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Curiosidades Cariocas, Histórias do Rio de Janeiro,Rio Antigo, Turismo no Rio de Janeiro.
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segunda-feira, 20 de julho de 2020
Antigos jornais cariocas...há 50 anos
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jornais cariocas
Meu nome é Elizabeth,sou designer gráfica. Como carioca da gema, adoro essa cidade e gosto de compartilhar histórias vividas, ouvidas ou pesquisadas desse Rio de Janeiro.
***
Dois versos favoritos:
"Eu teria um desgosto profundo, se faltasse um Flamengo no mundo" (Hino do Flamengo) e
"Rio você foi feito pra mim" (Samba do Avião)
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Adeus ao Jornal do Commercio do Rio de Janeiro
Circula nesta sexta-feira a última edição do “Jornal do Commercio”, do Rio
de Janeiro, cuja primeira edição foi publicada em
1º de outubro de 1827.
O diário com foco em economia, ao longo de sua história teve papel importante no movimento que culminou com a abdicação de D. Pedro I ao trono. Seu filho e sucessor, D. Pedro II , lá, escreveu sob pseudônimo e passaram pelo jornal colaboradores como José Maria da Silva Paranhos (Barão do Rio Branco), José de Alencar, Joaquim Nabuco, Rui Barbosa, Visconde de Taunay, Euclides da Cunha entre outros.
Avisos, anúncios e notas publicadas no Jornal do Commercio se tornam curiosas e interessantes leituras para se conhecer a sociedade carioca de outros tempos.
" REMÉDIO CERTO
Aviso importante: as pessoas sujeitas a constipações, gripes, irritações na garganta ou no peito encontrarão o remédio certo e infalível no uso do Xarope de Nafé de Delangrenier. Este xarope, que tem por base o fruto de nafé, pode ser dado às crianças, mesmo as menores, sem qualquer tipo de reação. Por isso, é recomendado à toda a família. Na rua do Ouvidor, número 127
. ESPELHO DE AMOR
Saiu à luz e está à venda na casa dos editores E. e H. Laemmert, nesta corte do Rio de Janeiro, a interessante obra Novo Espelho de Amor, ou A Arte de fazer a corte às mulheres e conquistar-lhes o coração. O livro dá conselhos aos homens para que sejam vitoriosos no amor e consigam concluir um feliz casamento com uma dama exigente. A obra original é francesa e está muito bem traduzida ao português
. SALA
Atenção: aluga-se uma bonita sala, com alcova, na Rua das Laranjeiras, número 2, em ótimo local desta corte do Rio de Janeiro. Na frente há um grande terraço, com linda vistas e bons ares. O preço é dos mais moderados, inclusive pela beleza e qualidade da casa e de suas cercanias. Quem a pretender pode ir à própria casa, que fica próxima à nova igreja do Campo do Machado
. LIÇÕES
Dão-se lições de música, piano, canto e flauta em casas particulares desta corte do Rio de Janeiro e cercanias. O método é dos mais efetivos, permitindo ao aluno aprender com brevidade e não esquecer do que aprendeu. Para tratar é necessário ir à Rua do Fogo, número 47, 1º andar, na capital do império. O professor pode dar fiança de seus conhecimentos e de sua conduta com os alunos
. RETRATISTA
O retratista Emil O. Bauch, de volta de uma longa viagem, participa ao respeitável público, e em especial aos seus fregueses habituais e amigos na corte do Rio de Janeiro, que mudou seu endereço para a Rua do Sabão, número 66, 2º andar. Neste novo endereço ele se compromete a manter a qualidade de seus serviços, o bom preço e o atendimento que sempre dispensou a todos."
Em tempo:
. Rua do Fogo ... também chamado Caminho Prás Pedreiras, no Largo do Capim, é a atual Rua dos Andradas, onde viveu Machado de Assis logo após se casar com sua amada Carolina, em 1869.
. Rua do Sabão... foi, inicialmente, denominada Antigo Caminho do Cruzeiro da Candelária e, depois, Caminho de Gonçalo Gonçalves. Foi também conhecida como Travessa do Azeite do Peixe, depois mudando para Rua dos Escrivães e Rua de Bom Jesus. Depois de por muito tempo ser denominada de Rua do Sabão da Cidade Velha, em 1870 passou finalmente a se denominar Rua General Câmara, desapareceu completamente quando da construção da Avenida Presidente Vargas, na década de 1940.
. Campo do Machado ... quando foi fundada a Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em 1565, ali existia um grande terreno alagadiço, tendo sido denominado Lagoa do Suruí e depois, Lagoa da Carioca, em função do Rio Carioca que ali desaguava para formar um delta, seguindo vários caminhos, ou vertentes .
Após aterramento passou a ser denominado Campo das Pitangueiras, depois Campo das Laranjeiras e mais tarde ser o Campo ou Largo do Machado e, a partir de 1843, passar a se chamar Praça da Glória, após a construção da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória.
