Ficou para trás o tempo do 'spumoni', o tijolo de sorvete colorido na Colombo. Mas o banana split e o ice cream soda sobrevivem no Cirandinha, quase em frente à deliciosa Paradis, onde o francês Pierre Cornet-Vernet expõe sua coleção de macarons, biscoitinhos que a Rainha Catherine de Medicis já devorava no século 16.
É assim Copacabana: tradicional e contemporânea, múltipla e exclusiva. Com o faro apurado, as doçuras se revelam.
Na Boulangerie Guerin, do francês Dominique Guerin, que também escolheu Copacabana para seus pães e doces que parecem joias, a tartelete de frutas vermelhas e o eclair de baunilha, a popular bomba, justificam parada para um café com 'pâtisserie'.
Do outro lado da avenida, além dos macarons em sabores como chandon rosé, gorgonzola com nozes, frutas vermelhas e limão siciliano, a Paradis tem trufas de chocolate francês Valrhona e os Picoluxos, grandes macarons recheados com sorvete no palito, sabores como cassis, manga e doce de leite.
Na Domingos Ferreira, a caminhada prossegue até as tortas e salgados da Genova, que começou em 1964 a fazer os melhores casadinhos de amêndoa com doce de leite da praça, assim como os petit fours com damasco.
Descendo a Rodolfo Dantas, as mesinhas de mármore da Biscuit, do Polo Lido, recebem belezas como a Charlotte de morango com chocolate, ou a torta Biscuit, com musse e suspiro de chocolate.
Ai de nós, Copacabana...
ODia Online - reprodução
Boca no mundo por Pedro Landim
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