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sábado, 6 de fevereiro de 2021

Esse ano não vai ser igual àquele que passou...


  ...Não vai ter Carnaval!

Então... vale recordar sucessos
que fazem a folia até os dias atuais!


. Há 80 anos, 1941

Alá-lá-ô, Carlos Galhardo


. Há 70 anos, 1951

Tomara que chova, Emilinha Borba



. Há 60 anos, 1961

A Lua é dos Namorados...Angela Maria



Índio Quer Apito, Walter Levita



. Há 50 anos, 1971

Ê Baiana...Clara Nunes







quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

O carnaval de 1970... há 50 anos



Em 1970, 
Janis Joplin brincou Carnaval 
no Rio de Janeiro.


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O Carnaval carioca de 1970 teve uma participação histórica: a lendária Janis Joplin. A cantora, ícone do rock e da contracultura, veio ao Brasil com a intenção de se reabilitar da dependência da heroína.

No entanto, o cenário carnavalesco do Rio de Janeiro não ajudou Janis a se manter distante da boemia. Ela assistiu a desfiles de escolas de samba, fez topless na Praia da Macumba, foi expulsa do Copacabana Palace por nadar nua na piscina, visitou boates, e marcou o Carnaval daquele ano.

Lembrou o fotógrafo Ricky Ferreira, que hospedou a estrela no quarto e sala onde morava, no Leblon
"Janis chegou numa sexta-feira pré-folia, na companhia de Linda Gravenites, que assinava os exuberantes figurinos usados pela cantora nos palcos. No curto período em que passou na cidade, ela assistiu aos desfiles das escolas de samba na Candelária, fez topless na Praia da Macumba, foi barrada num camarote do Theatro Municipal e deu canja em inferninhos da Zona Sul, além de beber vodca, Fogo Paulista e licor de ovo como se não houvesse amanhã."

Ricky, que era fotógrafo da versão brasileira da revista “Rolling Stone”, encontrou Janis com a amiga perambulando sem rumo pelas areias da Praia de Copacabana. A musa do movimento hippie apareceu no Copacabana Palace sem marcar reserva e, segundo ele, foi expulsa do hotel depois de ter nadado nua na piscina.

Janis também soltou a voz na boate Porão 73, que ficava no Leme, a convite de Serguei. O roqueiro sempre contava que esbarrou de madrugada com a estrela no calçadão de Copacabana, agarrada ao americano David Niehaus, que ela conheceu no Brasil. Os três chegaram à porta da casa de shows às três da madrugada. Vestida com uma blusa, uma saia estampada no estilo cigana e uma faixa amarrada na cabeça, Janis por pouco não foi barrada pelo gerente da casa noturna — um português que, de acordo com Serguei, confundiu-a com uma mendiga. Lá dentro, ela levou a plateia ao delírio quando cantou um dos seus maiores clássicos, “Ball and chain”, com um copo de vodca na mão.

A boate inteira se levantou e a aplaudiu de pé.

No Copa, Janis e Ricky Ferreira foram convidados para o baile de carnaval do Theatro Municipal, pelo empresário Eronildes Alves de Oliveira — dono da rede de lojas Erontex. O estilo hippie e descolado da cantora causou alvoroço entre os foliões na Cinelândia.
 O pessoal olhava e pensava que ela era um travesti, por causa do chumaço debaixo do braço. 

Janis ficou fascinada com as fantasias de gala e os brilhos dos figurinos. No fim das contas, foram  barrados no camarote, e ela ficou uma fera. Nem quis dar entrevista para o Jerry Adriani, que estava na porta do teatro conversando com os convidados. 

No dia 8 de fevereiro, Janis pulou carnaval no Centro com o DJ e radialista Big Boy.

Do palanque — versão antiga e mais tosca dos atuais camarotes — da revista “Manchete”, ela assistiu aos desfiles das escolas de samba, que eram realizados na altura da Candelária. Janis chegou ao puxadinho sem entourage ou qualquer intenção de causar alarde. Rapidamente, instalou-se no canto esquerdo da estrutura para conferir atentamente o desfile do Salgueiro, que em 1970 defendeu o enredo “Praça Onze, carioca da gema”. Fã de Bessie Smith e fortemente influenciada pela música negra americana, Janis Joplin demonstrou ter aprovado a ginga do samba carioca.



sábado, 15 de fevereiro de 2020

O que foi o Carnaval de 1920...


