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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Um clássico do cinema falando do Rio...há 85 anos!


REMEXENDO NO BAÚ...

... vale revisitar o post que destaca 
Flying Down to Rio - Voando para o Rio , 
um clássico do cinema musical  americano,
 da RKO Pictures, lançado em  1933.

Há 85 anos!

Clique AQUI   e curta!



quinta-feira, 2 de junho de 2016

O Rio de Cary Grant e Ingrid Bergman



Cenas do Rio de Janeiro, em 1946.

Na obra de Alfred Hitchcock- o filme NOTORIOUS -  com Cary Grant e Ingrid Bergman vemos Copacabana, Glória, Cinelândia, etc.


Aliás, nesse filme protagonizou-se um dos mais famosos beijos da história do Cinema, tendo a praia de Copacabana, como pano de fundo.


Veja um compacto das cenas cariocas, abaixo:










quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

O Homem do RIO

O Homem do Rio  - L´homme de Rio  - foi um filme, sucesso de 1964, há 50 anos,
com o ator Jean-Paul Belmondo.


O filme é uma perseguição por conta do roubo de uma relíquia amazônica do Museu do Homem, em Paris. São filmadas cenas em Brasília, quando esta ainda estava em construção, Jean-Paul Belmondo passa pela cidade e dá rasantes com um pequeno avião e também no Amazonas.

Várias cenas do filme se dão no Rio de Janeiro, inclusive as de perseguição.
Um filme bem brasileiro, um bom retrato no nosso país na década de 60. Conta com a participação do sambista carioca Zé Keti e Milton Ribeiro ( imortalizado no nosso cinema como o "cangaceiro malvado").

 

 

 Ficha Técnica:


 Título: O Homem do Rio ( L´homme de Rio)
Gênero: Ação, Comédia
Lançamento: 1964
País: França/Itália/Brasil
Direção e Roteiro: Philippe de Broca
Elenco: Jean-Paul Belmondo, Milton Ribeiro, Simone Renant, Adolfo Celi, Françoise Dorléac, Daniel Ceccaldi, Max Elloy, Lucien Raimbourg, Jean Servais, Roger Dumas, Ubiracy de Oliveira, Louise Chevalier, Nina Myral, Zé Keti


(O diretor Philippe de Broca e o ator Jean-Paul Belmondo já haviam trabalhado juntos em Cartouche, em 1961). 
 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Festival do Rio e a alma carioca

O Festival do Rio , dentre suas inúmeras atrações está exibindo interessantes documentários em que o Rio de Janeiro é o ponto de partida de suas histórias, como:

 

'Carioca era um rio'

Documentário de longa-metragem, de Simplício Neto
Você sabe por que quem mora no Rio é chamado de carioca?
É uma referência ao nome de um rio que hoje é um canal de esgoto que deságua na Baía de Guanabara. Aborda a história desse curso de água, que muitos anos atrás ajudou no desenvolvimento urbano da capital.

  veja o trailer




'Fla x Flu'

Documentário de longa-metragem , de Renato Terra
Fala sobre essa histórica rivalidade futebolística através de depoimentos de personalidades como Zico, Assis, Leandro, Junior, Romário, Pedro Bial e Tony Platão, além, claro, de torcedores.
- É um filme sobre paixão. Não é cronológico, não é didático, não é para boleiro.
Queríamos sair do nicho de documentário sobre futebol
e reproduzir um pouco a experiência que é a realidade do torcedor.
A gente acha que esse formato pode agradar a públicos que torcem por outro time.
Quando se fala de paixão, se fala para um público mais amplo
– explica o cineasta Renato Terra.

 
veja o trailer

'Boteco'

Documentário de longa metragem, de Ivan Dias
Quando o assunto é alma carioca, não se pode deixar de falar sobre um lugar com o qual os moradores do Rio têm muita familiaridade: o bar.
O documentário "Boteco" usa esse ponto de encontro sagrado dos cariocas
para explorar um tema mais amplo: a imigração portuguesa no Brasil.
 veja o trailer


quinta-feira, 2 de maio de 2013

RIO, VERÃO E AMOR

 Em 1966 foi lançado Rio, Verão e Amor, comédia musical e o último filme dirigido por Watson Macedo - que inova  usando pela primeira vez a cor -  e traz como protagonista o galã  de Claudia Cardinale, Milton Rodrigues, novatos e veteranos como Catalano.



