segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Orgulho e paixão

Ontem,
na hora a emoção, logo após o término do jogo, só deu pra por uma única imagem. Alegre, sorridente e brincalhona. Ela bastava.

Hoje
é preciso mostrar e falar um pouco mais dessa NAÇÃO, de todas as idades, que vestiu, lindamente, a cidade de vermelho e preto, de norte a sul.




Fotos: jornal Extra, o Globo - reprodução da internet


Uma NAÇÃO que renovou os estádios.
Uma NAÇÃO que traduziu amor em cantos com letras e melodias a cada jogo, a cada momento, a cada conquista.
Uma NAÇÃO de muitas coreografias.
Uma NAÇÃO no Rio e no mundo.

Muitos dos que ontem comemoravam não viram e viveram os outros cinco títulos.

EU VI! EU TORCI! EU VIVI!

Cada um com seu sabor diferente. O gol de Nunes, em 80 - no final do segundo tempo - que começou tudo e considero inesquecível, o grande gol da história pra mim.

Depois, 82 contra o Grêmio, 83 contra o Santos, 87 contra o Atlético Mineiro, de novo, e 92 o grande Junior comandando a festa.

Em todos esses momentos uma figura especial esteve presente. E ontem, também. Em outra posição, regendo de maneira nobre e equilibrada.

Andrade. O grande nome.


E aí aparece outro momento histórico assinado pelo Flamengo: o primeiro treinador negro, da história do futebol brasileiro a comandar um grande time e ser campeão. Isso só poderia ter a assinatura rubro-negra. O Flamengo a deixar de lado os almofadinhas pernósticos de terno e pranchetas de cálculos e estratégias matemáticas.

Andrade treinou, formou um time com o que bastava: competência, serenidade, entendimento. Características dos que têm realmente talento. Dos que fazem mais do que falam. Dos que realizam mais do que fazem alarde.

Esse é o verdadeiro hexacampeão! E a ele todos nós agradecemos!

ESSE É O CARA!

Dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, ô
Dá-lhe, dá-lhe, dá-lhe, ô

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