terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Até Breve!



O blog vai dar uma parada, para férias e descanso.

Muita paz, muita saúde a todos
e esperanças renovadas pro ano que se inicia.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Orgulho e paixão

Ontem,
na hora a emoção, logo após o término do jogo, só deu pra por uma única imagem. Alegre, sorridente e brincalhona. Ela bastava.

Hoje
é preciso mostrar e falar um pouco mais dessa NAÇÃO, de todas as idades, que vestiu, lindamente, a cidade de vermelho e preto, de norte a sul.




Fotos: jornal Extra, o Globo - reprodução da internet


Uma NAÇÃO que renovou os estádios.
Uma NAÇÃO que traduziu amor em cantos com letras e melodias a cada jogo, a cada momento, a cada conquista.
Uma NAÇÃO de muitas coreografias.
Uma NAÇÃO no Rio e no mundo.

Muitos dos que ontem comemoravam não viram e viveram os outros cinco títulos.

EU VI! EU TORCI! EU VIVI!

Cada um com seu sabor diferente. O gol de Nunes, em 80 - no final do segundo tempo - que começou tudo e considero inesquecível, o grande gol da história pra mim.

Depois, 82 contra o Grêmio, 83 contra o Santos, 87 contra o Atlético Mineiro, de novo, e 92 o grande Junior comandando a festa.

Em todos esses momentos uma figura especial esteve presente. E ontem, também. Em outra posição, regendo de maneira nobre e equilibrada.

Andrade. O grande nome.


E aí aparece outro momento histórico assinado pelo Flamengo: o primeiro treinador negro, da história do futebol brasileiro a comandar um grande time e ser campeão. Isso só poderia ter a assinatura rubro-negra. O Flamengo a deixar de lado os almofadinhas pernósticos de terno e pranchetas de cálculos e estratégias matemáticas.

Andrade treinou, formou um time com o que bastava: competência, serenidade, entendimento. Características dos que têm realmente talento. Dos que fazem mais do que falam. Dos que realizam mais do que fazem alarde.

Esse é o verdadeiro hexacampeão! E a ele todos nós agradecemos!

ESSE É O CARA!

Dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, ô
Dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, ô

domingo, 6 de dezembro de 2009

sábado, 5 de dezembro de 2009

Hoje, dia 5, o Natal chega oficialmente na cidade,
com a inauguração de mais uma árvore na Lagoa.


Quem quiser saber mais a respeito, é só clicar aqui.
No site vai valer, e muito, ouvir, inclusive,
a bela canção composta especialmente por Marcos e Paulo Sergio Valle,
para trilha sonora da festa.
É o clima festivo de confraternização de fim de ano que chega!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Tour Virtual pelo Palácio da Cidade

Se você nunca entrou no Palácio da Cidade, sede da Prefeitura do Rio de Janeiro, um convite para conhecê-lo.

A prefeitura disponibiliza um interessante passeio virtual pelos seus recantos.

Então, clique aqui e faça um tour pelo Palácio da Cidade.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A primavera no samba

"OH! PRIMAVERA ADORADA
INSPIRADORA DE AMORES
OH! PRIMAVERA IDOLATRADA
SUBLIME ESTAÇÃO DAS FLORES"


Esse refrão é do belo samba enredo da Estação Primeira de Mangueira, do Carnaval de 1955, quando a escola desfilou AS QUATRO ESTAÇÕES DO ANO.

Nesse DIA NACIONAL DO SAMBA lembramos o samba que é cantado até os dias de hoje, considerado um dos mais belos de todos os tempos, e que tem a assinatura nobre de Alfredo Português, Jamelão e Nelson Sargento.

VIVA O SAMBA! VIVA A PRIMAVERA!




terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Primavera inspiradora...

Desde as primeiras projeções, os filmes mudos eram sempre acompanhados de música incidental, seja por pianistas, instrumentistas, pequenos conjuntos ou até orquestras completas.

Aí vieram os chamados filmes cantantes, onde som e a imagem ganharam outra dimensão: sincronismo sonoro. Através do acompanhamento musical, nas cenas projetadas, e, principalmente, entre as canções apresentadas ao vivo e as partes cantadas na tela, típicas dos gêneros musicais, ocultação dos atores e cantores atrás da tela, etc.

A partir de 1930, a infra-estrutura para a produção de filmes no país se sofistica com a instalação do primeiro estúdio cinematográfico, o da companhia Cinédia, no Rio de Janeiro, de Adhemar Gonzaga, jornalista que escrevia para a revista Cinearte.

E aí surge o cinema ligado à revista musical, com a fórmula de sucesso, que alternava músicas e sátiras da época.

Um desses filmes, e um marco do gênero é Alô, alô Brasil, produzido pela Cinedia em 1935, que marca a estréia de Carmem Miranda, cantando, em um longa-metragem.

Nesse tempo, no Rio, durante a primavera preparavam-se as festas da mocidade, com as lindas Rainhas da Primavera, ótimo motivo para produção de músicas de todos os gêneros.
Nisso inspirado, João de Barro, o Braguinha, compôs uma alegre marcha: Primavera no Rio.
Clique no título da música e ouça!


Carmem Miranda cantando Primavera no Rio

E Carmem Miranda interpreta a música Primavera no Rio, no número final do filme Alô, Alô Brasil, de 1935. Fechar um filme com número musical, na época, era honra reservada somente aos grandes artistas. Carmem estreou em grande estilo!

domingo, 29 de novembro de 2009

Estrela a reluzir na tarde...

A primavera no Rio tem cara de verão.

Mas a natureza nos diz, apesar dos 40ºC, que ainda não chegamos lá, embora com dias quentes, praias cheias, horário de verão e por do sol lá pelas sete, quase oito.

No Jardim Botânico, nesse mês de novembro vemos jambeiro, mulungu, ninfeia, jasmim, e passeamos entre seus vermelhos, laranjas, azuis, esperando as begônias de dezembro. Nas ruas vem chegando o final da floração dos flamboyants, rumo a seu término, em janeiro.

É primavera!

Aliás, essa frase foi dita uma vez, lá no início da década de 60 por Vinícius de Moraes a Carlos Lyra, e acabou título de uma das mais belas canções dos dois.

A história, com certeza , é ótima, já foi contada muitas vezes, mas vale repetir. Certa vez Carlos Lyra levou um gravador com mais de dez músicas, pro Vinícius por letra. Sem receber notícia por algum tempo, resolveu voltar e saber do poetinha o que havia acontecido, se acaso não tinha gostado. Para surpresa de Carlos Lyra, Vinicius descobrira, naquela sequência musical, uma peça de teatro. Assim nasceu Pobre Menina Rica, a história de um mendigo-poeta que se apaixona por uma menina-rica-zona-sul.