Com roteiro do diretor e diálogos de Ziraldo, as locações no Rio de Janeiro, nos mostram uma outra cidade, outros tempos de ruas mais vazias, mais calmas, menos trânsito.

Esse filme é bom para ver a geografia  da cidade nos anos 1960, a moda, os modismos e a música.

Gravado principalmente nas praias do Arpoador, Ipanema e Castelinho - quando ainda existia - mostra  um Aterro do Flamengo de poucas árvores e muitas mudas ainda ; casas na Avenida Atlântica que hoje não mais estão por lá e o trânsito em uma pista, antes da expansão e os táxis pretos - aliás, àquele tempo, chamados de carros de praça - modelos geralmentos dos anos 1940 e 1950.

A moda é grande destaque do filme. Os cabelos eriçados, tipo bolo de noiva com laços; as faixas sempre presentes ou nos cabelos soltos ou presos: faixa era o must, tinha que ter; os óculos enormes, a maquilagem
com delineador tipo gatinho e a sombra clara, logo acima e marcada e as estampas também para os homens, que usavam as roupas justas, tanto ternos como calças e camisas; os cabelos grandes, franjas, influência dos Beatles

E os biquinis?  Ah... o meia-taça e de...pano. Que lycra nem nada. Isso não existia.  Meia-taça era uma ousadia. Mas com certeza muito elegante. A praia das barracas eram de pano, ía-se com toalha pra se sentar, tempo pré cadeira ou canga.

Esse filme é um passeio no comportamento de um Rio de outros tempos que vale a pena ser visto pra quem quer saber mais sobre a cidade, nos seus tempos de Guanabara. Vale a pena ser visto pra quem quer recordar, vale a pena ser visto pra quem quer rir um riso de situações e inusitados de outras épocas.


recortes de revistas falando sobre o filme








































Os números musicais do filme são um capítulo à parte misturando a bossa-nova, o rock e a Jovem Guarda, influências da época.

"MOÇA DO BIQUINI AZUL"
De Vica Gifoni e Mário de Castro

"BOSSA NOVA EM IPANEMA"
De Luiz Carlos Vinhas

"O MAR, VOCÊ E EU"
De Renato e Lilian

"BALANÇO ZONA SUL"
De Tito Madi

"LOUCO DE AMOR"
De Fábio Block

"REI MAU"
De Fábio Block, Ely Barra e Victor Trucco

"SUCESSÃO"
De Ely Barra

"APRENDA A ME CONQUISTAR"
De Renato, Lilian e Carlinhos

"PRECISO SER FELIZ"
De Renato, Lilian e Paulo Cesar

"VENHA COMIGO DANÇAR"
De Renato e Lilian

Uma sequência das músicas acima





uma cena inusitada:
Bossa 3, no Arpoador:
Luiz Carlos Vinhas, piano, Otavio Bailley, baixo, e Ronnie Mesquita, bateria.







quarta-feira, 1 de maio de 2013

Uma briga que poucos souberam



Motivos profissionais, 
em 1966,  
quase colocaram fim à parceria 
 entre Roberto e Erasmo Carlos. 


A razão da separação foi uma falha da produção do programa "Show em Si… Monal", da TV Record, que homenageava Erasmo.