... há 100 anos


sábado, 2 de março de 2019

Sucessos de sempre no carnaval !


Foi a partir de 1899, que o povo teve músicas populares para cantar no carnavais  e que se tornaram sucessos até os dias de hoje.


Comemoramos algumas delas!


Ô Abre-Alas120 anos
  1899 - Chiquinha Gonzaga 




. O teu cabelo não nega - 90 anos
  1929 - Lamartine Babo




. A Jardineira - 80 anos
 1939 - Benedito Lacerda e Humberto Porto
  intérprete: Orlando Silva




. Chiquita Bacana - 70 anos
  1949 - Braguinha
   intérprete: Emilinha Borba



Me dá um dinheiro aí - 60 anos
1959 - Homero Ferreira/Glauco Ferreira/Ivan Ferreira
 intérprete: Moacir Franco




. Cabeleira do Zezé - 55 anos
1964 - João Roberto Kelly
 intérprete: Jorge Goulart




domingo, 17 de fevereiro de 2019

O Carnaval de 1919... há 100 anos!



Manuel Bandeira publica em 1919 o seu segundo livro de poemas intitulado Carnaval. Nessa obra já faz uso do verso livre. Por isso, os modernistas viram em Manuel Bandeira um precursor do movimento Modernista.


Imagem relacionada

Nessa obra percebermos que o poeta vai mais e mais se engajando com os ideais modernistas. Em Carnaval temos ainda o início da libertação das formas fixas e a opção pela liberdade formal, que se tornaria uma das marcas registradas de sua poesia.
Em 1919, aconteceu o Carnaval da Gripe. 

No ano anterior, uma epidemia de gripe abalou a cidade, mas isso não impediu que a enfermidade fosse tema predominante nas músicas, bailes e desfiles das Sociedades Carnavalescas. Em uma cidade de um milhão de habitantes, morreram, segundo estimativas, 15 mil. Mais de 600 mil teriam ficado doentes. Os médicos aconselhavam limão, canela e canja de galinha.

No fim de fevereiro, os cidadãos dessa cidade caíram na farra, comemorando o fato de que tinham sobrevivido ao flagelo. Os cronistas qualificam o Carnaval de 1919 como um dos mais animados. Ao que parece, houve um exorcismo carnavalesco. As revistas de época, O Malho, Careta e outras, documentam em dezenas de fotografias a folia que animou a cidade. Inúmeras músicas de carnaval com letras que “brincavam” com a doença, notas sobre a criação de blocos carnavalescos suburbanos e convites para bailes.

No carnaval de 1919, Júlio Silva desfilou pela primeira vez o Bloco do Eu Sozinho e, se transformava no Lorde João Curuti do Pelo Hempé. Em 1919 ele começou a desfilar com sua tabuleta solitária. Envergava uma fantasia de fraque, com chapéu de tirolês e calça listrada. Com seu pavilhão levantado, brincava alheio à multidão, cantando para si mesmo, em desacordo com o samba dos outros. Diversificou a fantasia e desfilou pelos sessenta anos seguintes.


 Imagem relacionada


Músicas de Carnaval da época ...

Assim é que é! 
Viva a folia! 
Viva Momo
 – Viva a Troça! 
Não há tristeza que 
possa Suportar tanta alegria. 
Quem não morreu da Espanhola, 
Quem dela pode escapar 
Não dá mais tratos à bola 
Toca a rir, 
Toca a brincar... 

Música de carnaval cantada nos Democráticos, 
promovendo um baile no dia 11 de janeiro de 1919. 

Outras músicas e blocos faziam referências ao chamado Chá da Meia-Noite e à Santa Casa da Misericórdia. Existia o boato de que a Santa Casa distribuía um chá aos doentes, e que nesse chá havia um veneno. 




CURIOSIDADE:

Durante o carnaval, Pixinguinha não trabalhava, pois saía com seu bloco chamado GRUPO DO CAXANGÁ.  No carnaval de 1919, ao passarem pelo cine Palais, fizeram uma parada para homenagear o senhor Isaac ,dono do cinema no qual Pixinguinha trabalhava. Ouvindo o pessoal, o proprietário do cinema entusiasmou-se e sugeriu a organização de um conjunto menor para tocar na sala de espera. O conjunto depois de dúvidas sobre qual seria seu nome, o próprio senhor Isaac resolveu a questão:

" - Vocês não são oito? Então põe " Os Oito Batutas!"