Carlos Lyra, em seu site, conta com propriedade e bom humor, como Vinícius - e sua verve no diminutivo - lhe diz a idéia da história da peça. Reproduzo, em parte, aqui.
"- ...um terreninho baldio carioca. Do lado do baldio tem um edifício de apartamentos e lá na cobertura mora a Pobre Menina Rica! E o terreninho, por sua vez, é habitado por uma comunidade de mendigos...”
“De mendigos, Vinícius?” - interrompi.
Logo na minha comédia - pensei - é que ele vai botar mendigos!”

O poeta me tranqüilizou:

- “Não se preocupe, não, parceirinho. São uns mendiguinhos simpaticíssimos, incrementadíssimos e superorganizados, viu? ...liderados por um Mendigo-chefe...um crioulo todo grande, todo gótico, dentadura cintilante e um pé quarenta e quatro. A outra perna é uma perninha de pau, mas que em nada o envalida nem para o amor nem para o samba...

...Então parceirinho, vai chegando naquela comunidade um novo mendigo. É o Mendigo-poeta e ele é o galã da história. Mas já vai encontrando dificuldade com um outro mendigo que habitava previamente a comunidade: o Mendigo-ladrão ( Num-Dô), ou melhor, oadministrador dos bens da comunidade. Os dois entram em conflito, mas o Mendigo-poeta deu fim no ladrão.
Com uma canção, parceirinho ....

...No final de um belo dia, chega na comunidade outro mendigo! Era a explosão demográfica. Trata-se de um mendiguinho tão miserável que chega a inspirar pena nos outros mendigos. Ele é um Pau-de-Arara chegado do Ceará...
...Um dia, o Mendigo-poeta está lá zanzando pelo terreninho baldio, quando, de repente, olha para o alto do edifício e se depara com a Pobre Menina Rica na cobertura. Lá estava ela, na
sacada, linda de morrer. Ah! Aquele mendiguinho se apaixonou perdidamente por ela.”

Vinícius fez uma pausa.
- “Mas aí, sabe, parceirinho, aquela Pobre Menina Rica também se apaixonou pelo Mendigo poeta”.

Não pude me conter:
- “Peraí, Vinícius. Você acha que as pessoas vão
acreditar que uma menina rica se apaixone por um mendigo?”
-" E por que não, parceirinho?
É primavera!”
...

A primeira a cantar Primavera foi Nara Leão, depois a ouvimos nas vozes de Alaíde Costa, Leny Andrade, Silvinha Teles, Claudete Soares, dentre tantas outras belas interpretações, inclusive instrumentais.
Pois é... estou ouvindo exatamente agora... Primavera. Daí esse post.
Nesse dia de primavera , o som (clique e ouça) dessa canção é realmente estrela a reluzir na tarde...


O meu amor sozinho
É assim como um jardim sem flor
Só queria poder ir dizer a ela
Como é triste se sentir saudade
É que eu gosto tanto dela
Que é capaz dela gostar de mim
Acontece que eu estou mais longe dela
Que da estrela a reluzir na tarde
Estrela, eu lhe diria
Desce à terra, o amor existe
E a poesia só espera ver nascer a primavera
Para não morrer
Não há amor sozinho
O meu amor sozinho
É assim como um jardim sem flor
Só queria poder ir dizer a ela
Como é triste se sentir saudade
É que eu gosto tanto dela
Que é capaz dela gostar de mim
Acontece que eu estou mais longe dela
Que da estrela a reluzir na tarde
Estrela, eu lhe diria
Desce à terra, o amor existe
E a poesia só espera ver nascer a primavera
Para não morrer
Não há amor sozinho
É juntinho que ele fica bom
Eu queria dar-lhe todo o meu carinho
Eu queria ter felicidade
É que o meu amor é tanto
É um encanto que não tem mais fim
E no entanto ela não sabe que isso existe
É tão triste se sentir saudade
Amor, eu lhe direi
Amor que eu tanto procurei
Ah! quem me dera eu pudesse ser
A tua primavera e depois morrer
É juntinho que ele fica bom
Eu queria dar-lhe todo o meu carinho
Eu queria ter felicidade
É que o meu amor é tanto
É um encanto que não tem mais fim
E no entanto ela não sabe que isso existe
É tão triste se sentir saudade
Amor, eu lhe direi
Amor que eu tanto procurei
Ah! quem me dera eu pudesse ser
A tua primavera e depois morrer

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Edifício Mozart

Hoje mais um tradicional edifício do Centro do Rio.
Praça Floriano, 55.


Edifício Mozart, construído na década de 20, mais conhecido pelo bar no seu térreo, o tradicional Amarelinho, ponto de encontro de artistas e intelectuais. Após o abandono durante décadas, também passou pelo moderno retrofit e hoje desponta, muito bonito, na Cinelândia.

Aliás vale levantar, aqui ,o porquê do seu nome. Existem diversas versões. O nome não seria pela cor da fachada. Uns dizem que pela cor amarela das cadeiras, outros pela cor da cerveja; há os que afirmam que seja pelos políticos de esquerda, que eram chamados, à época, de amarelos(mais tarde a cor mudou?) , pois seus jornais que chegavam da França , pelo tempo de viagem - até chegarem ao Rio - chegavam com a cor amarelada.

Está lançada a dúvida.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Três saudades

Essa foto, de 1967, me traz boas recordações:

Foto enviada em pps, pelo amigo do RIO QUE MORA NO MAR, Pedro Calmon Filho


Dos confortáveis ônibus elétricos e seus motoristas elegantes e educados, de gravata azul celeste; do Edifício Brasília - ao fundo da foto, na curva com a Presidente Wilson - que eu frequentava, quando ía ter aulas de piano, lá no terraço e via aquela vista sen-sa-ci-o-nal; e da oval da Esso, dos comerciais criativos, que a transformavam em desenhos variados - me lembro da oval virando Carmem Miranda, que luxo! - e para a qual meu avô trabalhava e dele ganhava brindes lindos da gotinha. Tenho até hoje um baralho de cartas em uma embalagem branca de napa crespa.

Ótimas saudades!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O carioca e a praia

Parece cena dos dias atuais. Mas a foto é de ...1934.

Hoje é Posto Nove, Barra. Naquela época, Praia do Flamengo.

Carioca sempre gostou de praia!




domingo, 22 de novembro de 2009

Recordações de Domingo

As imagens abaixo mostram o ontem e o hoje em um endereço: Praia do Flamengo, 66.

Antes, a primeira sede do Clube de Regatas do Flamengo. Depois, o Flamengo Park Tower, que nos dias atuais, seu bloco A, após um projeto ousado de retrofit já tem novo inquilino: o empresário Eike Batista.




sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Um dia pra ter consciência e memória



O Rio de Janeiro, pioneiramente, foi a primeira cidade a ter o DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA entre seus feriados.

Dia pra realmente se respeitar, comemorar e exercitar a memória. Lembrar de tantos que tanto fizeram por essa cidade e igualmente pelo Brasil.


O RIO QUE MORA NO MAR aqui se curva com muito orgulho
e reverencia esses grandes cariocas negros, citando apenas alguns.

Muitos que a falsa história e o tempo tentam embranquecer e outros, infelizmente, pouco falados, esquecidos e até desconhecidos.