A partir do falecimento do General Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias - Patrono do Exército Brasileiro, passou a se chamar Praça Duque de Caxias, para final e definitivamente voltar a ser conhecida por um dos anteriores nomes; Largo do Machado.
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"Rio você foi feito pra mim" (Samba do Avião)
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
No Rio, o primeiro jornal feminino do Brasil
O ano de 1808 marca o início da imprensa no Brasil, mas até meados do
século XIX só surgiam, pelo país, jornais organizados por homens com conteúdo,
em geral, voltados ao público masculino.
Apenas em 1852 surgiu o JORNAL DAS SENHORAS, periódico organizado
e dirigido por mulheres no Brasil, publicado na cidade do Rio de Janeiro entre
os anos de 1852 e 1855.
A
Corte, capital do Império, em meados do século XIX, passou por um remodelamento
espacial. Com o excedente de capital resultante do fim do tráfico negreiro,
houve a implantação do sistema de esgotos e da iluminação a gás e, com isso,
surgiram novas formas de sociabilidade para as mulheres e crianças. As famílias
de elite passaram a frequentar o Passeio Público, a rua do Ouvidor, onde havia
confeitarias e lojas elegantes. Nesse contexto, o Jornal das Senhoras,
propiciava às mulheres lerem folhetins franceses, como "A Dama das Camélias", de
Alexandre Dumas, tocar partituras de piano, ter acesso a figurinos de moda
franceses e debater a emancipação moral da mulher mediante a
educação.
A criadora e primeira diretora do JORNAL DAS SENHORAS foi a
argentina Joanna Paula Manso de Noronha, que permaneceu seis meses na
direção e depois a deixou para Violante Atalipa Ximenes de Bivare
Vellasco, sua colaboradora. Defensora da inteligência feminina, Joanna queria convencer a todos de que "Deus deu à mulher uma alma e a fez igual ao homem e sua companheira".
Apesar de não ter atingido toda a sociedade carioca o JORNAL DAS
SENHORAS deixou sua marca. A marca de redatoras
que contestavam o domínio masculino na direção dos veículos de imprensa, com
linguagem intimista buscando a aproximação das leitoras, e que embora ainda receosas
com a liberdade imposta pelo jornal, a marca de mulheres que participavam do jornal
mandando artigos anônimos ou usando nomes falsos.
Pioneiro o JORNAL DAS SENHORAS sofreu oposição mesmo na capital do país.
Foi alvo de críticas de ambos os sexos e encerrou suas edições em 1855, três
anos após a sua fundação.
A última edição do JORNAL DAS SENHORAS foi em 30 de dezembro de 1855, que tinha o informe
A última edição do JORNAL DAS SENHORAS foi em 30 de dezembro de 1855, que tinha o informe
“ apenas uma parada, que julgamos necessaria,
no próximo anno de 1856;
e com o favor de Deus
o Jornal das Senhoras reapparecerá em 1857"
O jornal não voltou e apesar do pouco tempo de duração foi significativo
para a sociedade carioca, influenciando os costumes, com características
culturais de outros países e possibilitando novas experiências. As redatoras buscaram questionar o papel das mulheres em
sociedade e ao mesmo tempo expor valores que eram entendidos como os melhores a
serem vivenciados no país.
O JORNAL DAS SENHORAS esteve à frente do seu tempo propondo uma emancipação
moral e intelectual da mulher, destacando a importância da sua educação e
criticando a ideia de que a mulher era propriedade masculina.

Vale muito a pena passear pelas edições, que estão disponibilizadas na Hemeroteca da Biblioteca Nacional.
EM TEMPO: agradecemos ao amigo leitor do blog Vitor Floresta de Miranda. que sugeriu o tema.
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Meu nome é Elizabeth,sou designer gráfica. Como carioca da gema, adoro essa cidade e gosto de compartilhar histórias vividas, ouvidas ou pesquisadas desse Rio de Janeiro.
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Dois versos favoritos:
"Eu teria um desgosto profundo, se faltasse um Flamengo no mundo" (Hino do Flamengo) e
"Rio você foi feito pra mim" (Samba do Avião)
terça-feira, 10 de junho de 2014
o carioca Jornal dos Sports
A simpática presença da seleção da Holanda aqui pelas bandas de Ipanema e sua cor - laranja - tão sintonizada com os ares cariocas, me lembrou a Laranja Mecânica, lá atrás da Copa de 1974. Elogiada e favorita deslumbrou a todos.
Os jornais só tinham manchete pra ela, que até dividia as manchetes com a seleção brasileira.
O jornal carioca , o Jornal dos Sports era um deles. No confronto Brasil x Holanda ...
Foi,também, no Jornal dos Sports que Henfil criou personagens que se tornaram mascotes das torcidas, como o Urubu (substituindo o marinheiro Popeye como símbolo do Flamengo).