Assim se deu a estreia do conjunto em abril de 1919, capitaneado por Pixinguinha e Donga.


domingo, 18 de fevereiro de 2018

Rio... hora de virar a página, recomeçar





***
. Frases em negrito, versos da MARCHA DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS, de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes.

. Minha aquarela COLOMBINA, de 2003, pintada para a exposição FOLIA CARIOCA, no Forte de Copacabana, Rio de Janeiro

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

carnaval de 78... há 40 anos

( publicado em 6/2/2013,
atualizado em 8/2/2108)


O carnaval de 78 foi um carnaval chuvoso.

Mas começou bem antes, num sábado ensolarado, com o desfile da banda de Ipanema, como sempre quinze dias antes do carnaval e apresença de Beth Carvalho e João Nogueira, que acabara de fundar o Clube do Samba.


Nos carnavais do final da década de 70 as ruas do Centro do Rio passavam por um período de esvaziamento e surgia a opção das ruas dos bairros. Mas os bailes eram marcantes.
Principamente os pré-carnavalescos como o Baile do Vermelho e Preto,
do Clube de Regatas do Flamengo.

Na foto à esquerda...
a presença do cantor inglês
Rod
Stewart.

Ele assumiu , mais tarde,as consequências dessa sua passagem pelo Rio. Sem grandes problemas, disse que plagiara Jorge Ben Jor, o que o obrigou a atribuir ao músico carioca a coautoria do seu sucesso “Da Ya Think I’m Sexy”.




“Passei o Carnaval de 1978 com Elton John e Freddie Mercury no Rio de Janeiro”, 

Contou em livro, citando ainda outro acontecimento significativo desse carnaval.

 “Primeiro , me apaixonei por uma estrela de cinema brasileira lésbica. O outro foi que em todo lugar tocava ‘Taj Mahal’, de Jorge Ben, e aquela melodia, inconscientemente, ficou na minha cabeça, e transformou-se em ‘Da Ya Think I’m Sexy’. Plágio inconsciente, apenas.”  

Apesar do clima de confissão permanente, Stewart se deu o direito de preservar algo em sua autobiografia: o nome da tal atriz brasileira por quem caiu de amores naquela época.



A foto acima, da revista Manchete, edição de carnaval de 78, mostra o elegante grupo fantasiado, em um camarote do Baile Oficial da Cidade, o baile que, à época, acontecia no Canecão.


Outro baile de gala tradicional era o do clube do Monte Líbano



Mantendo a tradição, personalidades estrangeiras visitam a cidade, em 1978,também esteve por aqui  Alain Delon e sua esposa, a atriz Mireille Darc, no Baile do Regine's


A chuva que caiu na cidade, porém, não atrapalhou a animação. Na avenida Rio Branco, àquele tempo, ainda passavam os desfiles dos blocos de embalo, que vinham da Zona Norte e subúrbio da cidade e  se sucediam com seus sambas do ano.




O ano de 1978 foi especial em termos de desfile
das escolas de samba, mesmo embaixo de chuva.


Oscarito foi homenageado pela Império Serrano


Clara Nunes,  na Portela - enredo Mulher à Brasileira   - e sambando na pista, como gostava.

E o grande desfile do ano, O AMANHÃ da União da Ilha, que injustamente não venceu.
Até hoje o belíssimo samba é cantado.

No ano seguinte do antológico desfile com DOMINGO ( 1977), se classificou em quarto lugar,
com mais este enredo da genial e criativa carnavalesca Maria Augusta, que imprimiu à escola
 seu diferencial: desfiles leves, baratos e animados.
Esta  marca registrada da União da Ilha, é mantida até hoje.





E a Mangueira que veio cantando Dos Carroceiros do Imperador Ao Palácio do Samba e trouxe uma comissão de frente de notáveis da escola, tendo à frente, Cartola

Na foto acima de maiô rosa, a cantora Rosemary e, seu companheiro de desfile, Gargalhada;
mais acima Beth Carvalho ( de azul) ,e à direita Cartola.