Nós os lembramos e os homenageamos!



João Candido Felisberto, o Almirante Negro; Afonso Henrique de Lima Barreto, uma das maiores expressões da literatura brasileira; organista da Capela Imperial, padre José Maurício Nunes Garcia, notável músico e compositor; Mestre Valentim(Valentim da Fonseca e Silva), escultor, entalhador, ourives e arquiteto; artista plástico Arthur Bispo do Rosário;compositor e maestro Antônio Francisco Braga; José Vieira Fazenda, historiador e pesquisador de lendas e histórias populares; o médico psiquiatra Juliano Moreira; João Machado Guedes, João da Baiana, compositor; jurista, parlamentar e político brasileiro, Antônio Pereira Rebouças; compositor, músico, organizador e regente de várias bandas do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Anacleto Augusto de Medeiros; cantora Araci Teles de Almeida, Araci de Almeida; jogador de futebol Leônidas da Silva, o inventor do gol de bicicleta ; compositor, ritmista e pintor Heitor dos Prazeres, autor de sucessos como "Gosto que me enrosco"; cantora Vicentina de Paula Oliveira , Dalva de Oliveira; cantor e compositor Monsueto Campos Menezes; cantor Jorge de Oliveira Veiga, Jorge Veiga; o jogador de futebol Thomas Soares da Silva, o Zizinho; maestrina e compositora Chiquinha Gonzaga.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Salve, símbolo augusto da paz!

Nesse dia que se comemora o Dia da Bandeira, quero falar sobre o Hino à Bandeira dos cariocas Francisco Braga e Olavo Bilac.

Antonio Francisco Braga - que muitos nem identificam quando vêem seu nome na rua ,ali pelos lados do Bairro Peixoto - foi criado no Asilo de Meninos, em Vila Isabel - depois Instituto João Alfredo e atual Colégio Estadual João Alfredo - de onde saiu aos 21 anos, e a partir daí se tornou o brilhante músico, maestro, compositor sinfônico. A clarineta aprendida na banda escolar do asilo, despertou seu talento para a música, e lhe deu a trilha da vida. Através de bolsa, estudou música e composição na Europa , e assim surgiu uma obra exuberante de maiores proporções, utilizando recursos cênicos, vocais e orquestrais. Como Jupira, baseado em novela de Bernardo Guimarães, ópera em um ato, que dirigiu pela primeira vez no Teatro Lírico do Rio de Janeiro em 1900, ano da sua volta ao Brasil; a partir de temas nacionais, a música para O contratador de diamantes, drama de Afonso Arinos, ou em 1909, na inauguração do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, seu poema sinfônico Insônia, apresentado em primeira audição.
A curiosidade fica por conta de seu apelido - Chico dos Hinos - devido a inúmeras composições de marchas e hinos.
Para completar a dupla do Hino à Bandeira, só poderia ser o não menos genial Olavo Bilac.
Jornalista, poeta, cronista, contista, frequentador das rodas boêmias e literárias do Rio, além da vasta obra como poeta parnasiano, deixou também na imprensa do tempo do Império, e dos primeiros anos da República, vasta colaboração humorística e satírica, assinada com os mais variados pseudônimos, entre os quais os de Fantásio, Puck, Flamínio, Belial, Tartarin-Le Songeur, Otávio Vilar, ...

E foi atendendo a um pedido do Prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos, que o poeta Olavo Bilac compôs o poema em homenagem à Bandeira.
A idéia surgiu quando da inauguração da Escola Tiradentes, no Rio de Janeiro, em 1905, onde em meio a altas autoridades, após a execução do Hino Tiradentes, Pereira Passos, entusiasmado, determinou à Diretoria da Instituição Pública, que diariamente se fizesse homenagem ao Pavilhão Nacional, seu hasteamento e que fosse entoado um hino. O Diretor Geral, então incumbiu o maestro Francisco Braga e Olavo Bilac de tal missão.
Assim, surgiu, em 1906, o belíssimo Hino à Bandeira Nacional , divulgado no Boletim da Intendência Municipal e executado pela primeira vez no início das aulas do antigo Instituto Profissional - Colégio Estadual João Alfredo - em homenagem a Francisco Braga, ex-aluno e mestre do educandário e o Hino à Bandeira passou, então, a ser cantado diariamente em todas as escolas públicas.
Que pena que isso não ocorra ainda hoje!
A 29 de Dezembro de 1918, em bela homenagem, foi o Hino à Bandeira entoado pelos escoteiros, durante a guarda dos restos mortais do imortal poeta Olavo Bilac, expostos no Salão Nobre da Academia Brasileira de Letras.
Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
poderoso e feliz há de ser!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Vale ver e ouvir aqui a bela interpretação do Hino à Bandeira
por um outro carioca, Ivan Lins.

Clique
e se emocione!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

A volta da MESBLA

A Mesbla, a famosa e querida loja de departamentosm que o carioca não esquece, prepara uma volta ao mercado brasileiro, desta vez em um serviço de comércio eletrônico focado exclusivamente na comercialização de produtos para mulheres.

Uma empresa chamada TeleMercantil, formada exclusivamente para montar uma operação de e-commerce focada no universo feminino, fechou contrato com a família Mansur, detentora da marca Mesbla, para explorar o nome em um site com previsão de lançamento para testes no final de novembro

O primeiro estágio da operação da Mesbla online será aberto para cerca de 75 mil consumidoras selecionadas que poderão testá-lo. A Mesbla usará este período como um exercício para a entrega e envio de produtos

“Existe uma grande preocupação, já que a força da marca Mesbla é muito grande. Não queremos errar”.

O grupo será selecionado entre leitoras do portal Bolsa de Mulher.

Após os testes, o acesso da Mesbla para o público em geral deverá se dar em abril de 2010.

A Mesbla online "não terá eletrodomésticos da 'mulher na cozinha', mas aparelhos para o bem estar feminino, como depiladores, celulares, tocadores de MP3 e chapinha" e contará com conteúdos complementares às informações dos produtos, com dicas sobre moda, decoração, cosméticos, perfumaria, maquiagem e cabelo.

A idéia é transformar a Mesbla em um portal da ‘mulher-ponto-com’.

VAMOS AGUARDAR!

Um mirante no Corcovado

Antes da estátua, assim era o alto do Corcovado: um belvedere.

Chamavam este pavilhão de Chapéu do Sol. Lá esteve desde 1922 até 1931, quando inauguraram a estátua. Em 1922 de lá foi feita a primeira transmissão de radio difusão do Rio, para ouvintes na Exposição do Centenário.


Fotos e informações enviadas ao RIO QUE MORA NO MAR pelos amigos do blog Clarice Bagrichevsky ,R Reich e Pedro Calmon Filho.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Rio...Vamos voltar à pilantragem

Essa frase marca um movimento na nossa MPB.
Citei no post passado a cantora Regininha .

Pois é, ela foi a voz inovadora de 69. Há 40 anos com seu timbre grave e rouco, despontou e ficou conhecida nos tempos do conjunto "Turma da Pilantragem", comandada por Nonato Buzar.