A produção do programa havia preparado um pot-pourri com as composições mais famosas de Erasmo, entre as quais "Parei na Contramão" e "Quero Que Vá Tudo Pro Inferno". A controvérsia foi criada por conta de que estas canções foram compostas em parceria com Roberto Carlos, mas os créditos foram dados unicamente a Erasmo.

Os dois se desentenderam, e a parceria ficou suspensa por mais de um ano.

Neste período, Roberto compôs clássicos, como: "Querem Acabar Comigo" e "Namoradinha de um Amigo Meu", que foram lançadas no LP "Roberto Carlos" daquele ano. O disco ainda tinha os sucessos "Eu Te Darei o Céu", "Esqueça" (versão de Roberto Corte Real), "Negro Gato" (de Getúlio Côrtes) e "Nossa Canção" (de Luiz Airão).

 Em 1967, a amizade Erasmo-Roberto seguia estremecida, embora os dois apresentassem - junto com Wanderléa - o programa "Jovem Guarda", na TV Record.

Roberto Carlos continuava compondo sozinho sucessos como "Como É Grande O Meu Amor Por Você", "Por Isso Corro Demais", "Quando" e "de Que Vale Tudo Isso", que seriam lançados no LP "Roberto Carlos Em Ritmo de Aventura", trilha sonora do filme homônimo lançado no ano seguinte, e que teve produção e direção de Roberto Farias. Esse filme se tornou um clássico, grande sucesso de bilheteria do cinema nacional , com um público de 2.596.955 pessoas (!).

A relação entre Erasmo e Roberto Carlos voltaria ao normal exatamente por causa do filme. Envolvido com diversos compromissos profissionais, Roberto não conseguia finalizar a letra da canção de "Eu Sou Terrível", que seria a faixa inicial da trilha sonora do longa-metragem. Então, ele pediu auxílio ao velho parceiro Erasmo Carlos, que o ajudou a finalizar a letra.

Assim, a amizade e a parceria dos dois foram retomadas.

Ainda bem!





O filme "Roberto Carlos Em Ritmo de Aventura" teve locações no Corcovado, no Maracanã, na Baía de Guanabara  e a sequência antológica do helicóptero   - a bordo do pequeno Hughes -  passando por dentro do Túnel do Pasmado, no Rio de Janeiro. Na realidade r realizada pelo Comte. Antônio Nascimento.



Comte. Antônio Nascimento.





Essas filmagens com helicóptero pararam o trânsito de Copacabana
  


domingo, 28 de abril de 2013

Rio, Cidade Mulher



No ano de 1936, há quase 80 anos atrás, Noel Rosa compôs "Cidade-Mulher", para um filme dirigido por Humberto Mauro  - produção Brasil-Vita -  com enredo escrito por Henrique Pongetti.

A música-título do filme  foi interpretada por Orlando Silva.



Vídeo- reprodução


CIDADE MULHER


Cidade de amor e aventura
Que tem mais doçura
Que uma ilusão

Cidade mais bela que o sorriso,
Maior que o paraíso
Melhor que a tentação

Cidade que ninguém resiste
Na beleza triste
De um samba-canção

Cidade de flores sem abrolhos
Que encantando nossos olhos
Prende o nosso coração

Cidade notável,
Inimitável,
Maior e mais bela que outra qualquer.
Cidade sensível,
Irresistível,
Cidade do amor, cidade mulher.

Cidade de sonho e grandeza
Que guarda riqueza
Na terra e no mar

Cidade do céu sempre azulado,
Teu Sol é namorado
Da noite de luar

Cidade padrão de beleza,
Foi a natureza
Quem te protegeu

Cidade de amores sem pecado,
Foi juntinho ao Corcovado
Que Jesus Cristo nasceu

Cidade notável,
Inimitável,
Maior e mais bela que outra qualquer.
Cidade sensível,
Irresistível,
Cidade do amor, cidade mulher


Cidade-Mulher - Poster / Capa / Cartaz - Oficial 1O mineiro Humberto Mauro, um dos diretores mais importantes da história do cinema nacionalfoi atraído, no começo dos anos 30, para o Rio de Janeiro, por Adhemar Gonzaga, produtor da Cinédia. Nessa década, em 1936, dirigiu, dentre outros filmes,  Cidade Mulher, que tinha  Bibi Ferreira, Jaime Costa e grande elenco e contou com a única trilha sonora escrita por Noel Rosa para o cinema. Suas imagens, infelizmente, se perderam num incêndio da Brasil Vita Filmes.

