quarta-feira, 8 de abril de 2020

Continuando o passeio pelo choro


Ritmo carioca da gema
tem uma forma mais rápida de execução,
 o chorinho


E o instrumento que é o coração do chorinho é o CAVAQUINHO.

O baluarte desse instrumento por excelência foi Waldir Azevedo.

Foi o maior expoente do cavaquinho como compositor e como intérprete. A história do instrumento no Brasil é contada em dois períodos, antes e depois de Waldir Azevedo e se tornou um marco na indústria fonográfica brasileira tanto pelo seu enorme sucesso de vendagens quanto pelas novidades dos recursos trazidos em seus fonogramas, principalmente os apresentados durante a década de 1950. Este músico é o principal responsável pela consolidação do cavaquinho solista no Brasil, elevando o status do instrumento de mero acompanhante à categoria de concertista. 

Sua maneira original de se expressar musicalmente através do cavaquinho juntamente à força comunicativa de suas composições, o balanço e a rara instrumentação de seu Conjunto, os efeitos sonoros que criava em seu instrumento e as inovações criadas em ambiente de estúdio junto ao técnico de som Norival Reis, criaram sua identidade sonora.

. Quando emplacou seu primeiro sucesso em 1949, o Brasileirinho quebrou paradigmas em relação à forma do gênero, instrumentação, sonoridade e interpretação. Sua concepção inovadora não só se limitava à composição musical, mas também a performance ao vivo e principalmente as gravações, utilizando-se de recursos criados por ele ou em estúdio para suprir as necessidades do instrumento. Sua sonoridade única ainda é almejada pelos cavaquinistas de todo Brasil. 

Ainda hoje, o som de cavaquinho extraído por Waldir Azevedo continua sendo almejado por vários cavaquinistas e com muita dificuldade é alcançado. Algumas vezes se chega à ampla pressão sonora, mas condenando o timbre do instrumento ou distorcendo o som das cordas. 

Os sucessos das composições de Waldir Azevedo não pararam em Brasileirinho e nem Carioquinha , logo em seguida vieram Pedacinhos do Céu, Vê se Gostas, Delicado, Camondongo, Chiquita. 

Waldir estreou, no início dos anos 60, um programa na TV Tupi carioca (canal 6), denominado Sua Majestade, O Cavaquinho, às terças, 21h05, onde desfilava algumas pérolas de seu repertório e, segundo as notícias da época, mostrava coisas interessantes aos telespectadores cariocas à frente da Orquestra TV, de cerca de 20 figuras, dirigida pelo Maestro Zezinho. 

Pra saborear...






domingo, 5 de abril de 2020

E a ressaca que sempre volta...

A praia do Leblon na altura do Posto 11 sempre é a mais atingido. As águas invadem ciclovia, pistas de trânsito e chegam ao calçadão dos edifícios.




Mar invadiu calçadão e área de quisques no Leblon — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Rio - 04/04/2020 - Mar invadiu as ruas da Av. Delfim Moreira


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A imagem pode conter: montanha, atividades ao ar livre e natureza


A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, céu, oceano, quadra de basquetebol e atividades ao ar livre



quarta-feira, 1 de abril de 2020

Passeando, em abril, pelo CHORO

Nesse mês de abril, 
mês do Choro, 
vamos passear por esse ritmo tão carioca.

Pra começar, só pra saborear...






terça-feira, 31 de março de 2020

Passeando por ruas de outros tempos...

As ruas SILVA, em Ipanema.
Sabe quais são?

Remexendo no baú, vale conferir.
Clique AQUI, veja e leia mais sobre elas.


Nenhuma descrição de foto disponível.




domingo, 29 de março de 2020

Em tempos de coronavírus...

... apreciamos a cidade com outro olhar. 
Ela está mais bela: vazia e principalmente limpa.

sexta-feira, 27 de março de 2020

Recortes de outros tempos cariocas



Há 50 anos...




recortes O GLOBO, 28 de março de 1970


terça-feira, 24 de março de 2020

REMEXENDO NO BAÚ...

Os primeiros ...sempre em terras cariocas


Revisitando posts já publicados, juntamos os com o viés "primeiro", onde vemos a vocação da cidade para  se abrir ao novo, deixar acontecer o diferente, o inédito.


É o jeito carioca de ser.


