
É preciso fazer um quem é quem nas ruas do Rio.
Começamos pela rua Francisco Otaviano, no final de Copacabana, no posto 6. É a última rua transversal à Avenida Atlântica e se liga ao bairro de Ipanema, saindo na Avenida Vieira Souto.
Francisco Otaviano de Almeida Rosa, advogado, jornalista, político, diplomata e poeta, nasceu no Rio de Janeiro em 26 de junho de 1825, e aqui faleceu em 28 de junho de 1884.
É o patrono da Cadeira n. 13, da Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Visconde de Taunay.
Como jornalista, empenhou-se com entusiasmo nas campanhas do Partido Liberal e tomou parte preponderante na elaboração da Lei do Ventre Livre, em 1871 .
Poeta desde menino, não se dedicou suficientemente à literatura. Ele mesmo exprimiu com freqüência a tristeza de haver sido arrebatado à poesia pela política, por ele chamada de "Messalina impura", num epíteto famoso.
Como jornalista, empenhou-se com entusiasmo nas campanhas do Partido Liberal e tomou parte preponderante na elaboração da Lei do Ventre Livre, em 1871 .
Poeta desde menino, não se dedicou suficientemente à literatura. Ele mesmo exprimiu com freqüência a tristeza de haver sido arrebatado à poesia pela política, por ele chamada de "Messalina impura", num epíteto famoso.
Ficou para sempre inscrito entre os nossos poetas da fase romântica.
Abaixo a linda Ilusões de Vida.
"Quem passou pela vida em branca nuvem
E em plácido repouso adormeceu;
Quem não sentiu o frio da desgraça,
Quem passou pela vida e não sofreu,
Foi espectro de homem - não foi homem,
Só passou pela vida - não viveu."