Mas a campeã de 1978 foi a Beija-Flor, de Joãozinho Trinta
com A Criação do Mundo na Tradição Nagô .
Tri-Campeã. Um desfile morno e sem graça.
Trazia mudanças radicais, como os grandes e ricos carros alegóricos, 
e, na época, acusado de descaracterizar as raízes do carnaval,
que não privilegiava o samba no pé, Joãozinho Trinta declarou

"Eu não mexi nas raízes, apenas arrumei vasos mais bonitos para elas".


Os concursos de fantasias ainda
eram forte traço do carnaval de 78.

 E neles despontava uma tendência: as fantasias de destaque das escolas de samba
começavam a participar dos concursos.
Abaixo, dentre outros,  os participantes tradicionais  
Wilza Carla, Evandro de Castro Lima e Jesus Rocha.





O tradicional Baile das Atrizes coroou em 1978

a atriz Rosamaria Murtinho, como Rainha das Atrizes.
  

  A frase abaixo de Joãozinho Trinta em 78, marcou em definito.
E ditou a tendência da estética dos desfiles futuros das escolas de samba.


"Povo gosta de luxo.
 Quem gosta de miséria é intelectual"



BOM CARNAVAL A TODOS
E
ATÉ QUARTA-FEIRA!


. Leia mais sobre Carnaval...AQUI

. O grande sucesso de Carnaval de todos os tempos...AQUI



sábado, 3 de fevereiro de 2018

Simpatia é Quase Amor resgata a sátira carioca

 O tradicional bloco roxo e amarelo de Ipanema, SIMPATIA É QUASE AMOR  , que tradicionalmente desfila no sábado anterior ao Carnaval, sai hoje e resgata o espírito carioca nesse Carnaval 2018 com um samba hilário e crítico, que faz críticas ao governo do prefeito Marcelo Crivella. 

A música, intitulada "Samba da adivinhação", viralizou nas redes sociais quando ainda era uma das concorrentes na disputa interna do bloco, vencida no último sábado, dia 27.

A composição é de Manu da Cuíca, Luiz Carlos Máximo, Belle Lopes e Bil-Rait Buchecha e tem trechos com alusões a medidas atribuídas ao prefeito. Apesar de não citar o nome diretamente fala por rimas e citações.

Ensaio de escola? Ele mela 
Roda de samba? Atropela  
Macumba? Não tolera  
Só gosta de bloco nutella 
Ele não cuida? Nem zela 
Casa de jongo? Cancela  


Ainda propõe a "adivinhação" do nome...

Em nome de Deus? Apela  
Qual o nome do hômi? 






terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Histórias da Marechal Floriano

Carnaval vem chegando e a Rua Larga , atual Marechal Floriano, teve seu nome gravado na história da folia.

REMEXENDO NO BAÚ...

Vale resgatar essa publicação do início do blog, de 2009,
comemorando os 90 anos do nascimento 
do carnaval nos bondes cariocas!


Pra ler ou reler!

Em 1928, os passageiros do bonde da linha São Januário promoveram uma batalha de confete para homenagear o veterano motorneiro Ivo Costa. Nascia, então, o carnaval no bonde.

A partir daí, os funcionários da Light, companhia responsável pelos bondes e com sede na Rua Larga, passaram a fantasiar os veículos, organizando diversos blocos que saíam da rua e percorriam a cidade

Um dos primeiros blocos de empregados da Light foi fundado pelo compositor Lamartine Babo, funcionário da empresa de 1920 a 24. Esse bloco, o Papa-Tudo, saía da Rua Larga no sábado de carnaval e se dirigia até a Galeria Cruzeiro, do Hotel Avenida, no Centro, hoje o Edifício Avenida Central. 

Na década de 50, o carnaval no bonde já era sucesso nos festejos carnavalescos da cidade.



Também, naquela época, muitos artistas da Rádio Nacional do Rio de Janeiro participavam dos shows realizados no antigo salão de recreio, da sede da Light.


domingo, 21 de janeiro de 2018

Essa semana tem Banda de Ipanema!



E falar em Banda de Ipanema é relembrar ...ALBINO PINHEIRO, o sempre comandante da Banda.