Primeiro Lp da Turma da Pilantragem
A " pilantragem" foi um movimento musical que transformava sucessos em um ritmo marcado e característico - Uni-du-ni-tê , Escravos de Jó, Não tenho lágrimas, Gosto que me enrosco... quem lembra?- idealizado pelo irreverente Carlos Imperial e com a pitada genial de Wilson Simonal, à época apresentador do programa Show Em Si… monal, na TV Record de São Paulo. O gênero se tornou um sucesso tal, que nele embarcaram, também, Cesar Camargo Mariano, Nonato Buzar, Antonio Adolfo, Tibério Gaspar, com inéditas e ótimas músicas no mesmo embalo, como Vesti Azul, Ana Cristina, Samarina, e outras.
A palavra pilantragem, sem a agressividade de sua original conotação, rotulou o movimento a partir das conversas da turma, já que ela surgia na brincadeira entre Cesar Camargo Mariano, Simonal e Imperial. Daí, foi oficialmente apresentada na gravação da música Nem vem que não tem, quando na abertura Simonal fala : "vamos voltar à pilantragem".
A voz de Regininha foi um must da época e Primavera, de Carlos Lyra e Vinicius de Moraes se tornou um clássico, novamente, em outra roupagem. Há poucos anos, na gravação para o CD de Claudete Soares, comemorativo de carreira, no Mistura Fina, com ela fez dueto cantando e repetindo sua clássica frase.


Regininha, no seu Lp solo
Aliás a linda canção Primavera é personagem de várias histórias.
Mas isso fica pra um outro post, breve.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

No tempo que apagão provocava reprise na TV

O apagão de ontem, traz à lembrança uma curiosa noite, em 1969, em que a falta de luz na cidade, à noite, provocou reprise na TV, no dia seguinte.


Pois é... a novela na TV engatinhava e a sensação era Véu de Noiva, a história moderna de Janete Clair, a primeira novela ambientada no Rio de Janeiro - mostrando lugares da moda, bares e boates da cidade - marcando época pós Gloria Magadan e seus castelos, reinos e masmorras.


Exibida pela Rede Globo entre novembro de 1969 e julho de 1970 - 221 capítulos - na noite em que o episódio-chave do personagem Felício Madeira (Gilberto Martinho) é atropelado, falta luz em inúmeros bairros do Rio. Resultado: no dia seguinte o mesmo capítulo foi reapresentado.


A novela Véu de Noiva além da estréia de Regina Duarte na Globo, papel que seria feito por Thereza Amayo teve pela primeira vez uma trilha especial de músicas da atualidade e que se tornaram grandes sucessos.




Nela tínhamos como o tema de abertura Azimuth, de Marcos Vale, como tema de amor Teletema, de Antônio Adolfo e Tibério Gaspar, na voz de Regininha e Gente Humilde de Garoto, Chico Buarque e Vinicius de Moraes,por exemplo, e que aliás foi fundo musical de uma cenas mais bonitas de todos os tempos na história das telenovelas brasileiras. Protagonizada por Gilberto Martinho, seu personagem Felício, pai de Regina Duarte, Andréia, dela se despede e fica sozinho na varanda da casa junto com suas recordações. O cenário tem meia-luz, a câmera vai se afastando e percorrendo a cena, ao longo da música até o seu final.


Uma cena lindíssima, inesquecível!


No elenco de Véu de Noiva estiveram Cláudio Marzo, Regina Duarte, Claudio Cavalcanti, Glauce Rocha, Djenane Machado, Zilka Salaberry, Neusa Amaral, Gilberto Martinho, Betty Faria , Myriam Pérsia , Geraldo del Rey, José Augusto Branco, Glauce Rocha , Paulo José, Ana Ariel, Darlene Gloria. Na direção, Daniel Filho.


A primeira novela com a cara carioca, cujo slogan dizia: "Em Véu de Noiva tudo acontece como na vida real. A novela verdade".


Há 40 anos!

domingo, 8 de novembro de 2009

Recado a Oprah Winfrey

Quarta-feira no programa da Oprah Winfrey (canal GNT, 20 horas), a apresentadora-sucesso da América, resolveu entrevistar, via satélite, mulheres ao redor do mundo e uma carioca lá estava, como representante da cidade-sede das Olimpíadas 2016.

A surpresa foi a atitude da Oprah. Após toda a delicadeza e amabilidade com as representantes da Dinamarca, a apresentadora gratuitamente foi de uma arrogância e agressividade ímpar com a carioca.

Na tentativa de desqualificar a cidade, movida pelo despeito da derrota de Chicago - cidade em que mora e defendeu no COI - não lhe deu chance de realmente dizer o que era a Cidade Maravilhosa e seu povo. Só falou e fez questão de ressaltar os pontos negativos da cidade.

Vão dizer " ah! mas não podia?" . Claro que podia. Aqui não se esconde as mazelas debaixo do tapete. Sabemos da violência, das dificuldades. Mas não somos só isso. É só ver, sentir a cidade que não se deixa abater, nem se deita em berço esplêndido.

A carioca entrevistada, com boa fluência do inglês, procurou não se deixar contaminar , mas infelizmente deixou passar e não disse algumas boas verdades pra apresentadora americana, quando de irônicas perguntas sobre plástica ou como pagar imóveis à vista, por exemplo, com tanta coisa pra falar da cidade. Que tal a música? Que tal sua gente? Afinal ela quis saber como eram os dinamarqueses .

Terminando veio o , afinal, o que tínhamos de bom. Foi um final de entrevista lamentável.

Sabe, Oprah, com certeza muitas coisas boas, que nesse recado vai faltar espaço.

Mas umas poucas queria te dizer, mesmo que não vá ler. Fica no astral.

A cidade do Rio de Janeiro é linda na sua geografia, na sua gente miscigenada, linda na sua música própria, linda no seu ritmo. A natureza nos deu um belo presente, incomparável, mas nessa terra também brotou uma outra natureza, que é a generosidade. O carioca sabe repartir, compartilhar. A nossa cidade é de todos que aqui chegam e se aconchegam. Amou o Rio, o carioca ama. Esse calor humano constrói , reconstrói, daí o carioca é (cons)ciente das suas questões. É combatente nos seus propósitos, é forte e verdadeiro nas batalhas pois se arma de um calibre verdadeiro: seu amor à sua cidade.

Ah!... e esse amor é poderoso! Transformador! Por isso, o Rio de Janeiro continua - e continuará lindo!

Mas Oprah, você não quis ouvir, não quis conhecer.

Que pena...


