagiara Jorge Ben Jor, o que o obrigou a atribuir ao músico carioca a coautoria do seu sucesso “Da Ya Think I’m Sexy”.




“Passei o Carnaval de 1978 com Elton John e Freddie Mercury no Rio de Janeiro”, 

Contou em livro, citando ainda outro acontecimento significativo desse carnaval.

 “Primeiro , me apaixonei por uma estrela de cinema brasileira lésbica. O outro foi que em todo lugar tocava ‘Taj Mahal’, de Jorge Ben, e aquela melodia, inconscientemente, ficou na minha cabeça, e transformou-se em ‘Da Ya Think I’m Sexy’. Plágio inconsciente, apenas.”  

Apesar do clima de confissão permanente, Stewart se deu o direito de preservar algo em sua autobiografia: o nome da tal atriz brasileira por quem caiu de amores naquela época.



A foto acima, da revista Manchete, edição de carnaval de 78, mostra o elegante grupo fantasiado, em um camarote do Baile Oficial da Cidade, o baile que, à época, acontecia no Canecão.


Outro baile de gala tradicional era o do clube do Monte Líbano



Mantendo a tradição, personalidades estrangeiras visitam a cidade, em 1978,também esteve por aqui  Alain Delon e sua esposa, a atriz Mireille Darc, no Baile do Regine's


A chuva que caiu na cidade, porém, não atrapalhou a animação. Na avenida Rio Branco, àquele tempo, ainda passavam os desfiles dos blocos de embalo, que vinham da Zona Norte e subúrbio da cidade e  se sucediam com seus sambas do ano.




O ano de 1978 foi especial em termos de desfile
das escolas de samba, mesmo embaixo de chuva.


Oscarito foi homenageado pela Império Serrano


Clara Nunes,  na Portela - enredo Mulher à Brasileira   - e sambando na pista, como gostava.

E o grande desfile do ano, O AMANHÃ da União da Ilha, que injustamente não venceu.
Até hoje o belíssimo samba é cantado.

No ano seguinte do antológico desfile com DOMINGO ( 1977), se classificou em quarto lugar,
com mais este enredo da genial e criativa carnavalesca Maria Augusta, que imprimiu à escola
 seu diferencial: desfiles leves, baratos e animados.
Esta  marca registrada da União da Ilha, é mantida até hoje.





E a Mangueira que veio cantando Dos Carroceiros do Imperador Ao Palácio do Samba e trouxe uma comissão de frente de notáveis da escola, tendo à frente, Cartola

Na foto acima de maiô rosa, a cantora Rosemary e, seu companheiro de desfile, Gargalhada;
mais acima Beth Carvalho ( de azul) ,e à direita Cartola.


Mas a campeã de 1978 foi a Beija-Flor, de Joãozinho Trinta
com A Criação do Mundo na Tradição Nagô .
Tri-Campeã. Um desfile morno e sem graça.
Trazia mudanças radicais, como os grandes e ricos carros alegóricos, 
e, na época, acusado de descaracterizar as raízes do carnaval,
que não privilegiava o samba no pé, Joãozinho Trinta declarou

"Eu não mexi nas raízes, apenas arrumei vasos mais bonitos para elas".


Os concursos de fantasias ainda
eram forte traço do carnaval de 78.

 E neles despontava uma tendência: as fantasias de destaque das escolas de samba
começavam a participar dos concursos.
Abaixo, dentre outros,  os participantes tradicionais  
Wilza Carla, Evandro de Castro Lima e Jesus Rocha.





O tradicional Baile das Atrizes coroou em 1978

a atriz Rosamaria Murtinho, como Rainha das Atrizes.
  

  A frase abaixo de Joãozinho Trinta em 78, marcou em definito.
E ditou a tendência da estética dos desfiles futuros das escolas de samba.


"Povo gosta de luxo.
 Quem gosta de miséria é intelectual"



BOM CARNAVAL A TODOS
E
ATÉ QUARTA-FEIRA!


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