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Fundador da Banda de Ipanema -  que abre oficialmente o carnaval carioca, tradicionalmente, dois sábados antes do sábado de Carnaval -  crítico e pesquisador de música popular foi um festeiro-mor, trazendo pra zona sul a boemia da Lapa e as tradições dos carnavais do subúrbio. Daí ser considerado como um dos mais célebres personagens da música e da vida boêmia do Rio de Janeiro

O carioca  Albino Pinheiro foi nosso vizinho ilustre de Ipanema.



Vale fazer uma dobradinha com o blog NOSSOS VIZINHOS ILUSTRES , (re)visitar e lembrar mais sobre Albino Pinheiro e seu endereço, histórias... AQUI! 

Caminhe pelos seus caminhos... e BOM PASSEIO!





sábado, 25 de fevereiro de 2017

Alceu Pena e o carnaval



Nos traços atualíssimos de ALCEU PENA, na revista O CRUZEIRO... escolha a fantasia!



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Alceu Penna, um dos artistas mais raros e multitalentosos que o Brasil já teve, que se tornou conhecido no período mais efervescente da vida cultural brasileira no século XX, do período pós 2ª guerra mundial ao final dos anos 60.




sábado, 11 de fevereiro de 2017

Carnaval Carioca...remexendo no baú 2









quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Carnaval carioca...remexendo no baú



Vale aqui publicar como um post,  um trabalho que foi enviado para poucos,em capítulos, em tempos pré FACEBOOK: um passeio pela folia carioca, através de aquarelas por mim pintadas, que fizeram parte da exposição Esquentando os Tamborins, no Forte de Copacabana, em fevereiro de 2003.

O Carnaval vem chegando... então, pra você (re)ver ou (re)visitar outros tempos carnavalescos.

******* 





























CONTINUA... aqui

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Agonia de Pierrot



Mais uma crônica carioca de todos os tempos.
Revista Fon-Fon - edição do Carnaval de 1936, há 80 anos.








segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Show de carioquice!!!

EXTRA! EXTRA! EXTRA!
CARNAVAL 2016!


Interrompemos os textos já programados para falar do show 
que foi o desfile da UNIÃO DA ILHA DO GOVERNADOR
nesse Carnaval de 2016!


Criatividade, fácil de entender sem aquelas fantasias complicadas, iguais todos os anos e que precisam de manual.

Um colorido poderoso, pertinente mostrando com a irreverência carioca, a "turma de Zeus" desembarcando no Rio num domingo de sol e conhecendo um povo  - SER CARIOCA É TIPO ASSIM, como diz a letra do sambacheio de bossa, cheio de ginga, sem vacilo, guiado pela sua pira olímpica natural, o sol. 

Cada ala reservou uma surpresa, tudo embalado pelo canto no gogó -  por toda a escola! -  puxado pela força do Ito Melodia e a maestria da baterilha sen-sa-ci-o-nal, com paradinhas eletrizantes, como no trecho que dizia...


FIRMA A BATIDA NA PALMA DA MÃO,
OS JOGOS VÃO COMEÇAR,
JÁ SOMOS TODOS IRMÃOS,
OS DEUSES QUEREM FICAR

E TODO MUNDO CAI NO SAMBA!

NA GINGA, NO BATUQUE E NO COMPASSO

ALÔ MEU RIO, AQUELE ABRAÇO...



A comissão de frente com a presença de tetraplégicos Guilherme Pinto / O Globo
A bela, precisa e emocionante Comissão de Frente


Cariocas e coisas cariocas muito bem retratadas com alegria...

o biscoito Globo, que virou biscoito Mundo

os surfistas  nas ondas

as dezenas de asas delta cercando o Cristo Redentor


camarão de jet ski,
o pessoal que se queima demais e vira camarão


skatistas passeavam nas cabeças

o pessoal do fitness



Concordo plenamente com o verso do samba que diz

MEDALHA DE OURO A NOSSA UNIÃO!


Já é! 








continue lendo, abaixo, sobre o 
CARNAVAL DE TODOS OS TEMPOS.



Uma decoração de Carnaval que marcou


Em 1966... há 50 anos




                                                   


MENINOS EU VI!






AMANHÃ TEM MAIS CARNAVAL DE TODOS OS TEMPOS.