Se algum dia quiser esquentar seu coração e conhecer o Rio, a cidade irá te receber de braços abertos, como nosso Cristo Redentor. Mas não se decepcione se por aqui você não encontrar só louras, magras e altas - expressão por você usada - e que tanto te deslumbraram na Dinamarca. Como bem disse, em versos, Bororó, grande compositor carioca, nosso povo é da cor do pecado. Graças a Deus !


sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Estação da Leopoldina

Hoje transformada em espaço cultural, a antiga Estação Barão de Mauá da Estrada de Ferro Leopoldina, na Avenida Francisco Bicalho, foi inaugurada num dia 6 de novembro, em 1926, com esse nome, uma justa homenagem a quem foi o pioneiro do transporte ferroviário nacional. Irineu Evangelista de Souza, Barão e depois Visconde de Mauá(1813-1889), criou a primeira linha férrea da América Latina em 1854, ligando Fragoso, em Magé, à Raiz da Serra, linha que funcionou até 1964.

Planejada para ser a estação central, teve o projeto de uma construção de grande porte, com 130m de fachada principal e quatro pavimentos. A arquitetura de Roberi Prentice, arquiteto inglês, é um raro exemplar da arquitetura oficial do período Edwardiano no Brasil, representante de uma longa linhagem de construções palacianas inglesas.

"Internamente, há um grande espaço na Gare, que tem no seu teto em estrutura metálica (as estruturas para as estradas de ferro brasileiras vinham prontas da Inglaterra e eram montadas aqui no Brasil), uma característica arquitetônica clássica de estações ferroviárias do século XIX e início do XX. O grande salão, assim coberto, é cercado por colunas toscanas e arcos plenos; e o acesso ao salão principal do prédio, dá-se através de arco sobre uma marquise".
A Estrada de Ferro Leopoldina foi a continuadora da Rio de Janeiro Northern, que iniciou seus serviços em 1870. Erroneamente se pensa que o nome foi uma homenagem à Imperatriz Maria Carolina Leopoldina, primeira esposa de D. Pedro I e mãe de D. Pedro II, ou sua neta, homônima, filha de D. Pedro II e Da. Tereza Cristina Maria. Porém, na realidade, o seu nome se deve à cidade mineira de Leopoldina, ponto terminal da estrada em 1870.


Quando foi à falência, em 1883, os ingleses dela tomaram conta, até o início da Primeira Guerra Mundial. A sua estação principal de cargas e passageiros era na Prainha - atual Praça Mauá, local dos "ferry boats" - que levava os vagões para Niterói, ponto de partida para o Estado de Minas e Rio de Janeiro. Quanto aos trens para Petrópolis, até 1926 partiam da Estação São Francisco Xavier, no Engenho Velho.

No hall principal foi colocado o busto de Irineu Evangelista de Souza, que foi trazido da antiga Estação de Petrópolis.
Década de 20 - final das obras

Interior da estação

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A TV do meu tempo

Do dois eu não saio,
nem eu nem ninguém.
Ninguém sai do dois,
nem eu nem meu bem.
Porque agora vai começar...
um novo programa,
que vai abafar!

Antigo prédio da extinta TV Excelsior, na Rua Visconde de Pirajá, em Ipanema

terça-feira, 3 de novembro de 2009

LUCIO ALVES





Garimpando, achei no baú a interpretação de Lúcio Alves
para a canção RIO, inspiradora desse blog.
Clique e ouça. Vale a pena!

sábado, 31 de outubro de 2009

O Rio e seu feitiço

Muitos por aqui resolveram aderir ao estrangeirismo e comemoram hoje uma coisa que nada tem a ver com a nossa tradição. O Halloween.

Pois é... nesse clima preferimos ficar com um feitiço de cá. O Feitiço da Vila, a canção de Noel Rosa, composta em 1934 para homenagear seu bairro, Vila Isabel.

Nesse tempo, Noel e Wilson Batista, outro grande compositor de samba carioca, estavam envolvidos em uma polêmica musical das melhores. Mas vamos falar disso outro dia.

Polêmicas à parte, com Feitiço da Vila, Noel Rosa trata o samba como um feitiço, que contagia os que ouvem. Um feitiço decente que prende a gente. Noel também afasta o samba do significado e da relação que se fazia à cultura e religiosidade afro-brasileira, afirmando ser o feitiço sem farofa, sem vela e sem vintém.

Noel fala de boca cheia do bairro onde nasceu ,do samba que por lá é feito, tão poderoso que até faz a lua, nascer mais cedo, e,
deixa a modéstia de lado, e com grande orgulho se diz Eu sou da Vila.

Belo feitiço. Feitiço carioca, sem bruxas, e com muito talento.

Ouça aqui a música na voz da divina Elizeth Cardoso.

Viva Noel Rosa!

Quem nasce lá na Vila
Nem sequer vacila
Ao abraçar o samba
Que faz dançar os galhos,
Do arvoredo e faz a lua,
Nascer mais cedo.

Lá, em Vila Isabel,
Quem é bacharel
Não tem medo de bamba.
São Paulo dá café,
Minas dá leite,
E a Vila Isabel dá samba.

A vila tem um feitiço sem farofa
Sem vela e sem vintém
Que nos faz bem
Tendo nome de princesa
Transformou o samba
Num feitiço decente
Que prende a gente
O sol da Vila é triste
Samba não assiste
Porque a gente implora:
"Sol, pelo amor de Deus,
não vem agora
que as morenas
vão logo embora"
Eu sei tudo o que faço
sei por onde passo
paixao nao me aniquila
Mas, tenho que dizer,
modéstia à parte,
meus senhores,
Eu sou da Vila!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A elegância de outros tempos


Anúncios enviados gentilmente por Alexandre Oelsner, neto de um dos fundadores da Sao Joao Batista Modas.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

O que já foi um dia

Os episódios lamentáveis e recentes expuseram um morro carioca, da zona norte da cidade, que um dia foi uma bela região: o Morro dos Macacos, em Vila Isabel.
A primeira favela teria ali se iniciado em 1921.

A ocupação começou através de guardas florestais e trabalhadores da Prefeitura que traziam para morar no morro seus familiares, amigos e conhecidos, pois se diziam donos dos terrenos. Essa história de dono do morro, como se vê, é antiga.

Esses guardas não deixavam qualquer pessoa fazer barraco por ali. Aí os não conhecidos procuravam locais mais no alto para os guardas não verem. Quando eles viam já tinha gente lá dentro, tinha criança dormindo e acabavam deixando ficar. E assim, muitos foram ficando.

As primeiras habitações eram feitas de estuque. Habitantes mais velhos, pioneiros do morro dizem que para obterem água tinham que encher muitas latas, que buscavam na Borda do Mato( Andaraí), na fábrica de água sanitária e no Corpo de Bombeiros, no Grajaú. A luz era obtida com lampiões e lamparinas.
O tempo, a amplidão da área , a falta de fiscalização fizeram o crescimento desordenado.

Na realidade o Morro dos Macacos fazia parte de uma antiga fazenda, a Fazenda do Macaco, que pertenceu inicialmente aos jesuítas, e por lá uma plantação de cana-de-açúcar. Mais tarde foi confiscada pelo Marques de Pombal em favor da família real. Com isso,
D. Pedro I, por ser um adorador da natureza, passou a visitá-la regularmente.
Após a morte de sua esposa Dona Leopoldina em 1826, D. Pedro I casou-se outra vez em 1829, dando a fazenda para sua nova esposa, Amélia de Beauharnais.
No entanto, quando ele voltou para Portugal, as terras ficaram abandonadas. Somente com a retificação do Rio Joana, em 1870, é que o interesse volta-se novamente para a fazenda.