Infelizmente, depois de sucessivas trocas de comando, o Jornal dos Sports teve sua publicação encerrada em 2010.
Os jornais só tinham manchete pra ela, que até dividia as manchetes com a seleção brasileira.
O jornal carioca , o Jornal dos Sports era um deles. No confronto Brasil x Holanda ...
O Jornal dos Sports, jornal esportivo do Rio, foi fundado pelo jornalista Argemiro Bulcão em 1931.
Ficou famoso por suas páginas em cor-de-rosa, inspiradas no jornal francês L´Auto e a ideia presente no nome do jornal era de valorizar todas as modalidades esportivas e ,inicialmente, cada edição tinha apenas quatro páginas, todas impressas em preto e branco e era vendida ao preço de 100 réis. Só em 23 de março de 1936, o jornal foi impresso pela primeira vez em página cor- de- rosa.
O Jornal dos Sports teve , tempos mais tarde, como proprietário o jornalista Mário Filho, que nas suas páginas escreveu uma série de crônicas defendendo a construção do estádio do Maracanã para a Copa do Mundo de 1950.
À frente do jornal, Mário promoveu uma série de inovações. Nos anos 40, introduziu tiras e quadrinhos como forma de ilustrar a participação dos clubes no Campeonato Carioca de futebol. Também foi de responsabilidade de Mário Filho a criação de competições promovidas pelo jornal, como os Jogos da Primavera, em 1947, e o Torneio de Pelada do Aterro do Flamengo, em 1951. Além disso, propôs a criação do Torneio Rio-São Paulo de futebol.
Passaram pelas páginas do Jornal dos Sports colaboradores como José Lins do Rego, Nelson Rodrigues, José Ramos Tinhorão, Alex Viany, Zuenir Ventura, Reinaldo Jardim, Ziraldo, Jaguar, Torquato Neto dentre outros.
Ficou famoso por suas páginas em cor-de-rosa, inspiradas no jornal francês L´Auto e a ideia presente no nome do jornal era de valorizar todas as modalidades esportivas e ,inicialmente, cada edição tinha apenas quatro páginas, todas impressas em preto e branco e era vendida ao preço de 100 réis. Só em 23 de março de 1936, o jornal foi impresso pela primeira vez em página cor- de- rosa.
O Jornal dos Sports teve , tempos mais tarde, como proprietário o jornalista Mário Filho, que nas suas páginas escreveu uma série de crônicas defendendo a construção do estádio do Maracanã para a Copa do Mundo de 1950.
À frente do jornal, Mário promoveu uma série de inovações. Nos anos 40, introduziu tiras e quadrinhos como forma de ilustrar a participação dos clubes no Campeonato Carioca de futebol. Também foi de responsabilidade de Mário Filho a criação de competições promovidas pelo jornal, como os Jogos da Primavera, em 1947, e o Torneio de Pelada do Aterro do Flamengo, em 1951. Além disso, propôs a criação do Torneio Rio-São Paulo de futebol.
Passaram pelas páginas do Jornal dos Sports colaboradores como José Lins do Rego, Nelson Rodrigues, José Ramos Tinhorão, Alex Viany, Zuenir Ventura, Reinaldo Jardim, Ziraldo, Jaguar, Torquato Neto dentre outros.
Foi,também, no Jornal dos Sports que Henfil criou personagens que se tornaram mascotes das torcidas, como o Urubu (substituindo o marinheiro Popeye como símbolo do Flamengo).
Infelizmente, depois de sucessivas trocas de comando, o Jornal dos Sports teve sua publicação encerrada em 2010.
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Meu nome é Elizabeth,sou designer gráfica. Como carioca da gema, adoro essa cidade e gosto de compartilhar histórias vividas, ouvidas ou pesquisadas desse Rio de Janeiro.
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"Eu teria um desgosto profundo, se faltasse um Flamengo no mundo" (Hino do Flamengo) e
"Rio você foi feito pra mim" (Samba do Avião)
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Rio cidade mais feliz do planeta!
"Desde que Fred Astaire e Ginger Rogers apareceram no filme Voando para o Rio, em 1933, o mundo ficou fascinado com o Rio de Janeiro "

Revista Forbes - 2009 - The World's Happiest Cities
Eles constataram o que nós já sabíamos!...
...E o jornal carioca O DIA mais uma vez esbanjou criatividade na sua primeira página.

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sábado, 27 de junho de 2009
Outra capa de jornal carioca dá banho de criatividade e inclusive ganha destaque internacional.
Foi a do jornal EXTRA de ontem, que o site de editores e fotógrafos dos Estados Unidos - blog Photo District News - elegeu como a melhor do mundo, na retratação da morte do cantor.
Foi a do jornal EXTRA de ontem, que o site de editores e fotógrafos dos Estados Unidos - blog Photo District News - elegeu como a melhor do mundo, na retratação da morte do cantor.

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