Foram 6 músicas compostas com o parceiro Vadico. As outras cinco músicas para o filme foram: "Dama do Cabaré", "Tarzan, O Filho do Alfaiate", "Morena Sereia", "Numa Noite À Beira-Mar" e "Na Bahia".

  Humberto Mauro : A biografia - AdoroCinema




quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Flying Down to Rio, há 80 anos

Flying Down to Rio - Voando para o Riofilme musical  americano da RKO Pictures foi lançado em  1933.



O filme trouxe à cena, pela primeira vez,
a dupla de dançarinos que encantaria o mundo:
  Fred Astaire e Ginger Rogers.




Trailer do filme





Flying down to Rio não esteve por aqui, mas fala da cidade.

O filme foi feito com um brinquedo de avião que se movia 
e um projetor projetando a tela fazendo a ilusão de voar.


Um trecho do filme



Vários cartazes e títulos








Flying Down to Rio foi o primeiro filme estrangeiro que fez do Rio de Janeiro co-protagonista.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Orfeu Negro, o filme

Orfeu Negro, o filme ítalo - franco - brasileiro de 1959, dirigido por Marcel Camus - roteiro do filme por Camus e Jacques Viot  -  foi adaptado a partir da peça teatral Orfeu da Conceição de Vinícius de Moraes.

A trilha sonora é de Tom Jobim e Luís Bonfá. Vinícius e Antônio Maria também tiveram músicas incluídas, mas, assim como Agostinho dos Santos, que interpretou a música-tema de Orfeu, Manhã de Carnaval, não receberam os créditos. O filme teve outra versão em 1999, sob o nome Orfeu, dirigida por Cacá Diegues.

A versão de Camus ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro, em 1960, e aqui inserimos essa obra completa.

Uma curiosidade:

Aos 13 minutos aparece o grande Cartola, numa cena deliciosa (foto abaixo), fazendo figuração e dando beijinhos na D. Zica.




Clique abaixo e curta!
Vale a pena assistir.






sexta-feira, 20 de julho de 2012

Copacabana Palace, o filme, há 50 anos


Em 1962, uma produção franco/Italiana/brasileira lançou Copacabana Palace, um filme que primou pela qualidade da trilha sonora, onde estão presentes João Gilberto, Tom Jobim, Luis Bonfá, Os Cariocas e Norma Bengell.

Além disso, as imagens em Technicolor de um Rio de Janeiro do princípio da década de 60 são belíssimas.

O filme começa com um avião da Panair pousando no Santos Dumont, enquanto, na trilha sonora, uma cantora italiana, em português, canta ‘Samba do avião’.
Três estrangeiros desembarcam no Rio: uma princesa (Mylene), que chega cheia de fantasias de passar três noites de amor tórrido com o amante que trouxe da Europa; um golpista que banca o milionário para roubar as jóias de milionários de verdade; e uma aeromoça (Koscina), que quer aproveitar a escala no Rio para travar um contato mais profundo com um artista brasileiro que tinha conhecido em Lisboa:Tom.Todos se hospedam no Copacabana Palace. 