O primeiro automóvel ....................... 

O primeiro cinema carioca  .........................  

Primeiro CD foi carioquíssimo .....................  


A primeira casa na praia de Ipanema...................  


Outros primeiros no Rio .....................................  



segunda-feira, 16 de março de 2020

Em Copacabana...

...o quartel  do 
Corpo de Bombeiros( hoje 17º GBM) 
comemora 100 anos nesse mês de março! 

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Um centenário de serviços prestados à população!

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terça-feira, 10 de março de 2020

Em 50 anos o tempo mudou.



A estiagem de 1970 
contrasta com os tempos  
mais chuvosos dos dias atuais.


O recorte do início de março de 1970, mostra bem.





recorte de  10/3/1970, jornal O GLOBO


segunda-feira, 9 de março de 2020

Ontem como hoje...Curiosidade Carioca


Ibrahim Sued nos conta.
Há 50 anos...





Ibrahim Sued, em 10/3/1970



segunda-feira, 2 de março de 2020

Já chegou o outono


Nesse fevereiro atípico 
que já nos trouxe o outono, 
remexendo no baú do blog, 
vale resgatar essa crônica 
do mestre das crônicas, 
Rubem Braga



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CHEGOU O OUTONO 
Não consigo me lembrar exatamente o dia em que o outono começou no Rio de Janeiro neste 1935. Antes de começar na folhinha ele começou na Rua Marquês de Abrantes. Talvez no dia 12 de março. Sei que estava com Miguel em um reboque do bonde Praia Vermelha. Nunca precisei usar sistematicamente o bonde Praia Vermelha, mas sempre fui simpatizante. É o bonde dos soldados do Exército e dos estudantes de Medicina. 
Raras mulatas no reboque; liberdade de colocar os pés e mesmo esticar as pernas sobre o banco da frente. Os condutores são amenos. Fatigaram-se naturalmente de advertir os soldados e estudantes; quando acontece alguma coisa eles suspiram e tocam o bonde. Também os loucos mansos viajam ali, rumo do hospício. Nunca viajou naquele bonde um empregado da City Improvements Company: Praia Vermelha não tem esgotos. Oh, a City! Assim mesmo se vive na Praia Vermelha. Essenciais são os esgotos da alma. Nossa pobre alma inesgotável! Mesmo depois do corpo dar com o rabo na cerca e parar no buraco do chão para ficar podre, ela, segundo consta, fica esvoaçando pra cá, pra lá. Umas vão ouvir Francesca da Rimini declamar versos de Dante, outras preferem a harpa de Santa Cecília. A maioria vai para o Purgatório. Outras perambulam pelas sessões espíritas, outras à meia-noite puxam o vosso pé, outras no firmamento viram estrelinhas. Os soldados do Exército não podem olhar as estrelas: lembram-se dos generais. Lá no céu tem três estrelas, todas três em carreirinha. Uma é minha, outra é sua. O cantor tem pena da que vai ficar sozinha. Que faremos, oh meu grande e velho amor, da estrela disponível? Que ela fique sendo propriedade das almas errantes. Nossas pobres almas erradas! 
Eu ia no reboque, e o reboque tem vantagens e desvantagens. Vantagem é poder saltar ou subir de qualquer lado, e também a melhor ventilação. Desvantagem é o encosto reduzido. Além disso os vossos joelhos podem tocar o corpo da pessoa que vai no banco da frente; e isso tanto pode ser doce vantagem Como triste desvantagem. Eu havia tomado o bonde na Praça José de Alencar; e quando entramos na Rua Marquês de Abrantes, rumo de Botafogo, o outono invadiu o reboque. Invadiu e bateu no lado esquerdo de minha cara sob a forma de uma folha seca. Atrás dessa folha veio um vento, e era o vento do outono. Muitos passageiros do bonde suavam. 
No Rio de Janeiro faz tanto calor que depois que acaba o calor a população continua a suar gratuitamente e por força do hábito durante quatro ou cinco semanas ainda. 
Percebi com uma rapidez espantosa que o outono havia chegado. Mas eu não tinha relógio, nem Miguel. Tentei espiar as horas no interior de um botequim, nada conseguindo. Olhei para o lado. Ao lado estava um homem decentemente vestido, com cara de possuidor de relógio. 
- O senhor pode ter a gentileza de me dar as horas? 
Ele espantou-se um pouco e, embora sem nenhum ar gentil, me deu as horas: 13:48. Agradeci e murmurei: "chegou o outono". Ele deve ter ouvido essa frase tão lapidar, mas aparentemente não ficou comovido. Era um homem simples e tudo o que esperava era que o bonde chegasse a um determinado poste. 
Chegara o outono. Vinha talvez do mar e, passando pelo nosso reboque, dirigia-se apressadamente ao centro da cidade, ainda ocupado pelo verão. Ele não vinha soluçando les sanglois longs des violons de Verlaine, vinha com tosse, na quaresma da cidade gripada. 
As folhas secas davam pulinhos ao longo da sarjeta; e o vento era quase frio, quase morno, na Rua Marquês de Abrantes. E as folhas eram amarelas, e meu coração soluçava, e o bonde roncava. 
Passamos diante de um edifício de apartamentos cuja construção está paralisada no mínimo desde 1930. Era iminente a entrada em Botafogo; penso que o resto da viagem não interessa ao grosso público. O próprio começo da viagem creio que também não interessou. Que bem me importa. O necessário é que todos saibam que chegou o outono. Chegou às 13:48 horas, na Rua Marquês de Abrantes, e continua em vigor. Em vista do que, ponhamo-nos melancólicos.





quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

12 anos!

Num dia de fevereiro veio a idéia e... voilá... o blog está aí até hoje, percorrendo assuntos, curiosidades desse Rio de Janeiro, ao longo dos tempos.

Parece que foi ontem!

Obrigada a todos que me seguem ao longo desse tempo ou parte dele. Comemoro com vocês, seguindo adiante a garimpar as saborosas histórias da gente carioca.







quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Quarta-feira de cinzas, há 95 anos... vale o bis

ACABOU-SE...



Quarta-feira de cinzas e o anúncio intitulado “Acabou-se!”, da Bayer,
publicado no final do carnaval de 1925.


 

O pierrô se rendeu ao cansaço.


Com a grafia original, o texto nos diz


"Passou o Carnaval! Já não resta mais em nosso espírito senão a doce lembrança da alegria passada. Assim é a Ventura! Passa depressa e custa caro...


E o pior é que nos sentimos cançados, tristes com o corpo mole e a cabeça a doer...



Mas fossem assim todos os males do mundo. Essa ao menos tem remedio prompto e imediato..."



sábado, 22 de fevereiro de 2020

O destaque do carnaval há 25 anos...



Em 1995, no ano do seu centenário, o Clube de Regatas do Flamengo foi enredo da Escola de Samba Estácio de Sá.

Aguardada com ansiedade pelo enredo popular sobre o Flamengo, a Estácio de Sá passou bem pela Sapucaí.

A comissão de frente formada por jogadores de futebol uniformizados agradou bastante e carregava uma grande bandeira rubro-negra, numa coreografia com ótimo efeito. O abre-alas, em dourado, vermelho e preto, estava bem resolvido, assim como o segundo carro, que contava a origem do clube de regatas, em 1895.

No carro do Japão, que simbolizava o título mundial de 1981 vieram Zico e Júnior.

Zico e Junior no desfile do Estácio de 1995


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   Assista o desfile completo





A torcida também cantou o samba nas arquibancadas...





Melhor jogador do mundo na época e recém-contratado pelo Rubro-Negro, Romário foi convidado para desfilar no último carro, o do bolo de aniversário do centenário, mas preferiu ficar nos camarotes. 

A Estácio encerrou o desfile sob aplausos e, de fato, foi uma apresentação vibrante e simpática.






quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

O carnaval de 1970... há 50 anos



Em 1970, 
Janis Joplin brincou Carnaval 
no Rio de Janeiro.


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O Carnaval carioca de 1970 teve uma participação histórica: a lendária Janis Joplin. A cantora, ícone do rock e da contracultura, veio ao Brasil com a intenção de se reabilitar da dependência da heroína.

No entanto, o cenário carnavalesco do Rio de Janeiro não ajudou Janis a se manter distante da boemia. Ela assistiu a desfiles de escolas de samba, fez topless na Praia da Macumba, foi expulsa do Copacabana Palace por nadar nua na piscina, visitou boates, e marcou o Carnaval daquele ano.