A partir daí, devido ao crescente estímulo de ocupação da área, é feito um levantamento cartográfico, que indica a Rua do Macaco, atual 28 de Setembro, como via principal de acesso à fazenda.
As terras da Fazenda do Macaco só tiveram novo dono em 1872, quando o Barão de Drummond as comprou da Imperatriz Amélia I do Brasil, Duquesa de Bragança, já então viúva de D. PedroI ( falecido em 1834).
A antiga fazendo era muito grande e começava numa localidade chamada de Pantanal, bem em frente ao famoso Morro da Mangueira, e só terminava no que hoje é o bairro de Engenho Novo.

A Fazenda do Macaco foi subdivida em vários bairros, urbanizados, mas esqueceram do Morro dos Macacos. Infelizmente.

Em tempo: a fazenda dos Macacos, dizem relatos, abrigava muitos macacos, daí seu nome.

domingo, 25 de outubro de 2009

1969...que ano musical!


...Eu vou voltar aos velhos tempos de mim, vestir de novo o meu casaco marrom ...

É o que vou fazer pra passear um pouco por esses saborosos tempos, nesse domingo.

Foi o ano de Taiguara. HOJE. Que composição! Um clássico para sempre!

Roberto
e Erasmo Carlos com grande safra com As curvas da estrada de Santos, As flores do jardim da nossa casa, Eu disse Adeus, Sentado à beira do caminho.

Tempos de País Tropical e o grande Wilson Simonal, pela primeira vez, fazendo multidões cantarem com ele; o swing de hoje das composições de MarcosValle já surgindo, em Mustang Cor de Sangue, parceria com irmão Paulo SérgioValle, após a temporada forte de Viola Enluarada do ano anterior.

Que Maravilha,
de Jorge Ben- nos tempos em que não tinha o jor- em parceria com Toquinho.

Tempos, também, da pilantragem... da Brazuca, de Antonio Adolfo e Tibério Gaspar com Juliana, Samarina, Meia Volta (Ana Cristina) ...

Um ano de grandes festivais. O universitário - no auditório da Tupi, na Urca, com final no Teatro João Caetano - que não só trouxeram à tona novas vozes e novos compositores, mas também consolidaram talentos.

Tempos dos então desconhecidos Aldir Blanc (Escola de Medicina e Cirurgia), Ruy Maurity (Psicologia da PUC), César Costa Filho (Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas), Luiz Gonzaga Nascimento Jr. (Economia da faculdade Cândido Mendes), entre outros.

A reboque de O Trem, de Gonzaguinha - vaiada quando venceu - vieram a vibrante ( e para a qual eu torci!) Mirante, de Cesar Costa Filho e Ronaldo Monteiro de Souza, de Esquina em Esquina, Cesar Costa Filho e Aldir Blanc, cantada por Clara Nunes; Mundo Novo,Vida Nova - outra de Gonzaguinha - na interpretação belíssima de Claudete Soares, Nada sei de eterno, de Aldir Blanc com Sílvio Silva Júnior, que contou com a voz de Taiguara, campeão do ano anterior com a linda Helena, Helena, Helena.

capa do Lp do II Festival Universitário da Música Brasileira,
em 1969, na Tv Tupi do Rio de Janeiro

Tempo do FIC, Festival Internacional da Canção, no Maracanãzinho, com o prêmio Galo de Ouro, desenhado por Ziraldo e confeccionado pela joalheria H. Stern. Da abertura, composição do maestro Erlon Chaves ... o festival da canção popular, traz as canções para o mundo cantar... quem sabe a letra? - que vinha após a marcante contagem regressiva e a frase imortalizada por Hilton Gomes, apresentador oficial do FIC: “Cinco... quatro... três... dois... um, boa sorte, maestro!”.

Ouvimos "Visão geral", de César Costa Filho, Ruy Maurity e Ronaldo Monteiro de Souza, com César Costa Filho e Grupo 004, cantando ; "Minha Marisa" , de Fred Falcão e Paulinho Tapajós, com os Golden Boys.
A doçura da voz de Evinha... Cantiga por Luciana, grande campeã.

O que 35 mil espectadores exigiam, aconteceu na noite de encerramento do IV FIC, de 69: Wilson Simonal, o presidente do júri, fez o seu tão esperado show. Dominando a platéia e fascinando os convidados estrangeiros. Henri Mancini chegou a subir na cadeira !


Pois é... fico pensando...
que tal inspirados em mais um verso da música Casaco Marrom,
de Paulinho Tapajós e Edmundo Souto,
do ano da graça de 1969,
cada um tomar a mão da alegria e sair...
nesse domingo?

sábado, 24 de outubro de 2009

Ah!...o Arpoador

Lá... onde as pedras se encontram com o mar, na curva entre Copacabana e Ipanema nem precisa estar um dia ensolarado para estar lindo. Também com frio e chuva se mantém deslumbrante. E mágico, dizem muitos.

Lá... onde até a urbanidade teve licença de se chegar.


Lá ...de onde se vê o por de sol mais bonito.



Pic-nic nas pedras do Arpoador, anos 20. Ao fundo apenas uma construção.


Foto da Pedra do Arpoador, nos anos 50 e as antigas construções que foram derrubadas
e deram lugar aos edifícios da orla -
Lenny Queiroz - Reprodução/Internet

Das pedras do Arpoador, nos dias atuais, o calçadão e os edifícios da orla


O incomparável por do sol
Foto: Celo Santos - Reprodução/Internet

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Dóris Monteiro

Há 60 anos, em 1949, ela se apresentou , pela primeira vez, aos quinze anos. Foi num 31 de outubro no programa de calouros Papel Carbono, de Renato Murce, na Rádio Nacional, do Rio de Janeiro, onde interpretou Bolero, de uma cantora francesa. E não parou mais.

Nesse tempo ainda era Adelina Dóris Monteiro.

Sua voz suave, afinada e elegante a colocava num diapasão diferente dos padrões da época .

Cantou na boate do Copacabana Palace Hotel e fez sua primeira gravação, em 78rpm, pela Todamérica, interpretando Se você se importasse , de Peterpan, que foi também o primeiro sucesso de muitos, nos tantos anos de carreira.

Uma das músicas mais marcantes de seu repertório foi gravada em 1956, Mocinho Bonito , de Billy Blanco.

Emprestou sua imagem de sucesso a anúncios da época, como o sabonete Cinta Azul.




Dóris Monteiro atuou no cinema. Destaque para os filmes Agulha no palheiro de 1953, onde cantou a música com o mesmo nome, e no super clássico da Atlântida De vento em popa , direção de Carlos Manga ,de 1957, onde interpreta Lucy e canta seus grandes sucessos Do, Ré, Mi e Mocinho Bonito.

