terça-feira, 3 de agosto de 2021

DRUMMOND SOBRE VINICIUS



Texto de Carlos Drummond de Andrade 
sobre Vinicius de Moraes,  
publicado no Jornal do Brasil, 
capa do Caderno B, em 11 de julho de 1980. 

O poetinha tinha acabado de falecer.









domingo, 1 de agosto de 2021

Brrrrrr...que frio!

 

É o Rio que mora no mar e... gelado.





Em 2010 também fazia um inverno gélido. As temperaturas estacionavam nos 15ºC e os cariocas sofriam.

Esse ano desceu para 12, 10 e 9 em madrugadas quase torturantes.

 No entanto isso não chega nem perto do recorde oficial de menor temperatura já registrada na cidade: 4,8ºC, no Campo dos Afonsos, em julho de 1928.

Mas as temperaturas mínimas, no período de 1946 e 1955, também alcançaram média inferior a 15 °C, em vários desses anos, chegando a registrar a mínima de 12 °C, em julho de 1946.

Em junho de 1962, o Rio sofreu com os 14ºC, de média, registrados na cidade.

No Alto da Boa Vista as temperaturas costumam despencar. Por lá é comum a temperatura passear pelos 10 graus e vizinhanças.

Brrrr.....


terça-feira, 20 de julho de 2021

140 anos da publicação de "Memórias póstumas de Brás Cubas"

 


Em 1881, 
era publicado o livro
 "Memórias póstumas de Brás Cubas", 
de Machado de Assis.




É considerada uma das principais obras do autor. Foi desenvolvido, entre março a dezembro de 1880, como folhetim para a Revista Brasileira e editado no ano seguinte como livro pela então Tipografia Nacional.






A 1ª edição está disponível na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP, nesse link.


quinta-feira, 15 de julho de 2021

Crônica Carioca de Todos os Tempos...Rubem Braga


Essa crônica maravilhosa
de Rubem Braga 
foi publicada em 15 de julho de 1961. 
Há 60 anos.




domingo, 4 de julho de 2021

6 de julho, Copacabana... 129 anos


A pintora e escritora inglesa Maria Graham,
 em 1824, 
publicou o primeiro livro 
que mencionava Copacabana. 





 Em seu livro Diário de uma viagem ao Brasil, a autora faz este relato: 





“Depois que voltei, juntei-me a um alegre grupo num passeio a cavalo a Copacabana, pequena fortaleza que defende uma das baías atrás da Praia Vermelha e de onde se pode ver algumas das mais belas vistas daqui. 
As matas das vizinhanças são belíssimas e produzem grande quantidade de excelente fruta chamada cambucá, e nos morros o gambá e o tatu encontram-se frequentemente”.



No seu diário, elogia a beleza do Rio 

"A extrema beleza desta terra é tal que é impossível deixar de falar e pensar nela para sempre; não há curva que não apresente algum panorama tão belo quanto novo"

 e a simpatia do povo 

"Onde quer que estejam brasileiros, dos mais importantes aos mais ínfimos, devo dizer que sempre encontrei a maior amabilidade; desde o fidalgo, que me procura em trajes de corte, até o camponês, ou o soldado comum, todos têm-me dado oportunidade de admirar-lhes a cortesia e de lhes ser grata"


Artista sem formação profissional, nutria encanto tipicamente britânico pelas plantas e flores que, entretanto, lhe interessavam como pretextos para descrições poéticas. Escreveu, por exemplo:

"Todas as vezes que passo por um bosque no Brasil, vejo plantas e flores novas, e uma riqueza de vegetação que parece inexaurível.
Hoje vi flores de maracujá de cores que dantes nunca observara: verdes, róseas, escarlates, azuis, ananases selvagens de belo carmesim e púrpura; chá selvagem, ainda mais belo do que o elegante arbusto chinês, palmeiras de brejo e inúmeras plantas aquáticas novas para mim.
Em cada lagoazinha patos selvagens, frangos d´água e variedades de marrecos, nadam por ali com orgulho gracioso..."



Maria Graham  - depois Maria Callcott após seu segundo casamento com Augustus Callcott- permaneceu no Brasil até 1826, ensinando à jovem princesa (futura rainha de Portugal) e tornando-se amiga íntima da imperatriz, Arquiduquesa Maria Leopoldina da Áustria, que apaixonadamente compartilhava seus interesses pelas ciências naturais. Intrigas palacianas fizeram com que tivesse de deixar o Palácio em outubro, mas permaneceu na cidade, só voltando à terra natal em 1825.



"O cemitério inglês fora dos limites do Rio de Janeiro" 1823. Desenho de Maria Graham no Journal of a Voyage to Brazil.


"Laranjeiras fora dos limites do Rio de Janeiro 1821. Desenho de Maria 
Graham  no Journal of a Voyage to Brazil.