Lembrou o fotógrafo Ricky Ferreira, que hospedou a estrela no quarto e sala onde morava, no Leblon
"Janis chegou numa sexta-feira pré-folia, na companhia de Linda Gravenites, que assinava os exuberantes figurinos usados pela cantora nos palcos. No curto período em que passou na cidade, ela assistiu aos desfiles das escolas de samba na Candelária, fez topless na Praia da Macumba, foi barrada num camarote do Theatro Municipal e deu canja em inferninhos da Zona Sul, além de beber vodca, Fogo Paulista e licor de ovo como se não houvesse amanhã."

Ricky, que era fotógrafo da versão brasileira da revista “Rolling Stone”, encontrou Janis com a amiga perambulando sem rumo pelas areias da Praia de Copacabana. A musa do movimento hippie apareceu no Copacabana Palace sem marcar reserva e, segundo ele, foi expulsa do hotel depois de ter nadado nua na piscina.

Janis também soltou a voz na boate Porão 73, que ficava no Leme, a convite de Serguei. O roqueiro sempre contava que esbarrou de madrugada com a estrela no calçadão de Copacabana, agarrada ao americano David Niehaus, que ela conheceu no Brasil. Os três chegaram à porta da casa de shows às três da madrugada. Vestida com uma blusa, uma saia estampada no estilo cigana e uma faixa amarrada na cabeça, Janis por pouco não foi barrada pelo gerente da casa noturna — um português que, de acordo com Serguei, confundiu-a com uma mendiga. Lá dentro, ela levou a plateia ao delírio quando cantou um dos seus maiores clássicos, “Ball and chain”, com um copo de vodca na mão.

A boate inteira se levantou e a aplaudiu de pé.

No Copa, Janis e Ricky Ferreira foram convidados para o baile de carnaval do Theatro Municipal, pelo empresário Eronildes Alves de Oliveira — dono da rede de lojas Erontex. O estilo hippie e descolado da cantora causou alvoroço entre os foliões na Cinelândia.
 O pessoal olhava e pensava que ela era um travesti, por causa do chumaço debaixo do braço. 

Janis ficou fascinada com as fantasias de gala e os brilhos dos figurinos. No fim das contas, foram  barrados no camarote, e ela ficou uma fera. Nem quis dar entrevista para o Jerry Adriani, que estava na porta do teatro conversando com os convidados. 

No dia 8 de fevereiro, Janis pulou carnaval no Centro com o DJ e radialista Big Boy.

Do palanque — versão antiga e mais tosca dos atuais camarotes — da revista “Manchete”, ela assistiu aos desfiles das escolas de samba, que eram realizados na altura da Candelária. Janis chegou ao puxadinho sem entourage ou qualquer intenção de causar alarde. Rapidamente, instalou-se no canto esquerdo da estrutura para conferir atentamente o desfile do Salgueiro, que em 1970 defendeu o enredo “Praça Onze, carioca da gema”. Fã de Bessie Smith e fortemente influenciada pela música negra americana, Janis Joplin demonstrou ter aprovado a ginga do samba carioca.



sábado, 15 de fevereiro de 2020

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

O Futebol de areia




O futebol de areia nasceu no Rio de Janeiro, 
cresceu, se profissionalizou 
e acabou exportando uma espécie 
de "jeito carioca de viver".




A trajetória deste esporte que se confunde com a própria história do Rio. O casamento começou no início do século 20, quando Copacabana ainda era um imenso e pouco habitado areal, e o banho de mar, um método terapêutico. A popularização do esporte coincidiu com a descoberta, pelos cariocas, da praia como espaço de lazer.

Grupos de amigos começaram a se organizar em times, dividindo-se de acordo com a geografia do bairro. Equipes como o Lá Vai Bola, Juventus, Radar, Copaleme e Ouro Preto foram algumas das primeiras a ganhar fama e títulos. A elas foram se somando outras, como Colorado, Areia e Copacabana. As partidas eram realizadas sempre aos sábados, sem direito a exceções, nem mesmo para casamentos. Os times exibiam seus craques que contavam com muita disposição e também com alguns truques. Os jogadores do Dínamo (incluindo o humorista Tião Macalé), por exemplo, tinham como regra, reza a lenda,  nunca lavarem seus uniformes. Assim, sob o efeito do odor acumulado por inúmeras partidas, os adversários não conseguiam jogar direito.