Hoje é seu aniversário.
Parabéns do blog!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Nota importante

O jogador Ronaldo, ex- Fenômeno, acabou de dizer em entrevista que não existe mais o seu amor pelo time do Flamengo e o que disse anteriormente - que queria encerrar sua carreira no Flamengo, seu time do coração -não estava mais valendo. Ou seja: que encerrará sua carreira no mais recente time do coração, o Corinthians.

A Nação Rubro-Negra não ía querer isso. Mesmo se ele quisesse.

Despedir-se com nosso manto sagrado não é pra qualquer um.
A história registra, e bem, que só os grandes tiveram e terão esse privilégio.

Um 'causo' carioca


Um marido traído, entrou na Justiça carioca acusando o amante de sua mulher de calúnia e ofensa à honra, pedindo indenização por danos morais.
O que ele não esperava era o despacho do juiz Paulo Mello Feijó, do 1º Juizado Especial Cível do Tribunal de Justiça do Rio.
Na sua sentença, o juiz, que citou clássicos da literatura, como "Madame Bovary", de Gustave Flaubert, comparou o homem e a mulher de meia idade e os motivos de cada um para trair, dizendo que, em muitos casos, o marido relapso leva a esposa a buscar a felicidade em braços de outros.


Segundo escreveu o juiz na sentença(*)

"alguns homens, no início da 'meia idade', já não tão viris, o corpo não mais respondendo de imediato ao comando cerebral/hormonal e o hábito de querer a mulher 'plugada' 24hs, começam a descarregar sobre elas suas frustrações, apontando celulite, chamando-as de gordas (pecado mortal) e deixando-lhes toda a culpa pelo seu pobre desempenho sexual".
Este comportamento choca-se, segundo o juiz, com os anseios das mulheres na fase pré-menopausa, que
"desejam sexo com maior frequência, melhor qualidade e mais carinho - que não dure alguns minutos apenas".
Diante do descompasso, o juiz concluiu que as esposas têm dois caminhos: ou ficam deprimidas ou
"buscam o prazer em outros olhos, outros braços, outros beijos (...) e traem de coração".

Nesses casos, o pensamento é, segundo o juiz:
"Meu marido não me quer, não me deseja, me acha uma 'baranga' - (azar dele!) mas o meu amante me olha com desejo, me quer - eu sou um bom violino, há que se ter um bom músico para me fazer mostrar toda a música que sou capaz de oferecer!!!!".

Depois que a traição é consumada,
"um dia o marido relapso descobre que outro teve a sua mulher e quer matá-lo - ou seja, aquele que tirou sua dignidade de marido, de posseiro e o transformou num solene corno!", diz o magistrado.
No caso que chegou ao juiz, o marido, um policial federal, descobriu que a mulher o traía e resolveu, então, telefonar para o amante dela cobrando explicações. Ele teria feito ameaças ao rival, que, amedrontado, o denunciou à corregedoria da PF.
A polícia não manteve segredo do processo administrativo e o agente teria virado alvo de deboche dos colegas. Por isso, entrou com o pedido de danos morais.

O juiz não se comoveu. Diante das provas nos autos de que o policial perdoou a mulher, julgou improcedente o pedido de indenização.
Essa é a história de um marido traído que levou um puxão de orelha de um juiz.
(*)Reprodução do site G1

sábado, 17 de outubro de 2009

Carioca adora horário de verão

Claro que o efeito dos primeiros dias alteram o metabolismo, mas convenhamos, horário de verão no Rio é muito bom!

Voltar pra casa do trabalho ainda com dia claro, com aquela sensação de ter saído mais cedo, tempo pra pegar o comércio ainda aberto e para alguns ainda ver o por do sol no Dois Irmãos.

No alto verão, oito horas da noite ainda é dia e ficar na praia "durante a noite", caminhar pela Lagoa sem pressa, dizer boa noite com o sol ainda no céu é delicioso.

O horário de verão no Rio vale a pena! Aqui, a gente o aproveita. E, claro, economiza energia do país e gasta a nossa.

Que ele , mais uma vez, seja muito bem vindo!


Então, uma música que é a cara do verão carioca, Nós e o Mar, mais uma de Menescal e Bôscoli.

Clique e curta!

Em tempo: não esqueça de adiantar seu relógio à meia-noite!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Viva a Padroeira!

No início do mês estive em Aparecida, no Santuário Nacional.
E tirei essa foto . Que a sua imagem abençoe e proteja a todos!




*********

Aliás, aqui no Rio, na Ilha do Governador, existe a PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA APARECIDA , na Estrada Governador Chagas Freitas, 520, no bairro da Portuguesa.

Inaugurada em 1998, sua construção é toda em concreto, tijolos e alumínio, de arquitetura moderna, mas inspirada nas formas da arte cristã primitivas, com um  altar mór com pinturas que reproduzem o Rio Itaguaçu, em São Paulo, onde três pescadores acharam a imagem da santa em 1717.

No altar, a escultura da pomba do Divino Espírito Santo em relevo, e a imagem de Nossa Senhora Aparecida, réplica perfeita da que se encontra na Basílica Nacional, em São Paulo.


Foto/ Fotolog Ilhahoje- Reprodução

domingo, 11 de outubro de 2009

Recordações de Domingo

Há 50 anos, em 1959, na reta final das chanchadas era lançado mais um de seus clássicos:
o Homem do Sputnik





Mesmo sem os tradicionias números musicais, é uma divertida comédia - sob a sempre genial batuta do diretor Carlos Manga - que fala da "guerra-fria", com a crítica ao imperialismo norte-americano.

Através das peripécias de um homem simples que pensa que o satélite russo Sputnik caiu no telhado do galinheiro de sua casa ,e das perseguições por espiões de todos os tipos, damos boas gargalhadas até que a verdade venha à tona.

Com elenco primoroso- Oscarito, Cyll Farney ( também o produtor) , Zezé Macedo, Alberto Perez , Neide Aparecida , Hamilton Ferreira , Luis Gilberto Tozzi, Fregolente , Heloísa Helena , Grijó Sobrinho , Abel Pêra , Labanca, César Viola , Tutuca , Riva Blanche , Nestor de Montemar -teve ainda dois coadjuvantes especiais: Jô Soares, em sua primeira aparição no cinema e que nos créditos aparece como Joe , vivendo um espião americano; e Norma Benguell , então com 24 anos, uma clone de Brigite Bardot, em plena "era BB".


Eu já vi várias vezes. E você? Imperdível!

sábado, 10 de outubro de 2009

Dez anos sem Zezé Macedo...

Carlito de saia foi o apelido que recebeu de Oscarito e Grande Otelo, companheiros de impagáveis cenas de humor. De um tempo em que antes das tão aguardadas chanchadas da Atlântida, víamos notícias filmadas da semana, nas Atualidades Atlântida eos melhores do futebol no Canal 100 .
Zezé Macedo fez parte da troupe divertida que povoou minha infância, pois não perdia uma chanchada. Era quase sempre a arrumadeira, a camareira atrapalhada. Lembro, em especial, de uma cena do filme "De vento em popa", em que ela faz uma ricaça - das poucas vezes em que largou o companheiro espanador - e canta trechos de ópera com letras inventadas, junto com Oscarito. Sensacional!

