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domingo, 28 de outubro de 2018

Praia do Flamengo através dos tempos




No início do século XIX e seus casarões

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A Ressaca dos anos 50, antes do aterro

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A Praia super frequentada nos anos 60.

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O engarrafamento, nos anos 1950. À esquerda os jardins do Palácio do Catete, á época sede do governo do Brasil.

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quarta-feira, 9 de maio de 2018

Praia de Copacabana...anos 50




Eu sei que a duplicação foi necessária, mas que beleza a antiga praia!
Também um perigo quando a maré chegava e ultrapassava a areia...



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1951


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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

ARPOADOR, segundo Drummond


Essa Crônica Carioca de Todos os Tempos, de 1963,
leva a assinatura de Carlos Drummond de Andrade,
e nesse tempo de verão e praias, tem tudo a ver.

Fala-nos do charmoso Arpoador.

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"Pediram-me que definisse o Arpoador. É aquele lugar dentro da Guanabara e fora do mundo, aonde não vamos quase nunca, e onde desejaríamos (obscuramente) viver. 
Viver sempre, para sempre, no Arpoador: sonho que não ousamos acalentar, de tal maneira aderimos à armadura urbana, e mal sabemos o que é cidade e o que é indivíduo. Ir ao Arpoador, de manhã, de tarde, é quanto nos permitimos. Mesmo assim, com que intenções. 
Há os namorados, que querem dar a seu namoro moldura atlântica, céu e onda por testemunhas. Julgam-se merecedores de acompanhamento sinfônico-paisagístico, e não percebem que o Arpoador, áspero e depurado na condição de rocha, está acima e além de namorados. 
Há os que vão pescar, ou pensam que Caiçaras de beira mantêm relações com o mar molhando os pés na poça limosa. Sem olhos para o que é visão e cosmovisão, ouvidos para o que conta o vento chegado de viagem, insetos na pele da natureza, depositam aqui e ali acessórios mofinos: sandálias, sanduíches, jornais. E enrolando e desenrolando monotonamente a linha, que acaba se partindo entre pedras, julgam estar no Arpoador, mas o Arpoador não está neles. 
Há os que seguem o rito pequeno- burguês de domingo e feriado, e misturam Arpoador a praia, peteca, sorvete, cineminha, ajantarado, Jóquei. Chegam, passam, e é como se nunca vissem o Arpoador, pois não o decifram. 
E os que procuram estar sós, roídos de dor moral ou desgosto de superfície, os que fazem do Arpoador berço para ninar angústia. Que entendem de solidão? O Arpoador é dos reinos mais povoados e movimentados da terra: espaço, luz e forma estão ali em contínua diversificação, criando-se e recriando-se com a mobilidade de arquitetura aérea. É solidão, sim, mas que diferente do comum estar só com as nossas pobrezas e limitações. 
Há também o que vai para se entregar, ser um com o Arpoador, mil-partido. O que, recebendo na cara a neblina da onda mais alta, sente o preço de dádiva a ninguém oferecida, e cujo destino é perder-se e repetir-se. O que não pede poesia nem consolo nem peixe nem cenário nem esquecimento, mas abarca e absorve o Arpoador em sua infinitude, apenas com se deixar levar e dissolver, ponto mínimo, imperceptível, na massa de ar, nuvem, brisa, penedo, sentimento imemorial de vida. 
Vi a tarde cair no Arpoador; não era bem isso, mas Arpoador e tarde se transfundindo, errando em extensão ilimitada. Rudes forças, poderosos silêncios coados no rumor, salinos murmúrios se iam juntando, compondo severa música, desfalecendo. Não irromperam cores espetaculares para turismo.  
O sol recolhia-se com dignidade. Laivos de prata-pérola amorteciam o verde da água. Neutra, a mancha das casas. Montanhas ganhavam leveza de pássaro, sumiam. Senti o balanço, a respiração, o concentrar-se da hora diferente de todas, porque se livrara do tempo, e a mim também me livrava.  
Assim é o Arpoador."

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Início da Praia do Flamengo

Praia do Flamengo em 1903. Trata-se da construção da avenida que margeia a Baía de Guanabara. Foi o primeiro aterro na região. Ao fundo, o Morro da Viúva.

Praia do Flamengo em 1903. 

A construção da avenida que margeia a Baía de Guanabara foi o primeiro aterro na região. Ao fundo, o Morro da Viúva.

domingo, 28 de setembro de 2014

Elegância Praiana no Rio

A ousadia e pioneirismo dos frequentadores das areias da orla carioca.
Como dizia Ibrahim Sued... DOMINGO , DIA DE PERNAS DE FORA.

Anos 20



 



Fotos: reprodução/ internet



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

verão 2012...Arpoador ontem e hoje

Garimpando pela internet encontrei essa interessante foto do Arpoador.

Construções que não mais existem, tempo do acesso por uma rua estreita, sem o calçadão dos dias atuais, aquele posto de salvamento da torre, das barracas de pano, sem os camelôs e barraqueiros.

Quanta diferença... 


Hoje, do mesmo ângulo, vemos o cantinho de Ipanema, assim, como abaixo ...tão bonito e delicioso quanto antes.






domingo, 6 de fevereiro de 2011

Recordações de Domingo...praias cariocas


Houve um tempo, no Rio, de muitas praias. As pessoas frequentavam as próximas às suas casas.

Tinha praia no subúrbio, no Centro, ao redor da Baía de Guanabara  antes do túnel, e, acreditem, os mais novos, que eram todas ótimas e limpas.





praia de Ramos - 1957

praia de Botafogo - 1963

praia do Flamengo - anos 50


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Ipanema com chuva

A Praia de Ipanema em 1950 em dias chuvosos como os de hoje.
Que nuvem preta, não?


domingo, 31 de janeiro de 2010

Domingo na praia...

Foto: Coleção George Ermakoff

Que tal ir do Posto 6, do Cassino Atlântico ( o belo prédio art deco da esquina) até a praia de Ipanema ( lá no fundo), pela rua Franciso Otaviano ?
Ou que tal descer a avenida Atlântica, tranquila, no ônibus solitário (à esquerda)?
Ah...
...o casario, os terrenos baldios, as ruas com pouco trânsito, sem poluição, as árvores na areia...
Reparem também a avenida Rainha Elizabeth, à direita.

Quanta diferença!

Assim era a orla em 1935. Há quase 80 anos!

domingo, 24 de janeiro de 2010

Rio 40º...


Pra encerrar a série que tal uma caminhada pela praia do Leblon até o Hotel Leblon (último prédio à esquerda), lá no final ?
Vendo encostas com matas, casario baixo, vegetação nativa na areia.
Com a brisa do mar, sem ser represada pelos prédios, nem deveria ser tão quente assim, naquele tempo.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O carioca e a praia

Parece cena dos dias atuais. Mas a foto é de ...1934.

Hoje é Posto Nove, Barra. Naquela época, Praia do Flamengo.

Carioca sempre gostou de praia!