domingo, 31 de dezembro de 2017




sábado, 30 de dezembro de 2017

A ROSA centenária de Pixinguinha

A valsa Rosa do mestre Alfredo da Rocha Viana Filho, o Pixinguinha, um primor tanto na versão original, sem letra, quanto na versão mais conhecida com letra de Otávio de Souza foi composta em 1917 e possui algumas curiosidades.

O título original era Evocação. E como manda a regra e a tradição do choro, a música foi composta em três partes. Mais tarde, recebeu letra apenas para primeira e segunda partes e foi gravada e regravada muitas vezes dessa forma.

Rosa e suas três partes

 

Aliás, a letra de Rosa é um capítulo à parte. Rebuscada, parnasiana e lindíssima foi composta pelo improvável Otávio de Souza. Otávio era um mecânico de profissão, morador do Engenho de Dentro e que morreu jovem e nunca compôs nada parecido com Rosa. Um compositor de uma única música, uma obra prima.
Conta a lenda que Otávio se aproximou de Pixinguinha enquanto o Mestre bebia em um bar do subúrbio carioca para falar que havia uma letra que não saía de sua cabeça toda vez que ouvia a valsa. Pixinguinha ouviu e ficou maravilhado.
A gravação clássica é a de  Orlando Silva que foi a responsável pela popularização de Rosa, com erro de concordância e tudo no trecho "sândalos dolente". Rosa era a canção preferida da mãe de Orlando Silva, Dona Balbina. Após sua morte, em 1968, Orlando Silva jamais voltou a cantar a canção pois sempre chorava.




O desafio de regravar  Rosa foi tentado por alguns intérpretes dentre eles Marisa Monte e Caetano Veloso.







terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Um dos primeiros moradores de Ipanema

Corria o ano de 1917, há 100 anos...

... quando as Companhias Construtoras Gávea e Ipanema promoveram um boom imobiliário na orla da Zona Sul. 

E o principal garoto propaganda era... o cronista João do Rio.

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Foi um dos primeiros moradores de Ipanema, quando o famoso bairro ainda era um imenso areal. Recebeu dois terrenos como pagamento de seus artigos louvando o local, encomendados por um incorporador imobiliário.

O plano da Companhia Construtora Ipanema de urbanização do Leblon Foto: Divulgação/Cassará Editora/Acervo SGE

Em artigo no jornal “O Paiz” ( 22 de maio de 1917), ele chamava o local de “Praia Maravilhosa”.

 Não foi à toa que ele comprou uma casa nos primórdios da Avenida Vieira Souto.












segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

FELIZ NATAL!



 A todos os amigos e seguidores
do RIO QUE MORA NO MAR,
 inspirada pelo poeta Jorge de Lima 
que um dia escreveu...





Que o menino do carpinteiro sempre segure firme sua mão,
 e lhe dê a força necessária a cada momento.

F E L I Z   N A T A L   A   T O D O S !


domingo, 17 de dezembro de 2017

A linda e eterna música carioca

A linda composição de Tom Jobim  e Vinícius de Moraes, Estrada Branca, composta em 1958, ao longo de quase 60 anos - desde a primeira gravação com a divina Elizete Cardoso , também em 1958 - em interpretações maravilhosas.

Vale ouvir e muito! 
Para ouvidos exigentes!











AND LAST BUT NOT LEAST...


A ESPETACULAR VERSÃO INSTRUMENTAL...