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sábado, 5 de abril de 2014

Art-Palácio Copacabana


Um jornal de domingo,
de 7 de abril de 1974,
40 anos,
anunciava reapresentações na telona.



Hoje as reapresentações praticamente sumiram. Infelizmente. Resta-nos, a telinha caseira e os DVDs.

E também sumiram os cinemas que as passavam.

Cantando na Chuva, do anúncio acima, passava no CINEMA 2. Ótima sala, no Posto 6,  frequentado por cinéfilos e intelectuais -  na Rua Raul Pompéia esquina da Rua Júlio de Castilho,  nos mesmos moldes do seu irmão CINEMA 1, da Prado Júnior, hoje  Hortifruti -  e que hoje virou a boate gay, Le Boy . Uma pena.

Na mesma sessão de reapresentações do jornal, aparece também a reprise de O Vampiro de Dusseldorf - clássico alemão de 1931, no Art- Palácio Copacabana -  Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 759 loja B, à direita do Metro Copacabana ( foto abaixo) -  e que hoje, depois da loja virar uma sapataria, hoje é uma filial da Renner, assim como o Metro, uma filial da C&A.












 





Saudades do Art-Palácio Copacabana
, saudades do Cinema 2!

domingo, 17 de fevereiro de 2013

40 Anos sem o mestre Pixinguinha

17 de fevereiro de 1973.

A Banda de Ipanema passava pela porta da Igreja N.S. da Paz e corria a notícia que Pixinguinha  falecera lá dentro, há pouco. Era Carnaval , fez-se silêncio e a banda tocou Carinhoso em sua homenagem.

Pra homenagear o mestre, Rosa, uma das suas mais belas composições





quarta-feira, 11 de novembro de 2009

No tempo que apagão provocava reprise na TV



O apagão de ontem, traz à lembrança uma curiosa noite, em 1969, em que a falta de luz na cidade, à noite, provocou reprise na TV, no dia seguinte.

Pois é... a novela na TV engatinhava e a sensação era Véu de Noiva, a história moderna de Janete Clair, a primeira novela ambientada no Rio de Janeiro - mostrando lugares da moda, bares e boates da cidade - marcando época pós Gloria Magadan e seus castelos, reinos e masmorras.

Exibida pela Rede Globo entre novembro de 1969 e julho de 1970 - 221 capítulos - na noite em que o episódio-chave do personagem Felício Madeira (Gilberto Martinho) é atropelado, falta luz em inúmeros bairros do Rio. Resultado: no dia seguinte o mesmo capítulo foi reapresentado.

A novela Véu de Noiva além da estréia de Regina Duarte na Globo, papel que seria feito por Thereza Amayo teve pela primeira vez uma trilha especial de músicas da atualidade e que se tornaram grandes sucessos.






Nela tínhamos como o tema de abertura Azimuth, de Marcos Vale, como tema de amor Teletema, de Antônio Adolfo e Tibério Gaspar, na voz de Regininha e Gente Humilde de Garoto, Chico Buarque e Vinicius de Moraes,por exemplo, e que aliás foi fundo musical de uma cenas mais bonitas de todos os tempos na história das telenovelas brasileiras. Protagonizada por Gilberto Martinho, seu personagem Felício, pai de Regina Duarte, Andréia, dela se despede e fica sozinho na varanda da casa junto com suas recordações. O cenário tem meia-luz, a câmera vai se afastando e percorrendo a cena, ao longo da música até o seu final.

Uma cena lindíssima, inesquecível!

No elenco de Véu de Noiva estiveram Cláudio Marzo, Regina Duarte, Claudio Cavalcanti, Glauce Rocha, Djenane Machado, Zilka Salaberry, Neusa Amaral, Gilberto Martinho, Betty Faria , Myriam Pérsia , Geraldo del Rey, José Augusto Branco, Glauce Rocha , Paulo José, Ana Ariel, Darlene Gloria. Na direção, Daniel Filho.


A primeira novela com a cara carioca, cujo slogan dizia: 

"Em Véu de Noiva tudo acontece 
como na vida real. 
A novela verdade".


Há 40 anos!




quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Já que falei de Evie...

...vai aqui, também, pra recordar!
Ela foi considerada a mais linda canção, mas tirou o 2º lugar. Teve pra defendê-la outro vozeirão, o de Bill Medley, embalado no ritmo da atualidade de então, a balada soul.

A música representante dos Estados Unidos , de Jimmy Webb - clique aqui para baixar a versão Mp3 - , autor das lindas By The Time I Get to Phoenix, Wichita Lineman e MacArthur Park foi vaiada pelo público, ao saber que ela tirou à frente de Love is All.
Mais tarde a canção foi regravada, muito bem, por Johnny Mathis e tornou a fazer sucesso. Esta versão, inclusive, durante muito tempo foi prefixo da abertura do Jornal Hoje, da Rede Globo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Há 40 anos...

... O FIC - Festival Internacional da Canção era a sensação.
Em 1969, surgiu um vozeirão que encantou a multidão: Malcom Roberts, que defendia a música da Inglaterra.
Love is All foi um sucesso, mas eu, particularmente torci por Evie, com o Bill Medley.
Vamos rever?
Clique aqui veja, ouça e recorde!