terça-feira, 20 de julho de 2021

140 anos da publicação de "Memórias póstumas de Brás Cubas"

 


Em 1881, 
era publicado o livro
 "Memórias póstumas de Brás Cubas", 
de Machado de Assis.




É considerada uma das principais obras do autor. Foi desenvolvido, entre março a dezembro de 1880, como folhetim para a Revista Brasileira e editado no ano seguinte como livro pela então Tipografia Nacional.






A 1ª edição está disponível na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP, nesse link.


quinta-feira, 15 de julho de 2021

Crônica Carioca de Todos os Tempos...Rubem Braga


Essa crônica maravilhosa
de Rubem Braga 
foi publicada em 15 de julho de 1961. 
Há 60 anos.




domingo, 4 de julho de 2021

6 de julho, Copacabana... 129 anos


A pintora e escritora inglesa Maria Graham,
 em 1824, 
publicou o primeiro livro 
que mencionava Copacabana. 





 Em seu livro Diário de uma viagem ao Brasil, a autora faz este relato: 





“Depois que voltei, juntei-me a um alegre grupo num passeio a cavalo a Copacabana, pequena fortaleza que defende uma das baías atrás da Praia Vermelha e de onde se pode ver algumas das mais belas vistas daqui. 
As matas das vizinhanças são belíssimas e produzem grande quantidade de excelente fruta chamada cambucá, e nos morros o gambá e o tatu encontram-se frequentemente”.



No seu diário, elogia a beleza do Rio 

"A extrema beleza desta terra é tal que é impossível deixar de falar e pensar nela para sempre; não há curva que não apresente algum panorama tão belo quanto novo"

 e a simpatia do povo 

"Onde quer que estejam brasileiros, dos mais importantes aos mais ínfimos, devo dizer que sempre encontrei a maior amabilidade; desde o fidalgo, que me procura em trajes de corte, até o camponês, ou o soldado comum, todos têm-me dado oportunidade de admirar-lhes a cortesia e de lhes ser grata"


Artista sem formação profissional, nutria encanto tipicamente britânico pelas plantas e flores que, entretanto, lhe interessavam como pretextos para descrições poéticas. Escreveu, por exemplo:

"Todas as vezes que passo por um bosque no Brasil, vejo plantas e flores novas, e uma riqueza de vegetação que parece inexaurível.
Hoje vi flores de maracujá de cores que dantes nunca observara: verdes, róseas, escarlates, azuis, ananases selvagens de belo carmesim e púrpura; chá selvagem, ainda mais belo do que o elegante arbusto chinês, palmeiras de brejo e inúmeras plantas aquáticas novas para mim.
Em cada lagoazinha patos selvagens, frangos d´água e variedades de marrecos, nadam por ali com orgulho gracioso..."



Maria Graham  - depois Maria Callcott após seu segundo casamento com Augustus Callcott- permaneceu no Brasil até 1826, ensinando à jovem princesa (futura rainha de Portugal) e tornando-se amiga íntima da imperatriz, Arquiduquesa Maria Leopoldina da Áustria, que apaixonadamente compartilhava seus interesses pelas ciências naturais. Intrigas palacianas fizeram com que tivesse de deixar o Palácio em outubro, mas permaneceu na cidade, só voltando à terra natal em 1825.



"O cemitério inglês fora dos limites do Rio de Janeiro" 1823. Desenho de Maria Graham no Journal of a Voyage to Brazil.


"Laranjeiras fora dos limites do Rio de Janeiro 1821. Desenho de Maria 
Graham  no Journal of a Voyage to Brazil.




terça-feira, 8 de junho de 2021

Programas dos cinema cariocas

 

Hoje chega a notícia de mais um cinema de rua que fecha no Rio : o CINE ROXY, em Copacabana. Um dos representantes de um tempo marcante de diversão dos cariocas.

E houve um tempo em que 
quando íamos ao cinema, 
lá estava o programa da semana.


Eram os lançamentos, os resumos, fotos dos artistas. Depois foram sumindo, até que desapareceram. 

Ficaram os exemplares de colecionadores para nos recordarem desse tempo de glamour dos cinemas cariocas. Vale esse passeio gráfico.









  












quinta-feira, 3 de junho de 2021

José Lins do Rego, 120 anos

Nesse dia 3 de junho celebramos os 120 anos de JOSÉ LINS DO REGO.

Nosso grande escritor também tem uma faceta pouco conhecida. A de grande cronista.
Publicou mais de duas mil crônicas entre 1944 e 1956. Escreveu sobre Chaplin, Buster Keaton, Walt Disney e Branca de Neve. 

O autor também manteve a coluna fixa “Conversa de lotação”, inspirada em papos que ouvia no transporte público.


PRA SABOREAR... três dessas crônicas garimpadas.


. 11 de Agosto de 1949





30 de setembro de 1948




4 de dezembro de 1948