A época de ouro, que durou até o final dos anos 60, com, inclusive,  a TV RIO que transmitia, ao vivo, aos sábados, com o Luiz Mendes irradiando. A direção do futebol de praia era do Major Torres Homem.

O futebol de praia gerou muitos craques para o futebol profissional. O lateral Júnior, por exemplo, que jogava no Juventus.

Houve o Torneio Interpraias no final dos anos 50. Patrocinado pelo Jornal dos Sports e pela Coca-Cola foi um grande sucesso. Na primeira edição, o Lagoa foi campeão, seguido do Cobras, Grêmio, Radar e Ouro Preto. No II Torneio Interpraias, o campeão foi o Pracinha. No III Interpraias ,o campeão foi o Radar ( O Esporte Clube Radar foi criado nas areias de Copacabana em 1932).

O “clássico” Pracinha x Radar era um acontecimento nos anos 60.

E ser juiz desses jogos na praia? Muitas vezes os árbitros saíam correndo e até fugiam a nado, dizem, para evitar apanhar. Desse tempo , Jorge José Emiliano dos Santos, o famoso Margarida, o carioca que ganhou tal apelido pelo comportamento irreverente ao apitar as partidas – tanto ao marcar faltas e distribuir cartões, geralmente com gestos exagerados, quanto por um andar espalhafatoso pelo campo.

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Nos anos 70, no entanto, o futebol de areia caiu em declínio. Muitos times desapareceram, junto com suas torcidas e os campeonatos. 

Além disso, gerou filhotes como o "beach soccer" que reduziu o número de jogadores em campo, ganhou novas regras e foi abraçado pela Fifa, que já organizou Copas do Mundo.

Mas o velho futebol de areia, onze contra onze? Ainda permanece vivo nas praias de Copacabana.




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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

REMEXENDO NO BAÚ... A Lagoa Rodrigo de Freitas


Com seus contornos verdes,
anterior às favelas e aos edifícios, depois da remoção.
Lindo espelho d´água .
Esse é o exato local em que existiu a favela da Catacumba.

À esquerda a curva do Calombo.


foto de Peter Fuss - anos 30


Foto- agência Globo - 1960

Lagoa, no tempo da favela da Praia do Pinto.

Atrás, à esquerda, o Clube Monte Líbano,
com seu janelão em arco .



Pra saber mais...

CLIQUE em

Favelas e outras curiosidades

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domingo, 12 de janeiro de 2020

REMEXENDO NO BAÚ... Samba de Verão



A música que é a cara da estação!
Foto da internet- reprodução



De Marcos e Paulo Sergio Valle ( foto acima), essa música que se ouve ano a ano, sempre se renova com diferentes arranjos e interpretações, desde a gravação original de 64. Instrumental, ou recentemente com Bebel Gilberto, ela é puro deleite para os ouvidos.


Clique e curta algumas versões !









E junto, claro, cante...


Você viu só que amor
Nunca vi coisa assim
E passou, nem parou
Mas olhou só pra mim...
Se voltar vou atrás
Vou pedir, vou falar
Vou dizer que o amor
Foi feitinho prá dar...
Olha, é como o verão
Quente o coração
Salta de repente
Para ver
A menina que vem...
Ela vem sempre tem
Esse mar no olhar
E vai ver, tem que ser
Nunca tem quem amar
Hoje sim, diz que sim
Já cansei de esperar
Nem parei, nem dormi
Só pensando em me dar...
Peço, mas você não vem

Bem!

Deixo então!
Falo só
Digo ao céu
Mas você vem...




segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Verão carioca...moda e comportamento de outros tempos

1957... a elegância do terno de linho sob o sol escaldante no Centro do Rio





1958... no tempo em que dava pra se refrescar e beber água de chafariz...

Mulheres bebem água de chafariz no Passeio Público, janeiro de 1958


1960... os sensuais maiôs de perninha, na praia de Copacabana

Banhistas na Praia de Copacabana, em janeiro de 1960


1961... quando a queridinha era a  Praia Vermelha

Banhistas lotam a Praia Vermelha, na Urca, em 1961


1974... a invasão inconveniente do frescobol na beira da praia


Frescobol na Praia do Diabo, em 1975