No mesmo filme, em outra cena, com Heloisa HelenaFotos: reprodução/ internet


Zezé Macedo estreou no cinema em 1954, na fita "O Petróleo é Nosso",de Watson Macedo, atuou em quase cem filmes, e é, com certeza, um dos maiores mitos do cinema nacional.
A partir dos anos 80 viveu , na tv, as divertidíssimas " Biscoito" e "Dona Bela", essa na Escolinha do Professor Raimundo, onde repetia o o bordão "ele só pensa naquilo".

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Diz um ditado que primavera chuvosa, verão seco.
Então...o verão no Rio, promete!

Lá fora está chovendo, como diz a canção.

E como!


quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Calçadão em estilo carioca, em Miami.



Demorou 20 anos para ser completado o calçadão desenhado por Roberto Burle Marx - estilo dos calçadões cariocas da orla - para cobrir doze quarteirões da Biscayne Boulevard, no Centro de Miami.

O resultado ficou lindo, conforme atesta a foto acima.

Não faltou motivação – a indicação do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016 – para os brasileiros comparecerem à inauguração, que teve samba e capoeira.

O calçadão corre nas duas calçadas e no centro do boulevard por 12 quadras, da rua 2 Nordeste à rua 13 Nordeste, passando em frente à American Airlines Arena, estádio do time de basquete Miami Heat.


Fonte: blog Leia Junto(from USA)

segunda-feira, 5 de outubro de 2009


Enviado pela amiga do RIO QUE MORA NO MAR, Marilene Dabus,
o vídeo do encontro musical sensacional, que conhecia do meu CD:

Miltinho e Ed Motta interpretando Luis Reis e Haroldo Barbosa.

video

domingo, 4 de outubro de 2009

Viva São Franciso de Assis!

O Rio de Janeiro também tem sua Paróquia de São Francisco de Assis. Ela fica no bairro do Rio Comprido, à Rua Caetano Martins, 42 e sua história começou há quase 65 anos atrás.

Paróquia de São Francisco de Assis - década de 40
" No dia 01 de janeiro de 1945 o Cardeal Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro, Dom Jaime de Barros Câmara, por decreto, criou 15 novas paróquias. Entre elas, a que viria ser mais tarde a Paróquia São Francisco de Assis da Estrela.
Há mais de 60 anos atrás o que é a Paróquia de São Francisco pertencia parte à Paróquia de Nossa Senhora da Salette, no Catumbi, parte à Paróquia Espírito Santo, no Estácio, parte a Paróquia de Santa Teresa. Quando foi criada, pensou-se o nome de São Pedro de Alcântara e nada existia no local para abrigar a futura Matriz.
Com a chegada dos Frades Menores Conventuais, oriundos da América do Norte, em 1946, sua Eminência não só concordou de cede-lhes a nova jurisdição como também em trocar-lhe o nome, dedicando a já criada paróquia a São Francisco de Assis.
Visitando o bairro, ladeado por morros, os Frades Americanos, hospedados na Casa dos Saletinos, no Catumbi, concluíram ser a Rua Caetano Martins, 42, o melhor local para a edificação de um templo provisório. A propriedade foi comprada e em menos de dois anos a
capelinha estava edificada.
No dia 02 de agosto de 1947 sua Eminência, o Cardeal Jaime de Barros Câmara consagrou e inaugurou a Paróquia de São Francisco de Assis da Estrela, agradecendo a Deus pela presença dos Frades Norte Americanos recém-chegados dos Estados Unidos para uma missão desafiadora junto aos morros locais. Era urgente fazer chegar a Palavra de Deus aquele povo que se aglomerava nas encostas, fugindo do interior para ganhar a vida na cidade grande.

O primeiro Pároco provisionado foi Frei André Ehlinger,OFMConv, em 31 de julho de 1947 e até 2005, a paróquia já teve a graça de ser administrada por 17 párocos, ajudando a escrever a história missionária desta Comunidade Paroquial.

Pelo pedido do Capítulo Provincial de 18 de junho de 1945, o Reverendíssimo Padre Provincial, Frei Daniel Lutz, OFMCOnv., acompanhado por Pe. Cirilo Orendac, OFMConv., vieram ao Brasil. Chegara, ao Rio de Janeiro no dia 23 de dezembro de 1945 em busca de missões ou outro trabalho de característica missionária. Hospedaram-se com os Padres Missionários da Salette, cujo Superior era Norte-Americano, Pe. Amos Francis Connor. Foram ter com o Sr. Em. Cardeal James de Barros Câmara, que os recebeu gentilmente e ofereceu uma nova Paróquia no Bairro do Rio Comprido. Aceitaram. Encontraram o terreno dos Carusos com um prédio espaçoso na Rua Caetano Martins, 42, o que serviria muito bem aos fins da Paróquia.
Custou Cr$750.000,00. O Conselho aprovou. Também foi decidido comprar a casa vizinha, número 48. Os Padres regressaram aos USA deixando o Pe. Connor para fazer os negócios. Constituiu-se a Associação Franciscanos Menores Conventuais para fazer os negócios. No dia 05 de setembro de 1946, Pe. Daniel, com 74 anos de idade, voltou ao Brasil com mais três frades para tomar posse e começar os trabalhos. Hospedaram-se com os Padres da Salette até os moradores deixarem a casa, o que sucedeu no dia 05 de janeiro de 1947. Os três padres foram: Pe. André, professor e bibliotecário no Seminário maior, com 37 anos; Pe. Bernardino, Coadjutor da Paróquia Santa Maria em Montreal, Canadá, com 33 anos e Pe. Herman Siebert, com 27 anos, professor no Ginásio de Trenton. Os três eram norte-americanos da Província da Imaculada."
( fonte: Paróquia de São Francisco do Rio de Janeiro)

Paróquia de São Francisco do Rio de Janeiro, nos dias atuais
*************

Hoje, também acontece a reinauguração do Parcão da Lagoa, o simpático parque BOM PRA CACHORRO - e pros que os amam também! - , lá na Lagoa, com campanha de adoção do Abrigo da Serra e Benção de São Francisco de Assis às 10:00 as 16:00 horas.

O Parcão da Lagoa Rodrigo de Freitas fica em frente ao Corte do Cantagalo .

No local também serão recebidas doações, haverá um bazar beneficente, venda de camisetas e adoção de animais.

IMPORTANTE!
Todos os animais disponíveis para Adoção são Dóceis, Saudáveis, Castrados, Vacinados e Vermifugados. Estão esperando por uma Família que possa lhes dar uma vida digna e muito amor!
Com certeza eles saberão retribuir com seu amor, sua fidelidade, amizade e companheirismo sem igual.


A Adoção é feita mediante entrevista e com a aceitação do Termo de Adoção, visando a Posse Responsável.