Uma cena ótima:


 
João Gilberto, Luis Bonfá e Tom Jobim tocando a música Canção do Mar (Luis Bonfá / Maria Toledo) na praia (Barra da Tijuca) acompanhados de 3 belas atrizes (Sylvia Koscina, Gloria Paul e Laura Brown)





O elenco:

Sylva Koscina, Walter Chiari, Mylène Demongeot, 
Paolo Ferrari, Gloria Paul, Claude Rich, Ruggero Baldi, 
Raymond Bussières, Francis De Wolff, Franco Fabrizi




O LP da trilha sonora tinha as seguintes faixas:

01 – Só Danço Samba (Antonio Carlos Jobim / Vinicius de Moraes) - JOAO GILBERTO E OS CARIOCAS
02 – Tristeza (Luiz Bonfá / Maria Helena Toledo) - NORMA BENGELL
03 – Samba do Avião (Antonio Carlos Jobim) - MIGUEL
04 – Musique originale du Carnaval de Rio 1962  - ORQUESTRA GIANNI FERRIO
05 – Samba do Avião (Antonio Carlos Jobim) -  JULA DE PALMA  E OS 4×4 DE NORA ORLANDI
06 –  Sambolero (Luiz Bonfá / Maria Helena Toledo) -  LUIZ BONFÁ
07 – Canção do Mar (Luiz Bonfá / Maria Helena Toledo) - LUIZ BONFÁ, JOAO GILBERTO e ANTONIO CARLOS JOBIM




quinta-feira, 17 de maio de 2012

Garota de Ipanema, o filme


 capa do LP



Uma raridade de 45 anos!


 “Garota de Ipanema”, o filme, de 1967, de Leon Hirszman (1937-1987), é um dos filmes brasileiros mais esquecidos da história.  Também pouca gente menciona que o co-roteirista do filme foi ninguém menos do que Glauber Rocha, ícone do movimento Cinema Novo.

O filme não existe em DVD e nem ganhou lançamento em fita VHS lá pelos anos 80. Inspirada na canção mais celebrada de Antonio Carlos Jobim e das mais gravadas no mundo, o filme surpreendeu, pois nada trazia dos versos famosos da letra de Vinicius de Moraes.
Nada a ver com a canção inspirada na garota adolescente da vida real, Helô Pinheiro. A garota do filme é um personagem fictício, a jovem Márcia, de 17 anos, papel da atriz então iniciante Márcia Rodrigues. O roteiro ainda tem um crédito para Vinicius de Moraes ,que aparece na tela , ao lado de Eduardo Coutinho.
“Garota de Ipanema” – o filme é mais um retrato social de pais e filhos no Rio de Janeiro dos anos 60. Um elenco de nomes famosos em pequenos papéis. O jornalista João Saldanha, por exemplo, faz o pai da garota de Ipanema. Nas imagens do vídeo abaixo, você pode vê-lo entrando no Fusca estacionado numa rua do bairro.
No filme, quem também aparece é o jovenzinho Chico Buarque. E ele canta uma composição que ficou famosa: “Noite dos Mascarados”. Aliás, a trilha sonora é um achado: há até um rock com letra de Vinicius de Moraes cantado por... Ronnie Von


Eis o set-list da trilha original de “Garota de Ipanema”, com base no LP de vinil. Quem se lembra?
Lado A
“Noite dos Namorados” – Chico Buarque e Elis Regina
“Lamento do Morro” – Nara Leão
“Surf Board” – Jobim (instrumental)
“Ela é Carioca” – Tamba trio
“Poema dos Olhos da Amada” – Vinicius de Moraes
“A Queda” – Jobim (instrumental)


Lado B
“Tema de abertura” – Jobim e Vinicius
“Por você” – Ronnie Von
“Chorinho” – Chico Buarque
“Ária para se Morrer de Amor” – Baden Powell
“Rancho das Namoradas’ – Ari Barroso
“Tema da desilusão” – Jobim e Vinicius



Uma delícia, ver o início do filme e um passeio pelo Rio, do final dos anos 60.





quarta-feira, 9 de maio de 2012

Esse Rio que eu amo, parte 2



Vale ouvir a canção do filme, na versão original.
Destaque para as vozes de Lana Bittencourt e Haroldo de Almeida








segunda-feira, 7 de maio de 2012

ESSE RIO QUE EU AMO, o filme







Cartazes do filme

Esse Rio que Eu Amo foi exibido há 50 anos.

O filme da Atlântida, em outra linha, sem nada a ter com chanchada, foi dirigido por Carlos Hugo Christensen e com roteiro e diálogos de Millôr Fernandes.

Era dividido em quatro contos: Balbino, O homem do mar e O milhar seco de Orígenes Lessa, A Morte da Porta-Estandarte de Aníbal Machado e Noite de almirante, de Machado de Assis. As histórias melodramáticas  mostram,como pano de fundo, o carnaval carioca.

No Episódio 1 participaram, dentre outros, Jardel FilhoOdete Lara, Ciro Monteiro, Diana Morel;
No Episódio 2 , Wilson Grey, Waldir Maia;
No Episódio 3, Osvaldo Louzada, Lana Bittencourt, GRES Acadêmicos do Salgueiro;
No Episódio 4,  Tônia Carrero, Agildo Ribeiro, Monah Delacy, Daniel Filho, Hugo Carvan, Milton Rodrigues;

A canção do filme foi a Sinfonia do Rio de Janeiro, de  Tom Jobim e Billy Blanco, com arranjo musical de Lírio Panicalli, responsável também pelos arranjos de toda a  trilha do filme, que contou com as vozes de Lana Bittencourt, Normando, Ciro Monteiro e...Roberto Carlos.

Foi lançado, à época, um LP registrando as músicas, que se tornaram sucessos.

capa


contracapa

Em tempo: eu assisti no Roxy!



quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Estreou no Rio em 1931...


... há 80 anos,   o filme Coisas Nossas, primeiro musical longa-metragem brasileiro, e também o primeiro sucesso do cinema falado brasileiro, dirigido pelo norte-americano Wallace Downey. O técnico de som do filme foi Moacyr Fenelon, que alguns anos mais tarde fundou a Atlântida, responsável pelo sucesso da comédia musical, que ficou conhecida como chanchada.


cartaz do filme




O filme apostou na popularidade de Paraguassu, Batista Júnior, Jararaca e Ratinho, e outros astros e estrelas do rádio na época. Noel  Rosa se inspirou neste filme para compor a canção “São coisas nossas”.





Abaixo a letra.


Queria ser pandeiro
Pra sentir o dia inteiro
A tua mão na minha pele a batucar
Saudade do violão e da palhoça
Coisa nossa, coisa nossa
O samba, a prontidão
E outras bossas,
São nossas coisas,
São coisas nossas!
Malandro que não bebe,
Que não come,
Que não abandona o samba
Pois o samba mata a fome,
Morena bem bonita lá da roça,
Coisa nossa, coisa nossa
O samba, a prontidão
E outras bossas,
São nossas coisas,
São coisas nossas!
Baleiro, jornaleiro
Motorneiro, condutor e passageiro,
Prestamista e o vigarista
E o bonde que parece uma carroça,
Coisa nossa, muito nossa
O samba, a prontidão
E outras bossas,
São nossas coisas,
São coisas nossas!
Menina que namora
Na esquina e no portão
Rapaz casado com dez filhos, sem tostão,
Se o pai descobre o truque dá uma coça
Coisa nossa, muito nossa
O samba, a prontidão
E outras bossas,
São nossas coisas,
São coisas nossas!






domingo, 27 de novembro de 2011

O Rio de Cary Grant e Ingrid Bergman em1946



Cenas do Rio de Janeiro, em 1946, na obra de Alfred Hitchcock.
O filme é NOTORIOUS, com Cary Grant e Ingrid Bergman, e lá  estão Copacabana, Glória, Cinelândia, etc.

Neste filme aconteceu um famoso beijo da história do Cinema, tendo a praia de Copacabana, como pano de fundo.